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Celebração da DisciplinaCelebração da Disciplina
O Caminho do Crescimento EspiritualO Caminho do Crescimento Espiritual
Richard J. Foster 
Editora VidaISBN: 8573671386Ano: 1983Formatado por SusanaCap
 
ÍNDICE
P
REFÁCIO
Muitos livros que versam sobre a vida interior,porém não há muitos que combinem verdadeiraoriginalidade com integridade intelectual. Não obstante, foiexatamente esta combinação que Richard Foster conseguiuproduzir. Imerso como está nos clássicos devocionais, oautor ofereceu-nos um cuidadoso estudo que pode, de simesmo, ser de grande valor por longo tempo. Embora opresente volume demonstre o quanto deve aos Clássicos, olivro não é sobre eles; ele representa, em vez disso, obragenuinamente original.O que nos chama a atenção de imediato é o caráteramplo do empreendimento corrente. Muitos livroscontemporâneos lidam com aspectos particulares da vidainterior. Este, pom, é diferente porque trata de umavariedade surpreendente de tópicos importantes; grandeparte do frescor de seu tratamento resulta de sua ousadia.O autor empenhou-se em examinar um largo espectro deexperiência, desde a confissão até à simplicidade e à
 
alegria. Uma vez que o produto acabado é o resultado deampla leitura e de cuidadosa atividade pensante, este nãoé o tipo de livro que pode ser escrito às pressas ou demodo barato.As fontes de discernimento o variadas, sendo asprincipais delas as Escrituras Sagradas e os reconhecidosclássicos de devoção; estas pom, o o as únicasfontes das quais o autor se valeu. O leitor cuidadoso logopercebe uma grande dívida também para com ospensadores seculares. Tendo-se em vista o fato de que oautor é quacre, não é de surpreender que sejamproeminentes as contribuições dos escritos quacresclássicos. Essas contribuições incluem as obras de GeorgeFox, John Woolman, Hannah Whitall Smith, Thomas Kelly emuitos outros. O objetivo aqui não é sectário masgenuinamente ecumênico, visto que os discernimentosimportantes nunca devem limitar-se ao grupo do qual seoriginam. O que nos é dado é, por conseguinte, umexemplo da universalidade da participação.O tratamento dado à simplicidade é especialmentevalioso, e parte porque não é simples. Na verdade, os dez“princípios controladores” da simplicidade, explicados noCapítulo VI, são por si mesmos justificativa suficiente parao aparecimento de outro livro sobre a vida espiritual. Osdez princípios enunciados, conquanto arraigados nasabedoria antiga, fazem-se surpreendentementecontemporâneos.O autor entende muito bem que a ênfase sobre asimplicidade pode transformar-se em armadilha. É por istoque ele não aceitará nada tão óbvio como a adoção de umaatitude clara, embora possa dizer concisamente: “Enforquea moda. Compre somente o que lhe for necessário.” Eis aí uma proposta radical que, se adotada de modo amplo,libertaria imensamente as pessoas que o timas dosanunciantes, em particular na televio. Resultaria umaautêntica revolução cultural se um número considerável depessoas obedecesse à incisiva ordem:
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