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Resumo Do Livro Recursos No Processo Penal

Resumo Do Livro Recursos No Processo Penal

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Xaxim2009
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL FREI NIVALDO LIEBEL LTDA – ASSEFRENIFACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E APLICADAS – FACISACELER FACULDADES
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NEIDETE MARIA SARTOR PALLAORODIREITO 16
DIREITO DAS OBRIGAÇÕES
Trabalho apresentado ao Curso de Direito 13, da CELERFACULDADES, para a disciplina de direito Civil II -Obrigações.Orientador: Prof. João Almir Sagaz Melo
 
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RESUMO
PARTE ITEORIA GERAL DOS RECURSOSNOÇÕES FUNDAMENTAIS
O DUPLO GRAU DE JURISDIÇÃO
 Nos recursos, dois são os princípios fundamentais que se defrontam edevem ser conciliados, o principio da justiça , que quanto mais se examinar uma decisão mais possível será a distribuição da justiça, e o principio da certeza, que tem como a brevidade do processo, exigir que a decisão seja proferida de uma vez por todas, no menor tempo possível.A preocupação tem sido em conciliar os dois princípios, onde possam ter um equilíbrio,garantindo o duplo grau de jurisdição. O juiz que profere a decisão fica compelido a julgar melhor , quando sabe que será ela passível de revisão por outro órgão jurisdicional.O recurso é julgado por um tribunal de segundo grau, constituído por magistrados de maior experiência e cultura.O fundamento político do duplo grau, é aqui que entra a índole política ,militar em favor da preservação do duplo grau, trata-se de um controle interno, exercido por órgãos da jurisdição daquele que julgou em primeiro grau , a constatarem a legalidade e a justiça da decisão por este proferida.O duplo grau como garantia da Constituição brasileira , como garantiafundamental de boa justiça, contemplado em diversas constituições estrangeiras, na nossaConstituição era expresso a garantia do duplo grau, hoje já não vem mais expressamenteinserido na lei maior, pode-se afirmar que a garantia do duplo grau embora só implicitamenteassegurado pela Constituição brasileira, é um principio constitucional autônomo , decorrenteda própria lei maior.O principio do duplo grau não significa apenas a garantia de revisão dedecisão de primeiro grau, mas também compreende a proibição para o tribunal com seu julgamento, impedir o pronunciamento do juiz de primeiro grau. A sumula 453 do STE queimpede ao tribunal aplicar em segundo grau o art. 384 do CPP, que impede o aditamento dadenuncia pelo MP, em conseqüência de prova de elemento ou circunstancia da infração penalnão contida na acusação, mesmo depois da lei 11.719/2008 esse entendimento continuavalido, exatamente diante da garantia o duplo grau.Jurisdição inferior aquela exercida pelos juizes que conhecem do processodesde o seu inicio e jurisdição superior a exercida pelos órgãos a que cabem os recursoscontra as decisões proferidas pelos juizes inferiores.O recurso é um remédio contra as decisões judiciais, mas podem seatacadas como ações autônomas de impugnação . Os recursos extraordinários correspondemas ações autônomas de impugnação e os recursos ordinários seriam os verdadeiros recursos. No nosso sistema , não se pode afirmar que a distinção entre ações deimpugnação e recursos se faça com base na existência ou inexistência de coisa julgada. Orecurso será sempre anterior a formação da coisa julgada, embora o inverso não sejaverdadeiro, pois certas ações de impugnação , podem ser utilizadas antes da coisa julgada.Quanto as características dos recursos , o fato de serem eles anteriores acoisa julgada, a circunstancia de não insejarem a instauração de nova relação processual. Avoluntariedade dos recursos e o ônus de recorrer quer dizer que aquele que não recorreconformando-se com a decisão proferida, perde a oportunidade de obter sua reforma oinvalidação , consolidando-se , para ele os efeitos da decisão.
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