Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword or section
Like this
21Activity

Table Of Contents

0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
ResumoDoLivro Multimedia

ResumoDoLivro Multimedia

Ratings: (0)|Views: 2,852 |Likes:
Published by luisje

More info:

Published by: luisje on Dec 28, 2009
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

07/10/2013

pdf

text

original

 
PRÓLOGO
O DESAFIO DA CRIATIVIDADE
Base de UtilizadoresPossibilidades CriativasUma descrição de senso comum de multimedia pode ser: A capacidade de combinar aspossibilidades criativas da rádio e televisão, jornais, livros, revistas, filmes animados e discos demúsica, num conjunto de ficheiros de computador acessíveis pela mesma peça de software paraproporcionar uma experiência integrada semelhante, onde as entradas do utilizador dentro decertos limites, determina a maneira na qual o material é acessado. É pois interactivo.Tem um grande poder criativo.InteractividadeA mudança de formas analógicas lineares para estruturas criativas não-lineares digitais serágradual.Vinho Velho em Garrafas NovasEditores digitais não-lineares são agora usados para criar narrativas lineares tradicionais, maseste filme é digitalizado e editado não linearmente.Mas ensinar crianças a ler usando livros multimedia falantes correndo num computador queregista o seu progresso adiciona um valor e cria uma nova ordem de experimentação.A enciclopédia.O conteúdo é fundamental para novas capacidades tais como arquitectura da informação. Desteponto de vista, a produção ultimedia é mais como a feitura de um filme.Igualmente, o papel da profissão de designer gráfico no desenvolvimento multimedia, não deveser substimado, tendo sido movidos para o domínio audio-visual, o que constitui um enormedesafio para a profissão.Investigação e MultimediaTeóricos culturais, muitos dos quais nunca tentaram praticar o fenómeno acerca do qual falam.Mas jovens que trabalham individualmente ou em grupo, criam uma indústria de sucesso onde taltrabalho inventivo de pequena escala é muito difícil. Comunidades virtuais podem formar-serapidamente.O crescimento do media digital é facilitado parpopriadamente pela velocidade de comunicaçãopermitida hoje.E crescerão num virtualmente infinito nº de maneiras.Taxonomia do MultimediaO livro de referência, seja diconário ou enciclopédia; o atlas multimedia; Museus virtuais.Educação é uma área onde o potencial de desenvolvimento é enorme. existe já muita coisa masde forma rudimentar, mas infinitas possibilidades mantêm-se para ser realizadas.Jogos de computador – alguns destes utilizadores seguirão e tornar-se-ão criadores sofisticadosde produtos multimedia, que advirá da sua experiência como jogadores.Em termos de aplicações para adultos, não há multimedia equivalentes aos killer applications, nãohá paradigma criado, ainda.ConclusãoA criatividade analógica deve enformar a tecnologia digital. Aqueles que usam algum media decomunicação, novo ou vleho, digital ou analógico, devem ter algo de interessante e que valha apena, para dizer.
 
CAP. 1 INTRODUÇÃO
A escura e tempestuosa noite pode ser representada em diferentes media; cada qual nos conta ahistória através de diferentes meios, apellando a diferentes sentidos. Uma das visões chave emcomputadores é que todos esses media podem ser representados digitalmente, como umacolecção estruturada de bits, e podem depois ser manipulados por programas em computador,guardados em discos e outros dispositivos de armazenamento, e transmitidos sobre redes. A suarepresentação digital partiçhada significa que diferentes media podem ser combinados naquiloque é pobremente chamdo de
multimedia
.A integração dos media é natural – tal como percebemos o mundo.O que distingue o multimedia digital das prévias formas de combinar os media? É o facto de queos bits que representam texto, som, imagens, etc. poderem ser tratados como dados pelosprogramas de computador.O multimedia digital pode ser interactivo.Diferentes opções de interface podem ser oferecidas para utilizadores com diferentes gostos enecessidades.
CONTEXTO HISTÓRICO
Mas, na escala de tempo das mudanças culturais, o multimedia chegou há muito pouco.Mais tarde, tudo o que não fosse um écran de cinema para projectar um filme, era dado comoexcêntrico.Como o cinema adoptou as mesmas formas do texto dos jornais, da mesma forma, o multimediaainda adopta o formato dos anteriores media. O exemplo mais óbvio é a enciclopédia.No multimedia, parte do que presentemente falta é uma real compreensão de como podemos tirarvantagens do facto do multimedia digital ser dados, integrar a apresentação do multimedia com acomputação.
TERMINOLOGIA
O que se chama a uma mistura de media sob o controlo de software?Assim, há um continuum de produções que simplesmente apresentam o material de uma formafixa, através de interactividade complexa incrementada, até aplicações que geram multimediadinamicamente.Não há um termo satisfatório ainda para o acto da pessoa que “vê” um produto multimedia,embora se use o termo vago de
utilizador
.Pode ser útil distinguir entre
multimedia
e
múltiplos media
. A distinçãoé melhor compreendidado ponto de vista do utilizador.Uma produção em media múltiplo requer que mudemos entre modalidades. O verdadeiromultimedia requer que combinemos modalidades (como fazemos na vida real, andando numa lojapor ex.).Consideraremos o multimedia como qualquer combinação de dosi ou mais media, representadosde forma digital, suficientemente bem integrados para ser apresentados via uma única interface,ou manipulados por um único programa de computador.
ENTREGA
É útil distinguir entre entrega online e offline.Quando o multimedia é entregue offline, algum media de armazenamento removível tem de serusado.O CR-Rom nos meados dos 90s, apesar de passar um vídeo em écran total, de forma suave, dumCD-Rom é ainda impossível sem suporte adicional de hardware.O CD-Rom nunca apnhou totalmente a imaginação do público. Os altos custos dedesenvolvimento -> preço alto, sendo que a entrega online é largamente vista como o futuro domultimedia.Em 1995 a indústria criou o DVD (Digital Video Disk, que mudou depois para Versatile como formade emendar a mão pois dá para qualquer dado digital). A sua cpacidade pode ir até aos 17Gbytesnum disco de dupla face, com relações de transferência similares aos drives de CD-Rom. Apesarde serem por vezes usados para distribuir software, DVDs não se tornaram um substituto do CD-Rom, sendo mais usados para o seu propósito original de distribuir video de alta-qualidade.Assim, o DVD tornou-se num novo menu para o multimedia interactivo, embora de uma naturezarudimentar.
 
A entrega online, contudo, oferece possibilidades que não estão disponíveis offline. permite aentrega de conteúdo multimedia (quase) ao vivo, o que permite a vídeoconferência, emissãomultimedia.
NÃO-LINEARIDADE
Há correntemente 2 modelos em uso para combinar elementos de media de diferentes tipos:
page-based
e
time-based
.No primeiro, texto, imagens, e vídeo são colocados num arranjo bidimensional que se assemlha àmaneira em que textos e imagens são colocados em livros e magazines. Os elementos time-based, tais como vídeo clips e som, são embebidos na página como se fossem imagens,ocupando uma área fixa. Há controlos para play,...Páginas individuais podem ser combinadas usando
links
.Essas páginas multimedia ligadas são conhecidas como
hypermedia
. O exemplo mais ebmconhecido de um sistema hypermadia é a WWW.Em contraste, o multimedia time-based faz do tempo o princípo central organizador. Os elementossão arranjados no tempo, frequentemente usando uma linha do tempo, de modo a que sejamapresenatdos como uma sequência.Uma
apresentação
multimedia (como chamaremos a uma tal produção timeline-based) incorporafrequentemente o paralelismo. Os elementos podem ser sincronizados.A tecnologia multimedia time-based mais largamente usada na Web é a Flash.Os slideshows em Powerpoint fornecem o mais básico tipo de apresentação multimedia.*** Um 3º modelo para combinar media é exemplificado pelo VRML, e em certa medida, peloMPEG-4. Aqui, os elementos são colocados num cenário tridimensional. O utilizador pode mover-se no espaço 3-D e inspeccionar as imagens ou objectos que encontrar. Podem ser incorporadoslinks. É mais encontrado em jogos. A aparente falha no VRML em conseguir larag aceitação e afalate de suporte comercial do MPEG-4 standard, significa que actualmente não há standard paramultimedia baseado em cenas***.As produções multimedia baseadas em ambos os modelos são frequentemente aumentadas comcaracterísticas de interactividade.Loops e estruturas de salto, que em certa medida relembram os links das páginas de hypermedia.scripts podem também ser escritos para causar acções que ocorrem depois de um certo períodode tempo, ou em resposta a eventos tais como fim dos video clips.A distinção entre os nossos modelos de combinação de media está pois de certa forma nublada.Um conceito que une os 2 modelos á a não-linearidade.
INTERACTIVIDADE
É frequentemente tida como a característica que distingue o multimedia digital dos outros formatosde combinar media, tais como a televisão.Ainda é limitada.Contudo, prover escolhas num programa de computador é mais fácil que via um dispositivo dehardware.As possibilidades expandem-se combinatoriamente. Ex. 4 escolhas de 5 níveis permitem 1024possibilidades de experienciar uma produção.Mas o controlo último permanece com o produtor mesmo que umj crescente nº de escolhas nãoenriqueça necessariamente uma produção. Ex. horários de comboios. E nenhuma quantidade deinteractividade pode compensar um conteúdo pobre.O carácter da interacção pode ser apreciado como ele acontece num jogo popular – Myst, que nosdá um mundo fantástico para explorar. Ele demonstra como a interactividade, quando embebidanum ambiente rico com gráficos de alta-qualidade e som evocativo, pode aumentardramaticamente a atractividade de um produto.*** ‘Interactividade é na realidade um nome impróprio. a verdadeira interacção só é possívelquando outra pessoa está envolvida***.A interactividade pode ainda ser inapropriada e redundante e deve ter-se em conta que omultimedia não é aprpopriado para tudo – ex. ler um livro.Interfaces de UtilizadorOs meios pelos quais as escolhas podem ser apresentadas aos utilizadores podem variarenormemente. Num extremo temos um conjunto estilizado de elementos de interface de utilizador – menus, caixas de diálogo,...; no outro extremo, interacção em alguns jogos é essencial.mete deforma-livre, com qualquer parte do écran capaz de causar uma resposta em algum momento.

Activity (21)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
1 thousand reads
Nathan Sandi liked this
Sandra Santos liked this
Simson Livera liked this
Catia Santos liked this
paulo liked this

You're Reading a Free Preview

Download
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->