O Modelo de Auto-avaliação das Bibliotecas Escolares: metodologias de operacionalização(Conclusão)Práticas e Modelos de Auto-Avaliação das BE: Turma 31
A Auto-Avaliação da BE integrada naAvaliação da Escola
O quadro que se segue procura mostrar como se cruzam as possíveis informações
resultantes da auto-avaliação da BE, nos seus diferentes
Domínios
, com os
Campos
e
Tópicos
estabelecidos pela IGE. De facto, verifica-se a integração das diversas áreas deacção da BE (representadas pelos quatro
Domínios
), nas áreas fundamentais da escola,tal como se integra, consequentemente, a informação decorrente da auto-avaliação daBE nos
Campos
em avaliação, particularmente em cada
Tópico
.Para a construção do quadro, optei por
complementar
as referências do documento«Tópicos para a Apresentação da Escola
–
campos de análise de desempenho», que meserviram de base orientadora, com as informações do «Quadro de Referência para aAvaliação de Escolas e Agrupamentos»
. Esta “fusão” permitiu
-me contemplar maisalguns aspectos, para além dos que são apontados pelo primeiro documento, e assimencontrar novos pontos de identidade entre a avaliação da escola e a auto-avaliação daBE.O grande documento de referência deste quadro foi, no entanto, o Modelo de Auto-Avaliação da Biblioteca Escolar (2009), especialmente no que se refere aos
Perfis de Desempenho
, descritos para cada
Domínio/ Subdomínio
em avaliação, uma vez queesses descritores caracterizam a BE na fase final do processo de auto-avaliação, deacordo com a análise efectuada e os resultados obtidos, atribuindo-lhe um determinado
nível
de desempenho. Esse
nível
e esse
perfil
em que se situará a BE irão integrar oRelatório de Auto-Avaliação que se apresentará aos órgãos competentes e permitirãointegrar a realidade da BE na auto-avaliação da escola/ agrupamento. E, posteriormente,permitirão apresentar essa realidade às equipas de avaliação da IGE.
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