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Filipe Pires Adrian Ray-Sky
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Adrian Rai-Sky
Numa galáxia muito distante da nossa, a República Galáctica governa.Centenas de planetas habitados por seres seguem as ordens da República. Apenas alguns viviam vidasinjustas, e normalmente por razões que a República não podia ajudar.Os habitantes de quatro grandes planetas, revoltaram-se contra a república, os Logompos, osTumbantes, os Cordexs e os Polivenes. Os quatro povos, já com um planeta conquistado, começam aformar um império contra a República.Para a galáxia ter paz, os Jedis da República tentam reunir tropas, mas até lá, uma pequena surpresados Planetários, assim a República os chama, está a ser construída.Enquanto isso, um miúdo humano que vive em Adarlon, faz a sua vida normal, mas, em pouco tempo,ela será mudada drasticamente.Tudo inicia-se numa vila à beira-mar. Aqui, o miúdo e os seus pais ganham a vida vendendo pequenosveículos. O miúdo trata-se de Adrian Rai-Sky.
Capítulo I
Os dois mundos
 –
Adrian, está na hora de almoçar!
 –
chamara sua mãe às 12h do segundo sol do dia, pois naqueleplaneta existiam dois sóis, a estrela Lupman e a Gutnam.
 –
Já vou, mãe!
 –
respondia Adrian todos os dias à mesma hora.A vila era pequena, mas tinha mais de mil populantes. Como aquela terra era muito quente ehúmida, e por estar à beira-mar, era meio pantanosa. As casas eram todas feitas de pedra, havia poucosautomóveis a passar, apesar do pai de Adrian ser vendedor deles e se conseguir sustentar.Havia poucas árvores, e as que existiam não eram muito bonitas, pois estavam infestadas de musgoe eram rodeadas por leanas. A vila propriamente dita, apesar de ter estradas de terra batida, é limpa ede cor predominante o castanho.Adrian Rai-Sky andava a passear à beira da água a apanhar pequenas voçasdum (parecidas comconchas mas mais recortadas e maiores) para fazer um colar à mãe. Ele tinha apenas oito anos, e jáajudava o pai a arranjar carros voadores, motas
speeders
, submarinos de energia, etc. e ele próprio diziaque gostava de fazer aquele trabalho.A mãe apenas tratava da casa. Não têm empregados, e têm de lavar os pratos pelas próprias mãos.Financeiramente, esta família é de classe média-baixa naquele planeta, mas isso não interessa muito.Ao almoço, eles comeram o que tinham, carne de fubano (um animal daquela região) e arroz totós.Depois do almoço, Rai-Sky saiu de casa no seu tempo livre e voltou para a beira-mar.«Agora vou continuar o meu colar para a minha mãe» pensa ele chegando lá, mas logo, logo teveuma surpresa. Um nautolano apareceu na costa. Os nautolanos têm uma pele liza como um anfíbio, eesta pode variar de verde, azul, ou até bege. Este era azul. Os olhos dos nautolanos são totalmentepretos, são uma espécie humanóide e anfíbia, e aquele nautolano era uma criança azul.Chegara do mar até ali, e logo depois, levantara-se da areia, dizendo a olhar para Adrian:
 –
Olá, eu sou o Polidon`hian, mas todos me tratam por Polidon. Tu és...?
 –
Olá, o meu nome é Adrian Rai-Sky, mas podes tratar-me apenas por Adrian. Tu vives mesmodebaixo de água?
 
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 –
Queres ver? Vem!
 –
e mergulha na água.
 –
Ei, onde vais? Eu não sei respirar debaixo de água!O nautolano não o ouvira debaixo de água, por isso, só passado algum tempo, em que Adrian teveque esperar, é que se reencontraram.
 –
Então, não vens!?
 –
Eu não respiro debaixo de água, mas o meu pai tem uma coisa para eu poder respirar. Espera aí que eu já volto.Quando o pequeno Rai-Sky regressou, não encontrou ninguém.
 –
Era bom demais para ser verdade.
 –
lamentava-se Adrian.De súbito, alguém exclama nas suas costas:
 –
Então, vamos!?Depois de recuperar do susto, Adrian viu Polidon. Tinha saído da água, e baloiçava em pé nos péscom as mãos atrás das costas.Já no fundo do mar, Polidon começa a perguntar, mostrando o seu espírito curioso, no entanto apequena peça na boca de Adrian que lhe permite respirar, impedia-o de responder.
 –
Quantos anos tens? E os teus pais? Gostas de jogar a quê? Já viste algum nautolano sem ser eu?O que fazes em terra?...Depois daquele palavreado todo, quando Polidon percebeu a situação de Adrian de não falar,aparecia uma ravina debaixo de água, e ao passá-la, Adrian ficou impressionado.Centenas de bolhas gigantes se situavam no fundo do mar. Dentro delas, centenas de luzes e decasas.Polidon já conhecia tudo, mas Rai-Sky quase abriu a boca em sinal de surpresa.
 –
Então,
 –
continuou Polidon
 –
é grande ou não?
Adrian fez um sinal com a cabeça a dizer “sim”. Logo de seguida, arregalou os olhos: era um
Plombeu. Um animal marinho com mais de três metros parecido com um tubarão mas com um lequeenorme na barriga. Era inofensivo, só comia plantas.O motivo de Adrian para arregalar os olhos era que já havia muitos anos que os terrestres não osviam. E era a primeira vez que Rhaisky via um.O porto (ou a entrada) eram na terceira bolha a contar da esquerda, e não parecia muito grande,mas quando entraram e Adrian Rai-Sky pôde tirar o seu instrumento de respiração, a opinião mudava,parecia que a sala não tinha fim.Logo, logo o humano perguntou ao amigo:
 –
É aqui que tu vives?
 –
Não!
 –
Respondeu Polidon
 –
Aqui é o porto, que por acaso não tem nenhum veículo.
 –
Então vamos a tua casa!
 –
exclamou Adrian com entusiasmo.
 –
Vamos lá!Depois de passarem duas bolhas em frente, uma à direita e quatro à esquerda, já tinham, meiocaminho andado, e já estavam na bolha principal.Um trono erguia-se no centro dela, umas escadas apareciam do chão até ao trono. Dezenas desoldados nautolanos rodeavam a sala e a escadaria do rei, o qual estava sentado lá. Era um nautolanoelegante, tal como os seus soldados, a pele erguia-se verde como algas e os olhos intensos e pretos. Nosseus tentáculos encontravam-se jóias e pulseiras de ouro e diamante. As vestes eram mais coloridas ericas que uma floresta infestada de flores. Tinha um bastão de metal com uma cor verde-brilhante naponta.Depois de Adrian o observar bem, o rei levantou a mão em sinal de algo que Adrian não sabia o queera, e falou:
 –
O que faz um humano aqui?!Depois de momentos sem resposta alguma, Rai-Sky dissera:
 –
Sou um humano, sem dúvida, mas não quero fazer mal. Estou com o meu amigo Polidon só depassagem.
 
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 –
Isto é verdade, Polidon
’hian?
 
 –
Sim, vossa alteza.
 –
respondeu Polidon curvando-se.
 –
Então sairão daqui ilesos.
 –
continuou o rei.
 –
O seu pai não gostaria de vê-lo aqui, meu jovemPolidon, ele não gosta que tu vejas as minhas acções.
 –
Eu sei, desculpe.Os dois rapazes saíram a passo rápido por onde entraram. Deram a volta à sala do trono econtinuaram o caminho.Quando chegaram à bolha certa, entraram em ruas e ruelas, subiram escadas e escadarias, e foramdar a uma casa pequena mas muito bonita. Tinha vasos por todas as varandas, as janelas eram redondase tinham uma luz amarela a sair de cada uma, não havia telhado, e um terraço encontrava-se no topo.Era a casa de Polidon.A bem da verdade, todas as casas eram parecidas com a de Polidon. Nenhuma tinha telhado, todasas pessoas punham vasos e tinham um grande gosto por janelas redondas, etc.Ao entrar naquela casa, erguia-se um corredor com um tapete de ceda. Dos lados da entradaestavam a cozinha e a sala, mais à frente haviam os quartos e só ainda mais à frente é que se via oescritório do pai de Polidon.No escritório havia pedras esculpidas em todas as bordas, tinham desenhos de tentáculos denautolano a 3D, era costume daquela espécie.No momento em que Adrian parou de observar os tentáculos, Polidan falou a seu pai:
 –
Pai, este é o meu novo amigo, é o Adrian.O pai era construtor de bolhas, e naquele momento estava a fazer um projecto de uma máquinaconstrutora de bolhas, o qual estava na sua secretária enfeitada também com esculturas de tentáculos.Mas mesmo com a trabalheira que tinha para fazer, ainda falou:
 –
Olá, meu filho!
 –
exclama o pai
 –
Não se cumprimenta o papá?
 –
Desculpa pai, mas quero que conheças o meu amigo.
 –
Muito bem! E como é que se chama este rapaz?Na cara de Adrian via-se a vergonha, mas um pouco depois, uma voz saiu da boca dele:
 –
Olá, eu sou Adrian.
 –
O que te traz aqui?
 –
Polidon levou-me para vos conhecer.
 –
Então vai à mãe do meu filho, ela adora visitas!Parecia que o pai de Polidon os tinha despachado, mas logo que Rai-Sky viu a mãe do amigo,esqueceu-se daquilo.Ela ia com uma prateleira de bolachas nas mãos, mas logo que ficou com as mãos livres, encheu-ode beijos, e Adrian riu-se às gargalhadas.Depois de se conhecerem, Adrian propôs irem todos conhecer os pais dele, e assim aconteceu. Opai largou projecto, a mãe as bolachas, e foram todos até à costa.Saíram da areia, andaram dois quarteirões, viraram à esquerda, depois à direita e chegaram a casade Rai-Sky.Antes de sequer terem tempo de bater à porta, uma cápsula de ataque cai na rua ao lado. Umestrondo enorme é ouvido, e logo, logo a porta abre e os pais de Adrian aparecem assustados.Algumas pessoas aproximam-se da cápsula, mas u fumo é tanto que não se vê nada, até uma luzvermelha aparecer entre a fumaça e o ar, logo de seguida sai do fumo e a imagem é nítida e clara: umDróide de Exploração.
Dróide de Exploração
– 
O dróide de exploração é um dróide construído pelos separatistas conhecido pela sua habilidade de se esconder e de explorar locais. O dróide de exploração é redondo mas achatadoem cima e em baixo, tem um olho vermelho, no meio uma arma leizer e tem uns braços saídos de baixo.Também consegue voar a grandes velocidades.
 As pessoas afastaram-se assustadas, e o dróide começou aos tiros, assim ferindo várias pessoas.

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