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Cuidados de enfermagem ao doente com epilepsia

Cuidados de enfermagem ao doente com epilepsia

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06/08/2013

 
Cuidados de enfermagem ao doente com epilepsia:
 Avaliação inicial:
A anamnese deve incluir:
História familiar de crises
História perinatal (para as crises iniciadas na infância)
Doenças da infância
Idade do início das crises
História de traumatismo craniano
Infecções do sistema nervoso central
Tumores do sistema nervoso central
AVC
Doenças degenerativas do sistema nervoso (esclerose múltipla, doença de Alzheimer)
É igualmente obtida a descrição exaustiva da própria crise, incluindo:
o
Descrição da aura, se for o caso (sensação ou sentimento pré-crise)
o
Factores precipitantes, como falta de sono, ingestão de álcool, stress emocional, excessode cafeína, período do dia, menstruação
o
Descrição do comportamento do doente, do início ao fim da crise, especialmente se ossinais motores começaram numa parte do corpo e se propagaram a outra parte (marcha jacksoniana)
o
Duração da crise
o
Duração do período de recuperação e comportamento durante esta fase
o
Incidência de incontinência
o
Frequência das crises (se mais do que uma) e intervalo entre elas
Realização de exames: TAC ou RNM, analises clínicas, EEG
 Intervenções de enfermagem:
As intervenções de enfermagem relativas à epilepsia baseiam-se essencialmente no ensino, peloque este deve incidir sobre:
O que é a epilepsia, levando o doente a aceitar a doença e o tratamento, bem como as medidas profiláticas para prevenir complicações.
 
A importância da toma dos medicamentos, para prevenção das convulsões e da sua toma a horáriosregulares. Deve -se informar sobre a sua acção bem como dos seus efeitos secundários.
Factores desencadeantes – o stress, falta de sono, aborrecimentos, álcool, drogas, e a não toma dosmedicamentos prescritos são factores desencadeantes de crises convulsivas.
Instituir precauções contra as crises, para proteger o doente de lesões
Cuidados a ter durante uma crise:
o
Posicionamento correcto do doente durante a crise convulsiva (Posicionamento em decúbitolateral para facilitar a drenagem da saliva e evitar aspiração).
o
Evitar entrar em pânico, proporcionando ao doente um ambiente calmo e seguro.
o
Deve observar e registar a evolução dos sinais e sintomas na crise e não realizar qualquer tentativa para restringir a movimentação do doente, já que tal procedimento pode causar-lhelesões.
o
Importante registar o início e duração da crise, onde começaram os movimentos ou se a posturaé de rigidez, posição dos globos oculares e desvio da cabeça, tamanho das pupilas, avaliar oestado de consciência e verificar se houve incontinência de esfíncteres e se após a crise verificar se há confusão, paralisia ou fraqueza muscular.
o
Pedir ajuda quando o ataque epiléptico se prolonga durante muito tempo, ou as convulsões sãorepetidas e diferentes de outras vezes, deve recorrer com urgência ao Hospital.
o
Durante uma crise convulsiva o principal objectivo é prevenir traumatismos sicos ou psicológicos ao doente.
o
O enfermeiro deve explicar ao doente que se tiver uma "aura" deve tomar medidas de protecçãocontra possíveis traumatismos pelo que deve adoptar um posição que lhe garanta algumasegurança e conforto.
o
Se a convulsão for precedida de aura deve-se colocar um abaixador da língua. No entanto estácontra indicado a abertura da boca durante a convulsão, porque é susceptível de causar traumatismo.
o
Posicionar o doente em decúbito lateral com a cabeça ligeiramente flectida para a frente, permitindo a projecção da língua para evitar mordeduras.
o
Aspiração de secreções SOS;
o
Manter as vias aéreas desobstruídas, durante a convulsão fase tónica há suspensão da respiração pelo que se necessário administrar oxigénio.
o
Deve proporcionar-se privacidade e conforto ao doente
o
Após a convulsão deve-se manter o doente em decúbito lateral, para prevenir aspiração

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