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mÚSICA | cYBERCULTURA | cINEMA | hQ | fICÇÃO cIENTÍFICA
#4
(V4.00)
:\OVERCLOCK>
   |  
   o   v   e   r   c   l   o   c   k   z   i   n   e
   #   4   |     J   U   l   /   A   G   o   /   S   e   T .   2   0   0   8   |  
   o   v   e   r   c   l   o   c   k   z   i   n   e
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   b   l   o   G   S   p   o   T
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   c   o   m
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bunkermedia
 
   :      \      O       V      E      R      C       L      O      C       K      >
       2
:\EDITORIAL>
Sabemos o que Case sentiu nos seus do-lorosos dias em Chiba, longe e impossibili-tado de acessar o ciberespaço. Pode soarinverossímil, mas echamos esta edição do:\Overclock sem nenhuma conexão com arede mundial de computadores (na ver-dade, não sejamos injustos, pois um modemPC-MCIA quebrou nosso galho, mas é tãolento que quase ouvimos aquele barulhinhonostálgico de conexão discada). Ainda nãotemos previsão de quando retornaremospara a Matrix (aceitamos qualquer tipo detoxina em nossos corpos para que isto nãodemore), mas o leitor já pode embarcar namais nova “alucinação consensual” oerec-ida pelo :\Overclock.Em seu quarto número, apresentamos trêscontos - “Bitchrunner 2040”, de Carlos An-gelo, “Pixel Pizza”, de Gabriel Boz, e “OSegredo”, de Jessica Spiner -, além de umapequena introdução à literatura cyberpunkassinada por Braulio Tavares. Apesar dovertiginoso delay, o essencial “O cyberpunknos anos 90”, de Bruce Sterling, aparecepela primeira vez no Brasil, revelando suaassustadora atualidade. Sterling, um dospais do cyberpunk, também “realiza” umaentrevista com H. P. Lovecrat - uma pérolaesquecida que encontramos nos arquivos doCHEAP TRUTH, um zine já alecido, masque deixou uma prole vasta (nós, por ex-emplo). A banda sueca Elegant Machinerytambém é entrevistada nesta edição do :\ Overclock (ao contrário de Lovecrat, estabanda sueca voltou à vida e já dispara suasnovas produções no universo do synthpop).Também comentamos dois shows realizadosem Buenos Aires - “And One” (3 de março)e “Interpol” (8 de março) -, além, é claro,das resenhas de flmes, livros e discos.Os expedientes de CHEAP TRUTH - é in-evitável não retornar a ele - sempre echa-vam com rases de eeito. Gostamos muitode “The Truth Cannot Be Copyrighted”. Seexiste algum código de conduta seguidopelos zineiros, “A verdade não pode tercopyright” é este código. É esta pequenarevolução subterrânea empreendida emquartos lacrados, em madrugadas binárias.Mas o sol nos aguarda...RL
 
                     /      r       :                                  .          v    i                r     .             |                    :   g    i   s           i       .          v    i                r     .         
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