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INFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO

INFARTE AGUDO DO MIOCÁRDIO

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05/13/2012

 
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
Definição: É a necrose da célula miocárdica resultante daoferta inadequada de oxigênio ao músculo cardíacoEtiologia: Pode ser secundário a Aterosclerose ou Espasmocoronariano.Diagnóstico: Para a Organização Mundial de Saúde o infartoagudo do miocárdio será diagnosticado se o pacienteapresentar duas das alterações abaixo:
História típica de dor precordial
 
Alterações eletrocardiográficas
 
Elevação enzimática
 
Quadro Clínico: Dor precordial, retroesternal, constrictiva,não pleurítica, com duração superior a 30 minutos, irradiadapara ombros ou mento e não aliviada pelo repouso ou uso denitratos. A dor pode ser acompanhada pelos seguintessintomas: Nauseas, Vômitos, Sudosere e Fraqueza musculargeneralizadaO Infarto agudo do miocárdio pode se assintomáticoem até 12% dos pacientes ou se apresentar com quadrosatípicos de dor ou desconforto em braços, dorso, mandíbulaou ter como sintoma básico: síncope, palpitações, ortopnéiaou agravamento da insuficiência cardíaca.No exame físico do paciente infartado podemosencontrar: Facies de angustia. Diaforese, Palidez cutânea,Taquifisgmia, as vezes com frequência de pulso irregular efebre.Na disfunção do ventrículo esquerdo podemosencontrar: hipotensão, taquicardia, crepitações pulmonares egalope de VE. Na disfunção do ventrículo direito pode serconstatado: hipotensão, turgência venosa jugular ehepatomegalia. O Achado auscultatório mais comum é oaparecimento de B4. Pode ser ainda auscultado atritopericárdico e surgimento de sopros, secundário a disfunçãoou ruptura do músculo papilar, insuficiência mitral pordilatação mitral, formação de comunicação atrio-ventricular einsuficiência tricúspide.
Eletrocardiograma
: Pode falhar no diagnóstico em 50 a 70%dos pacientes infartados, quando realizado um únicoeletrocardiograma, o exame seriado reduz o erro diagnósticopara 10 a 20%.
Fases do Infarto agudo do miocárdio
:
Superaguda: Ondas T aumentadas, lembrando hipercalemia
 
Aguda: Elevação do ST, dimuição de T e apareciemnto e Q
 
 
Subaguda: T invertida, ST retorna a linha de base
 
Crônica: Ondas Q e elevação de ST
 
Atualmente não se classifica o infarto em transmural esubendocárdico.
Inferior - D2, V3 e AVF
 
Posterior - V7 e V8 e em espelho em V1 eV2
 
Septal - V1 e V2
 
Anterior extenso - V1 a V6, D1 e AVL
 
Antero-lateral D1, AVL, V3 a V6
 
Antero-septal V1 a V4
 
Anterior V3 a V4
 
Lateral D1, AVL, V5 e V6
 
Lateral baixo - V5 e V6
 
Lateral alto - D1 e AVL
 
Infarto de VD é sugerido pela elevação do segmento ST emV1, V4R, principalmente na presença de infarto inferior.O diagnóstico eletrocardiográfico é extremamente difícil napresença de bloqueio de ramo esquerdo, os sinais descritos:onda Q maior que 3 mm em D1, AVL, V5 e V6, regressão do Rde V1 a V4, sinal de Cabrera, têm boa especificidade, porém asensibilidade é inferior a 40%.
 
Ecocardiograma:
Áreas de hipocinesias
Dilatação ventricular
Alterações vasculares
Derrame pericárdico
Trombo ventricular
 
Angiografia: Deverá ser realizada na fase aguda do IAM, emcaráter emergencial dos pacientes com:
Insuficiência contrátil
 
Choque
 
Anormalidades do septo interventricular
 
Ruptura de músculos papilares
 
 
Isquemia persistente ou recorrente
 
Pacientes que pode se beneficiar do estudo das coronáriasantes da alta hospitalar:
Episódios recorrentes de dor torácica
 
Insuficiência mitral aguda, ruptura do septo interventricular cominsuficiência cardíaca
 
Suspeita de ruptura cardíaca sub-aguda
 
Choque cardiogênico
 
Taquicardia e fibrilação ventricular recorrente
 
Não deverão ser submetidos a angiografia pacientes:
Para controle de tratamento trombolítico sem intercorrência
 
IAM sem complicacões e com boa evolução
 
IAM terminado sem complicação em qual não se considera otratamento cirúrgico
 
Classificação de KillipClasseAchados ClínicosMortalidadeI Sem sinais de ICC06%IIICC discreta17%IIIEdema agudo depulmão38%IVChoquecardiogênico81%
 
TRATAMENTO CLINICO DO I.A.M.Medidas Gerais:
1.
Internamento em U.C. com monitorização continua, O2 sob cateter nasal3/4 l/min, manter sempre linha venosa de "bom" calibre. Repouso porcompleto no leito, tanto físico como mental. Visitas restritas ate estabilizar oquadro clinico.
 2.
A dieta deve ser : Liquida nas primeiras 24 horas, seguida de pastosa ebranda, hipossódica (2g de sal), com o máximo de 1.500 calorias e divididaem vários intervalos durante o dia. Depois dieta pobre em colesterol e

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