Filipe Pires Adrian Ray-Sky
3
–
Isto é verdade, Polidon
’hian?
–
Sim, vossa alteza.
–
respondeu Polidon curvando-se.
–
Então sairão daqui ilesos.
–
continuou o rei.
–
O seu pai não gostaria de vê-lo aqui, meu jovemPolidon, ele não gosta que tu vejas as minhas acções.
–
Eu sei, desculpe.Os dois rapazes saíram a passo rápido por onde entraram. Deram a volta à sala do trono econtinuaram o caminho.Quando chegaram à bolha certa, entraram em ruas e ruelas, subiram escadas e escadarias, e foramdar a uma casa pequena mas muito bonita. Tinha vasos por todas as varandas, as janelas eram redondase tinham uma luz amarela a sair de cada uma, não havia telhado, e um terraço encontrava-se no topo.Era a casa de Polidon.A bem da verdade, todas as casas eram parecidas com a de Polidon. Nenhuma tinha telhado, todasas pessoas punham vasos e tinham um grande gosto por janelas redondas, etc.Ao entrar naquela casa, erguia-se um corredor com um tapete de ceda. Dos lados da entradaestavam a cozinha e a sala, mais à frente haviam os quartos e só ainda mais à frente é que se via oescritório do pai de Polidon.No escritório havia pedras esculpidas em todas as bordas, tinham desenhos de tentáculos denautolano a 3D, era costume daquela espécie.No momento em que Adrian parou de observar os tentáculos, Polidan falou a seu pai:
–
Pai, este é o meu novo amigo, é o Adrian.O pai era construtor de bolhas, e naquele momento estava a fazer um projecto de uma máquinaconstrutora de bolhas, o qual estava na sua secretária enfeitada também com esculturas de tentáculos.Mas mesmo com a trabalheira que tinha para fazer, ainda falou:
–
Olá, meu filho!
–
exclama o pai
–
Não se cumprimenta o papá?
–
Desculpa pai, mas quero que conheças o meu amigo.
–
Muito bem! E como é que se chama este rapaz?Na cara de Adrian via-se a vergonha, mas um pouco depois, uma voz saiu da boca dele:
–
Olá, eu sou Adrian.
–
O que te traz aqui?
–
Polidon levou-me para vos conhecer.
–
Então vai à mãe do meu filho, ela adora visitas!Parecia que o pai de Polidon os tinha despachado, mas logo que Rai-Sky viu a mãe do amigo,esqueceu-se daquilo.Ela ia com uma prateleira de bolachas nas mãos, mas logo que ficou com as mãos livres, encheu-ode beijos, e Adrian riu-se às gargalhadas.Depois de se conhecerem, Adrian propôs irem todos conhecer os pais dele, e assim aconteceu. Opai largou projecto, a mãe as bolachas, e foram todos até à costa.Saíram da areia, andaram dois quarteirões, viraram à esquerda, depois à direita e chegaram a casade Rai-Sky.Antes de sequer terem tempo de bater à porta, uma cápsula de ataque cai na rua ao lado. Umestrondo enorme é ouvido, e logo, logo a porta abre e os pais de Adrian aparecem assustados.Algumas pessoas aproximam-se da cápsula, mas u fumo é tanto que não se vê nada, até uma luzvermelha aparecer entre a fumaça e o ar, logo de seguida sai do fumo e a imagem é nítida e clara: umDróide de Exploração.
Dróide de Exploração
–
O dróide de exploração é um dróide construído pelos separatistas conhecido pela sua habilidade de se esconder e de explorar locais. O dróide de exploração é redondo mas achatadoem cima e em baixo, tem um olho vermelho, no meio uma arma leizer e tem uns braços saídos de baixo.Também consegue voar a grandes velocidades.
As pessoas afastaram-se assustadas, e o dróide começou aos tiros, assim ferindo várias pessoas.
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