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- ESAF - Direito Previdenciário em Exercícios

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Apostila voltada para concursos da ESAF
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07/09/2013

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CURSOS ON-LINE – DIREITO PREVIDENCIÁRIO EM EXERCÍCIOSPROFESSOR FÁBIO ZAMBITTEwww.pontodosconcursos.com.br
1
 Pessoal, seguem abaixo exercícios comentados como aulademonstrativa de nosso curso de provas comentadas.O curso será composto de 10 aulas, nas quais irei comentar provas daESAF, como esta do SERPRO que segue abaixo, e a última prova daESAF sobre previdenciário em 2003 (nas próximas aulas), algumas daCESPE/UnB adaptadas para múltipla-escolha, além de diversosexercícios propostos.Aproveitaremos os exercícios para, a partir deles, revisarmos os pontosmais importantes da teoria.Aconselho que somente iniciem a resolução do material após teremdado início aos estudos de teoria. Dessa forma, seu aprendizado serámuito mais proveitoso.Boa sorte!
AULA 0: DIREITO PREVIDENCIÁRIO - SERPRO 2001 ESAF 
36- A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações deiniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a asseguraros direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social. Emrelação a essas ações podemos afirmar que:a)A universalidade da cobertura e do atendimento é princípio exclusivodas ações de saúde e assistência social, por serem prestadasindependentemente de contribuição.b)A seletividade e a distributividade na prestação dos benefícios eserviços da seguridade social, não se constituem em princípios ouobjetivos de natureza constitucional.c)Os princípios da eqüidade na forma de participação no custeio e dadiversidade da base de financiamento têm em conjunto idêntico objetivoinstitucional voltado à distribuição igualitária dos benefícios.d)O caráter democrático e descentralizado da administração, mediantegestão quadripartite, com participação dos trabalhadores, dosempregadores, dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados,integra os objetivos da seguridade social.e)O princípio da irredutibilidade do valor dos benefícios previdenciáriosveda o pagamento de qualquer benefício com valor inferior ao saláriomínimo.
 
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Gabarito: D
a) A Universalidade de Cobertura e Atendimento, exposta no art. 194,parágrafo único da Constituição como objetivo da seguridade social, mastraduzindo verdadeiro Princípio do sistema securitário, é extensiva aostrês segmentos da seguridade: previdência social, assistência social esaúde (Art. 194, parágrafo único, I, CRFB/88). Daí resulta o erroevidente do item.A Universalidade é de cobertura (atendendo a todos os riscos sociais –doenças, acidentes, velhice, etc) e de atendimento (abrangendo toda asociedade).Na verdade, é esse Princípio que justifica a criação do seguradofacultativo do Regime Geral de Previdência Social, na medida em quepermite a participação no sistema previdenciário de pessoa que nãoexerce atividade remunerada (Art. 11, RPS).Ainda, deve-se tomar cuidado com o seguinte: as ações nas áreas deassistência social e a saúde são, ao contrário da previdência, realmenteprestadas independente de contribuição, mas isso não quer dizer que asações assistenciais não sejam abrangidas pelo Princípio da Pré-existência da Fonte de Custeio (Art. 195, § 5°, CRFB/88), pois adispensa é da contribuição do
beneficiário direto
, ou seja, daquele quereceberá a prestação assistencial ou médica.Naturalmente, haverá custeio para essas prestações positivas doEstado, até porque direitos não “dão em árvores”. Quem paga a conta?A sociedade, por meio das contribuições sociais.b) Tais preceitos são expressamente previstos no art. 194, parágrafoúnico, III, CRFB/88. O item é incorreto.A idéia é a limitação de alguns benefícios a segurados mais carentes,como ocorre hoje com o salário família, limitado ao segurado de baixarenda.A seletividade foi expressamente aplicada ao salário-família e ao auxílio-reclusão, ambos limitados ao segurado (salário-família) ou dependentedo segurado (auxílio-reclusão) de baixa renda.A distributividade é conseqüência da solidariedade do sistema, pois umapessoa que tenha ficado inválida logo no início do seu labor, terágarantido o benefício, apesar das poucas contribuições que fez. Seubenefício será custeado pelas contribuições dos demais segurados.c) Na verdade esses preceitos previstos no art. 194, parágrafo único, Ve VI da Constituição são relativos ao financiamento da seguridade social,refletindo norma programática direcionada ao legislador para que esteelabore normatização compatível com as peculiaridades de cada espécie
 
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de segurado, além de manter a garantia do equilíbrio financeiro dosistema com a adoção de diversas fontes de custeio, de modo que aoscilação da arrecadação de uma delas não traga prejuízos irreversíveisao sistema.Como conseqüência desse dispositivo constitucional, temos o art. 195, §9º, que permite que as alíquotas ou base de cálculo das contribuiçõesdo art. 195, I, ou seja, as contribuições de empresa, sejam alteradasem razão da atividade econômica realizada ou da utilização intensiva demão-de-obra, do porte da empresa ou da condição estrutural domercado de trabalho (EC 47/05).Por exemplo, um banco e o bar do seu Manuel são empresas para finsprevidenciários, e não seria razoável que ambos tivessem a mesmaalíquota de incidência sobre a folha de salários, porque o banco exerceuma atividade econômica muito maior, além do faturamento muito altopara pouca mão-de-obra, proporcionalmente comparando.Daí essa regra ser uma conseqüência da equidade do custeio, que é umprincípio da seguridade social.É importante perceber a alteração da EC 47/05.A nova redação dada ao art. 195, § 9º da Constituição passa a autorizaralterações de alíquotas ou bases de cálculo das contribuições sociaispatronais também em razão do porte da empresa ou da condiçãoestrutural do mercado de trabalho. A redação dada pela EC n° 20/98permitia tal alteração somente devido à atividade econômicadesenvolvida ou utilização intensiva de mão-de-obra.Tal dispositivo, direcionado ao Legislador (já que as contribuições sociaisnão são exceção ao Princípio da Legalidade), visa materializar o princípioda equidade no custeio (art. 194, parágrafo único, V, CRFB/88), este,por sua vez, derivado do Princípio maior da isonomia.É certo que o equilíbrio financeiro e atuarial é necessidade inarredáveldo sistema previdenciário, tendo como consectário o caráter contributivodo sistema de seguro social. Todavia, tal característica, aliada àequidade no custeio, impõe ao Legislador o trato diferenciado dealgumas situações, as quais podem e devem ser diferentementeregulamentadas, como empresas da área rural, cooperativas,instituições financeiras etc.Com a nova redação, torna-se expressa a possibilidade de alterações dealíquotas e bases de cálculo no intuito de garantir tratamento favorecidopara pequenas empresas, com menor porte, que certamente dispõe dereduzido capital para os aportes compulsórios do sistema de segurosocial, além de estarem mais expostas às flutuações de demanda.

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