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1- Inicialmente o diagnóstico, análise do contexto em que se procede aoenquadramento (externo e interno).2- Elaboração do Plano do Projecto tendo em consideração princípios, valores e umaestratégia global, e também a definição de metas, objectivos, prioridades educativas e,muito importante, a sua divulgação.3-Avaliação do projecto. Nesta dimensão considero muito importante a selecção deinstrumentos, a calendarização, a constituição da equipa de avaliação assim como amonitorização do processo e a divulgação dos resultados.
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rganização e Gestão da escola
No actual contexto, o sucesso/ insucesso das mudanças que se pretendem introduzirdepende de factores diversos tais como, por exemplo:- o estilo de liderança do responsável máximo;- a co
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existência de lideranças formais e informais;- a integração de diferentes estilos ao longo da cadeia hierárquica da organização.
4. Ligação à comunidade.
Faz todo o sentido este campo de análise, considerando que actual Lei de Bases donosso Sistema Educativo valoriza o paradigma interactivo que apela ao envolvimentoparental na vida da escola.Também a escola, como sistema organizacional aberto não pode dispensar ainteracção com as entidades do meio envolvente e desejavelmente deve implementarestratégias de cooperação.
5.Clima e Ambientes Educativos
Naturalmente se considera este campo. A escola se espaço de bem-estar de alunos,professores e demais elementos contribui significa um contributo valioso para osucesso.
6. Resultados
São a evidência mais clara da eficácia da escola. A nível de resultados académicos,importa conhecer o desempenho, a taxa de sucesso e a qualidade do sucesso dosalunos. A nível dos resultados sociais, é considerada a avaliação do impacto da suaacção educativa, mormente na área do abandono escolar.Por maior facilidade organizativa passo a apresentar uma tabela com três colunas, emque, nas duas primeiras, indico os domínios/subdomínios da Auto-Avaliação da BE eos domínios definidos no Quadro de Referência para a Avaliação de Escolas eAgrupamentos, respectivamente; e na terceira: uma parte introdutória de caráctergeral, referente à sua inserção nos “campos de análise de desempenho” daescola/agrupamento, como é proposto na tarefa; e uma outra, para mim, não menosclarificadora, o enquadramento da informação resultante da Auto-avaliação da BE nosdomínios de referência do Modelo da IGE.Como a informação, resultante da auto-avaliação da BE, se processa com base emevidências, a partir de indicadores, nos seus diferentes domínios, parece-mepertinente elegê-los como” padrões comparativos”, a nível de enquadramento nosdomínios consignados na avaliação externa de Escolas/Agrupamentos.
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