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Ranieri - Materializações Luminosas

Ranieri - Materializações Luminosas

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Livros Espíritas
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RanieriMaterializações Luminosas
O Peixotinho
ÍndiceO depoimento de um delegado de polícia
Primeira Parte - Fenômenos de materialização realizadosatravés da mediunidade de Francisco Lins Peixoto
 
O DEPOIMENTO DE UM DELEGADO DE POLÍCIAEste é apenas um depoimento de uma autoridade policial que tevea oportunidade de verificar por si mesma uma série de fatosirrefutáveis. Se um delegado de polícia merece crédito pelo cargo deresponsabilidade que exerce, perante a coletividade, e pela naturezado trabalho a que se dedicam todos os dias, penso que é justo esperar a mesma aceitação de parte do público quando fala de coisas que viu,tocou, sentiu e verificou.Habituada a lidar com indivíduos de toda a espécie: criminososvulgares e criminosos altamente intelectualizados, intelinciasrudimentares e inteligências de argúcia prodigiosa; indivíduos queusam todos os truques para enganar e defender-se; ocultar e disfarçar; penso ainda que por isso tudo o depoimento de uma autoridade policial deve ser acatado como honesto e exato. O médico pode ser enganado; o engenheiro pode estar sujeito a tapeações, o advogadomais esperto pode por sua vez ser conduzido a enganos, mas odelegado é o último reduto. Dificilmente se deixará embair potruques. É obrigação profissional de todas as horas: desconfiar sempree não aceitar até o fim as alegações que não sejam verdadeiras. Numa delegacia de polícia aprende-se a conhecer o homem noseu aspecto mais difícil, que é o homem que se esconde e escondetudo aquilo que possa comprometê-lo. Uma fisionomia tranqüila eingênua oculta às vezes um criminoso depravado. Uma exposiçãodolorosa e comovente é quase sempre a defesa de um ladrão sabida,acostumado a percorrer os cárceres e as delegacias do país. Sabemeles apresentarem as palavras mais angustiosas e alinhar com perfeição os argumentos mais convincentes.E de tal modo o fazem que às vezes as testemunhas presentes,advogados, peritos, etc. acreditam que o delegado está levando longeo interrogatório, está torturando o infeliz, está sendo desumano e mau. No fim, fica provado que realmente o indivíduo é mesmo criminoso eque o único com a razão era, de fato, o delegado, defensor ferrenhodas instituições públicas.
 
Faz, pois, o delegado de polícia, da desconfiança constante a suamaior arma e o seu melhor e mais perfeito instrumento de trabalho. Nessas condições, um testemunho publico de uma autoridadehonesta tem que ser aceito como ponderável. E o testemunho dealguém que entende a arte de enganar e iludir.Apenas baseado nisso, e sem outro título, é que me aventuro aexpor tudo o que vi e assisti no setor do Espiritismo Moderno, sem amenor sombra de dúvida de que não fui absolutamente enganado eque a verdade, por ser a verdade, deve ser revelada e defendida para o bem comum. Não tenho outro intuito senão o de concorrer com o patrimônioque adquiri para auxiliar no levantamento moral do homem moderno.Deixo aos médiuns que forneceram de boa vontade o seu tempo ea sua organização sica, às assistentes que o inumeráveis, eespecialmente aos Espíritos, que são os verdadeiros autores de tudo oque se realizou, os meus mais sinceros agradecimentos.O AUTOR PRIMEIRA PARTEFENÔMENOS DE MATERIALIZAÇÃO REALIZADOSATRAVÉS DA MEDIUNIDADE DE FRANCISCO LINS PEIXOTOIPRIMEIRO CONTATOEm fevereiro de 1948, em Minas Gerais, na residência do Dr.Rômulo Joviano, alto funcionário do Estado, em Pedro Leopoldo,ficou combinada uma reunião de materialização. Estariam presentes o

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