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Cibercultura - caminhos para a transdiciplinadridade

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Ensaio sobre a relação cibercultura e transdiciplinaridade para a disciplina Sociedade da Informação do curso de pós-graduação da UFBA, Cibercultura. Trata sobre as questões da transdisciplinaridade e a similaridade nas propostas de construção do conhecimento entre a Cibercultura e a Transdisciplinaridade.
Ensaio sobre a relação cibercultura e transdiciplinaridade para a disciplina Sociedade da Informação do curso de pós-graduação da UFBA, Cibercultura. Trata sobre as questões da transdisciplinaridade e a similaridade nas propostas de construção do conhecimento entre a Cibercultura e a Transdisciplinaridade.

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CIBERCULTURACAMINHOS PARA A TRANSDISCIPLINARIDADE
Ensaio para a disciplina Fundamentos da Sociedade da InformaçãoCurso de pós-graduação em Comunicação e Cultura ContemporâneasFaculdade de Comunicação da UFBAProfessor André Lemos
Autor: Luciana Gomes FerreiraNovembro/2006
 
Apresentação
Como palavras introdutórias para este ensaio gostaria de dizer que tive imensadificuldade em articular meus saberes à produção deste texto a partir dos conceitossobre Cibercultura, não por ser um tema difícil, mas por se configurar novidade paramim e pelo caminho intelectual que tinha traçado até aqui. Apesar de ser simpatizantedas novas formas de tecnologias da comunicação e de utilizar os ciberespaços, até comcerta intimidade, não havia penetrado nas questões filosóficas do tema e pensado a realdimensão do significado da Cibercultura.Percebi uma intima ligação das teorias, oriundas de outras áreas do conhecimento comoa sociologia, filosofia, educação, comunicação e até as das ciências exatas que sãoaplicadas ao estudo da Cibercultura e se entrelaçam nesse novo conceito. Análises como enfoque positivo e negativo sobre a sociedade da informação e as transformaçõestrazidas pelas novas tecnologias foram elaboradas com bastante propriedade pelosautores que li, mas algo me deixava em dúvida sobre que opção adotar para dissertar minhas idéias. Tendia pelo positivismo, mas entendo, colocando aqui a grosso modo,que não há possibilidade de separar totalmente o mal do bem, pois ambos fazem partede uma mesma “moeda”, mas as nossas percepções e escolhas é que nos levam a optar  por uma das duas realidades.Essa análise me levou a pensar nas questões da transdisciplinaridade e a partir daí percebi o quanto havia de similaridade nas propostas de construção do conhecimentoentre a Cibercultura e a Transdisciplinaridade. Este ensaio foi a primeira proposta etentativa de aproximação entre as duas áreas do conhecimento sendo elaboração deminha autoria e é bem provável que tenha cometido muitos equívocos, e por isso mecoloco completamente aberta a críticas e correções, ou mesmo até a total invalidação daminha idéia, pois posso ter feito uma conexão impossível.Enfim, justifico esta minha proposta porque acredito nas minhas idéias e acho que seamadurecidas podem contribuir para a expansão coletiva do pensamento diverso, tendoinclusive, nesta oportunidade, a possibilidade de orientação na direção das minhasidéias.
 
Introdução
Pensar sobre a Cibercultura é refletir sobre os avanços humanos em termos de relaçãosocial com a tecnologia e consigo mesmo. O que pode ser dito e ouvido sobre o temaque já não tenha sido dito antes por muitos estudiosos? Em tese só o que está por vir,mas em antítese a minha versão! É aqui que está a evolução. Na Cibercultura a “posseda palavra” já não é exclusividade apenas dos detentores dos meios de comunicação enem dos formadores de opinião, qualquer indivíduo, que tenha as condições técnicas eesteja disposto a emitir uma opinião para o mundo, fazer uma contribuição artística ouintelectual pode se mobilizar para tal empreitada.Sem dúvida é uma nova forma de viver no mundo que pede uma nova forma deentender o mundo. A idéia não é ignorar os problemas sociais, econômicos, e moraisque nos cercam e precisam ser solucionados, mas partir do pressuposto de que emmomento algum da história humana, nenhuma sociedade conseguiu a liberdade,igualdade, fraternidade e a expansão do conhecimento tão sonhadas e apesar de todos os problemas que enfrentamos não se consegue “frear” os avanços técnicos que Rodrigues(1994) define muito bem: “os modos técnicos de fazer, materiais ou não, oconstituídos por procedimentos visando a realização de um resultado, concebido emfunção de um projeto, modos de fazer reprodutíveis e que se quer, se pode, e se sabetransmitir a outros”. Nessa busca pela reprodutividade e compartilhamento, vê-se o empenho de muitoshomens, cientistas e não cientistas, por descobrirem tecnologias que melhorem a vida detodos. Mas foi na maior parte das vezes, na tentativa de subjugar, que o homemencontrou as soluções técnicas da modernidade, embora essas novas soluções acabem por abrir as possibilidades de incluir cada vez mais e mais pessoas no contexto modernode existir, que é participar política, social e economicamente das decisões. É evidente, efelizmente benéfico, a impossibilidade de confinar o conhecimento.Ocorria que o conhecimento que ia sendo acumulado ao longo da história dahumanidade só beneficiava as sociedades do mundo uma, duas, três gerações depois deconhecidas, a exemplo da Declaração Universal dos Direitos do Homem, proclamada pela ONU em 1948, que propõe os “Direitos Humanos” como ideal comum a ser atingido por todos os povos e todas as nações”, e foram elaborados a partir dos ideaisiluministas do século XVIII, ou seja, esperou-se cerca de 200 anos entre o “surgimento”da idéia e sua aplicabilidade
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 Na Cibercultura, esta nova forma de entender e se relacionar no mundo, permite oencontro de gerações, em tempo real, a difundir idéias, dividir os espaços e possibilidades, principalmente com o advento da internet, rede de ligação mundial paratransferência de dados, conhecimentos e amplificação da comunicação em escalamundial.“...
a internet é um espaço de comunicação propriamente surrealista, do qual ‘nada é excluído’, nem o bem, nem o mal, nem suas múltiplas definições, nem a discussão quetende a separa-los sem jamais conseguir. A internet encarna a presença da

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