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 Diário da República, 1.
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encontrem a beneficiar de prestações de desemprego,os limites mínimo e máximo da coima são elevadospara
E
400 e
E
2500, respectivamente, sem prejuízodo disposto no número seguinte.3 — Os montantes da coima previstos no númeroanterior são reduzidos para metade nas situações emque a entidade empregadora fundamente o desco-nhecimento da situação através da apresentação deuma das declarações previstas no artigo 2.
o
-C.4 — Sem prejuízo da responsabilidade criminal queao caso couber, as falsas declarações dos beneficiáriosrelativasàsuasituaçãoperanteosistemadesegurançasocial, designadamente no âmbito da relação jurídicaprestacional, previstas na alínea
a
) do n.
o
2 doartigo 2.
o
-C, constituem contra-ordenações puníveiscom coima de
E
100 a
E
700. Artigo 11.
o
-B
Sanção acessória
 Às entidades empregadoras que beneficiem da acti- vidade profissional de trabalhadores que se encon-trem a receber prestações de desemprego, nos casosem que não comuniquem a sua admissão aos serviçosde segurança social ou, tendo-o feito, não os incluamnas declarações de remunerações, e tendo em contaa gravidade da infracção, pode ser aplicada, simul-taneamente com a coima e por período até dois anoscontado a partir da decisão condenatória definitiva,a sanção acessória de privação do acesso a medidasde apoio à contratação e a regimes especiais de isen-ção ou redução da taxa contributiva global.» Artigo 3.
o
Entrada em vigor
O presente decreto-lei entra em vigor no 1.
o
dia útildo 2.
o
mês seguinte ao da sua publicação.Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 9 deNovembro de 2006. —
José Sócrates Carvalho Pinto deSousa — Pedro Manuel Dias de Jesus Marques.
Promulgado em 6 de Janeiro de 2007.Publique-se.O Presidente da República, A
NÍBAL
C
 AVACO
S
ILVA
.Referendado em 8 de Janeiro de 2007.O Primeiro-Ministro,
José Sócrates Carvalho Pinto deSousa.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
Decreto-Lei n.
o
15/2007
de 19 de Janeiro
No Programa do XVII Governo Constitucional rea-firma-se a noção de que os educadores e professoressão os agentes fundamentais da educação escolar.O trabalho organizado dos docentes nos estabelecimen-tos de ensino constitui certamente o principal recursode que dispõe a sociedade portuguesa para promovero sucesso dos alunos, prevenir o abandono escolar pre-coce e melhorar a qualidade das aprendizagens. É neces-sário, por isso, que o Estatuto da Carreira Docente dosEducadores de Infância e dos Professores dos EnsinosBásico e Secundário seja, antes de mais, um instrumentoefectivo de valorização do trabalho dos professores ede organização das escolas ao serviço da aprendizagemdos alunos.O Estatuto da Carreira Docente dos Educadores deInfância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secun-dário (adiante designado abreviadamente por Estatutoda Carreira Docente), aprovado pelo Decreto-Lein.
o
139-A/90, de 28 de Abril, e depois substancialmentealterado pelo Decreto-Lei n.
o
1/98, de 2 de Janeiro,cumpriu a importante função de consolidar e qualificara profissão docente, atribuindo-lhe o reconhecimentosocial de que é merecedora. Contudo, com o decorrerdo tempo e pela forma como foi apropriado e aplicado,acabou por se tornar um obstáculo ao cumprimento damissão social e ao desenvolvimento da qualidade e efi-ciência do sistema educativo, transformando-se objec-tivamente num factor de degradação da função e daimagem social dos docentes. Para tanto, contribuiu emparticular a forma como se concretizou o regime deprogressão na carreira que deveria depender do desen- volvimento das competências e da avaliação de desem-penho dos professores e educadores.Contudo,aformaçãocontínua, em que o País investiu avultados recursos,esteveemregradivorciadadoaperfeiçoamentodascom-petências científicas e pedagógicas relevantes para oexercício da actividade docente. Do mesmo modo, aavaliação de desempenho, com raras excepções apenas,converteu-se num simples procedimento burocrático,sem qualquer conteúdo. Nestas condições, a progressãona carreira passou a depender fundamentalmente dodecurso do tempo, o que permitiu que docentes quepermaneceram afastados da actividade lectiva durantea maior parte do seu percurso profissional tenham che-gado ao topo da carreira. À indiferenciação de funções, determinada pelas pró-prias normas da carreira, veio associar-se um regimeque tratou de igual modo os melhores profissionais eaqueles que cumprem minimamente ou até imperfei-tamente os seus deveres. Nestes termos, não foi possívelexigir dos professores com mais experiência e maiorformação, usufruindo de significativas reduções das suasobrigações lectivas e das remunerações mais elevadas,que assumissem responsabilidades acrescidas na escola.Pelo contrário, permitiu-se até que as funções de coor-denação e supervisão fossem desempenhadas por docen-tes mais jovens e com menos condições para as exercer.Daqui resultou um sistema que não criou nenhum incen-tivo, nenhuma motivação para que os docentes aper-feiçoassem as suas práticas pedagógicas ou se empe-nhassem na vida e organização das escolas.Por estes motivos, o Governo interpretou a neces-sidade de uma profunda alteração do Estatuto da Car-reira Docente como um imperativo político que cumpreatravés do presente decreto-lei. Em primeiro lugar, tra-ta-se de promover a cooperação entre os professorese reforçar as funções de coordenação, pois o seu tra-balho, para que produza melhores resultados, não podeser atomizado e individualizado. Sendo impossível orga-nizar as escolas com base na indiferenciação, é indis-pensávelprocederàcorrespondenteestruturaçãodacar-reira, dotando cada estabelecimento de ensino de umcorpo de docentes reconhecido, com mais experiência,mais autoridade e mais formação, que assegure em per-
 
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manência funções de maior responsabilidadeequecons-titua uma categoria diferenciada. Em todas as outrasprofissões mais qualificadas e designadamente nas queconstituem corpos especiais da Administração Pública,a norma é a diferenciação, expressa em categorias fun-cionais, às quais estão geralmente associadas dotaçõesespecíficas nos respectivos quadros de pessoal. Em con-formidade com estes princípios, a carreira docente pas-sará a estar estruturada em duas categorias, ficandoreservado à categoria superior, de professor titular, oexercício de funções de coordenação e supervisão.Para acesso a esta categoria, estabelece-se a exigênciade uma prova pública que, incidindo sobre a actividadeprofissional desenvolvida, permita demonstrar a aptidãodos docentes para o exercício das funções específicasque lhe estão associadas.Sendo indispensável estabelecer um regime de ava-liação de desempenho mais exigente e com efeitos nodesenvolvimento da carreira que permita identificar,promover e premiar o mérito e valorizar a actividadelectiva, o presente decreto-lei introduz um novo pro-cedimento que, tendo em conta a auto-avaliação dodocente, não assenta exclusivamente nela. Nesse pro-cedimento, a responsabilidade principal pela avaliaçãoé cometida aos coordenadores dos departamentos cur-riculares ou dos conselhos de docentes, assim como aosórgãos de direcção executiva das escolas que, para aatribuiçãodeumamençãoqualitativa,terãodebasear-senuma pluralidade de instrumentos, como a observaçãode aulas, e de critérios, entre os quais o progresso dosresultados escolares dos alunos, ponderado o contextosócio-educativo.No sentido de assegurar que se trata de uma avaliaçãoefectivamente diferenciadora, determina-se, em termossemelhantes aos do regime aplicável aos funcionárioseagentesdaAdministraçãoPública,aexistênciadecincomenções qualitativas possíveis e uma contingentação dasduas classificações superiores que conferem direito aum prémio de desempenho. Os resultados da avaliaçãoserão expressos bienalmente e, portanto, não estarãoassociados aos momentos de possível progressão na car-reira, nem por isso deixando de ter efectivas consequên-cias para o seu desenvolvimento. A definição de um regime de avaliação que distingao mérito é condição essencial para a dignificação daprofissão docente e para a promoção da auto-estimae motivação dos professores, satisfazendo desse modoum dos objectivos expressos no Programa doXVII Governo Constitucional. Para o mesmo fim concorrea integração no Estatuto da Carreira Docente de umanova codificação de direitos e deveres que consagra,em termos inovadores, os direitos à colaboração, à con-sideração e ao reconhecimento da autoridade dos pro-fessores pelos alunos, suas famílias e demais membrosda comunidade educativa, e especifica os seus deveresrelativamente aos diferentes agentes e parceiros dessacomunidade. No respeito dos direitos laborais dosdocentes, estabelecem-se também regras mais exigentesno sentido do cumprimento integral das actividadeslectivas. As alterações introduzidas pelo presente decreto-leino Estatuto da Carreira Docente visam ainda estabe-lecer condições mais rigorosas para o ingresso na car-reira, assegurando que aqueles que obtêm provimentodefinitivo em lugar do quadro preenchem, sem margempara dúvidas, todos os requisitos para o exercício daprofissão docente. Com esse objectivo, introduz-se umaprova de avaliação de conhecimentos, enquanto requi-sito prévio à candidatura aos procedimentos de recru-tamento de pessoal docente, e estabelecem-se novasregras para a observância de um período probatório,realizado sob supervisão e acompanhamento de um pro-fessor mais experiente.Para além da alteração do Estatuto da CarreiraDocente, o presente decreto-lei altera o regime jurídicoda formação contínua de professores, de modo a asse-gurarqueaformaçãonãooprejudicaasactividadeslectivas, mas contribui efectivamente para a aquisiçãoe desenvolvimento de competências científicas e peda-gógicas que sejam relevantes para o trabalho dos docen-tes e particularmente para a sua a actividade lectiva.Semprejuízodosobjectivosenunciados,contempla-seum regime transitório de integração na nova estruturada carreira que tem em consideração os direitos dosdocentes que nela se encontram providos.Foram observados os procedimentos decorrentes daLei n.
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23/98, de 26 de Maio. Assim:No desenvolvimento da Lei n.
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46/86, de 14 de Outu-bro (Lei de Bases do Sistema Educativo), alterada pelasLeis n.
os
115/97, de 19 de Setembro, e 49/2005, de 30de Agosto, e nos termos da alínea
c
) do n.
o
1 doartigo 198.
o
da Constituição, o Governo decreta oseguinte:CAPÍTULO I
Disposições gerais
 Artigo 1.
o
Objecto
O presente decreto-lei altera o Estatuto da Carreirados Educadores de Infância e dos Professores dos Ensi-nos Básico e Secundário, aprovado pelo Decreto-Lein.
o
139-A/90, de 28 de Abril, alterado pelos Decretos--Leis n.
os
105/97, de 29 de Abril, 1/98, de 2 de Janeiro,35/2003, de 17 de Fevereiro, 121/2005, de 26 de Julho,229/2005, de 29 de Dezembro, e 224/2006, de 13 deNovembro, bem como o regime jurídico da formaçãocontínua de professores, aprovado pelo Decreto-Lein.
o
249/92, de 9 de Novembro, e alterado pelos Decre-tos-Leis n.
os
207/96, de 2 de Novembro, e 155/99, de10 de Maio. Artigo 2.
o
 Alteração ao Estatuto da Carreira dos Educadores de Infânciae dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário
Os artigos 1.
o
, 2.
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, 4.
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, 5.
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, 8.
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, 9.
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, 10.
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, 11.
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, 12.
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,13.
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, 14.
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, 15.
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, 17.
o
, 22.
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, 23.
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, 24.
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, 25.
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, 26.
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, 27.
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, 28.
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,30.
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, 31.
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, 32.
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, 34.
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, 35.
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, 36.
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, 37.
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, 38.
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, 39.
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, 40.
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, 41.
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,42.
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, 43.
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, 44.
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, 45.
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, 46.
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, 47.
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, 48.
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, 49.
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, 54.
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, 56.
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,59.
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, 61.
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, 62.
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, 65.
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, 66.
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, 67.
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, 68.
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, 69.
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, 70.
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,71.
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, 72.
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, 73.
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, 74.
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, 76.
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, 77.
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, 78.
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, 79.
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, 80.
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, 82.
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, 83.
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,84.
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, 85.
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, 86.
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, 87.
o
, 91.
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, 94.
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, 100.
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, 101.
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, 102.
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, 103.
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,108.
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, 109.
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, 110.
o
, 111.
o
, 115.
o
, 119.
o
, 132.
o
, 133.
o
, 134.
o
e 135.
o
, todos do Estatuto da Carreira dos Educadoresde Infância e dos Professores dos Ensinos Básico eSecundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.
o
139-A/90,de 28 de Abril, alterado pelos Decretos-Leis n.
os
105/97,de 29 de Abril, 1/98, de 2 de Janeiro, 35/2003, de 17de Fevereiro, 121/2005, de 26 de Julho, 229/2005, de
 
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29 de Dezembro, e 224/2006, de 13 de Novembro, pas-sam a ter a seguinte redacção:«Artigo 1.
o
[. . .]
1 — O Estatuto da Carreira dos Educadores deInfância e dos Professores dos Ensinos sico eSecundário, adiante designado por Estatuto, aplica-seaos docentes, qualquer que seja o nível, ciclo deensino, grupo de recrutamento ou área de formação,que exerçam funções nas diversas modalidades do sis-tema de educação e ensino não superior, e no âmbitodos estabelecimentos públicos de educação pré-es-colar e dos ensinos básico e secundário na depen-dência do Ministério da Educação.2 — O presente Estatuto é ainda aplicável, comas necessárias adaptações, aos docentes em exercícioefectivo de funções em estabelecimentos ou institui-ções de ensino dependentes ou sob tutela de outrosministérios.3 — Os professores do ensino português no estran-geiro bem como os docentes que se encontrem a pres-tar serviço em Macau ou em regime de cooperaçãonos países africanos de língua oficial portuguesa ououtros regem-se por normas próprias. Artigo 2.
o
[. . .]
ParaefeitosdeaplicãodopresenteEstatuto,con-sidera-se pessoal docente aquele que é portador dehabilitação profissional para o desempenho de fun-ções de educação ou de ensino, com carácter per-manente, sequencial e sistemático, ou a título tem-porário, após aprovação em prova de avaliação deconhecimentos e de competências. Artigo 4.
o
[. . .]
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 a
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 b
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 c
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 d
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 e
) Direito à consideração e ao reconhecimento dasua autoridade pelos alunos, suas famílias e demaismembros da comunidade educativa;
 f 
) Direito à colaboração das famílias e da comu-nidade educativa no processo de educação dos alunos. Artigo 5.
o
[. . .]
1 — O direito de participação exerce-se no quadrodo sistema educativo, da escola e da relação com acomunidade.2 — O direito de participação, que pode ser exer-cido a título individual ou colectivo, nomeadamenteatravés das organizações profissionais e sindicais dopessoal docente, compreende:
 a
) O direito a emitir opiniões e recomendaçõessobre as orientações e o funcionamento do estabe-lecimento de ensino e do sistema educativo;
 b
) O direito a participar na definição das orien-tações pedagógicas ao nível do estabelecimento deensino ou das suas estruturas de coordenação;
 c
) O direito à autonomia técnica e científica e àliberdade de escolha dos métodos de ensino, das tec-nologias e técnicas de educação e dos tipos de meiosauxiliares de ensino mais adequados, no respeito pelocurrículo nacional, pelos programas e pelas orienta-ções programáticas curriculares ou pedagógicas em vigor;
 d
) O direito a propor inovações e a participar emexperiências pedagógicas, bem como nos respectivosprocessos de avaliação;
 e
) O direito de eleger e ser eleito para órgãos cole-giais ou singulares dos estabelecimentos de educaçãoou de ensino, nos casos em que a legislação sobrea sua gestão e administração o preveja.3 — O direito de participação pode ainda ser exer-cido, através das organizações profissionais e sindicaisdo pessoal docente, em órgãos que, no âmbito nacio-nal, regional autónomo ou regional, prevejam a repre-sentação do pessoal docente. Artigo 8.
o
[. . .]
1 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .
 a
) A prevenção e redução dos riscos profissionais,individuais e colectivos, através da adopção de pro-gramas específicos dirigidos à melhoria do ambientede trabalho e promoção das condições de higiene,saúde e segurança do posto de trabalho;
 b
) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .2 — . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Artigo 9.
o
Direito à consideração e à colaboraçãoda comunidade educativa
1 — O direito à consideração exerce-se no planoda relação com os alunos, as suas famílias e os demaismembros da comunidade educativa e exprime-se noreconhecimento da autoridade em que o docente estáinvestido no exercício das suas funções.2 — O direito à colaboração das famílias e dosdemais membros da comunidade educativa com-preende o direito a receber o seu apoio e cooperaçãoactiva, no quadro da partilha entre todos da respon-sabilidade pelo desenvolvimento e pelos resultadosda aprendizagem dos alunos. Artigo 10.
o
Deveres gerais
1 — O pessoal docente está obrigado ao cumpri-mento dos deveres estabelecidos para os funcionáriose agentes da Administração Pública em geral.2 — O pessoal docente, no exercício das funçõesque lhe estão atribuídas nos termos do presente Esta-tuto, está ainda obrigado ao cumprimento dos seguin-tes deveres profissionais:
 a
) Orientar o exercício das suas funções pelos prin-cípios do rigor, da isenção, da justiça e da equidade;
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