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Debate - CCB

Debate - CCB

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Debate apologético entre Paulo Cristiano da Silva e um membro da Congregação Cristã no Brasil, publicado no Centro Apologético Cristão de Pesquisas - CACP.
Debate apologético entre Paulo Cristiano da Silva e um membro da Congregação Cristã no Brasil, publicado no Centro Apologético Cristão de Pesquisas - CACP.

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01/16/2013

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DEBATES
CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL
Réplica às argumentações de um diácono da CCB
Com relação à tentativa de refutação engendrada pelo ilustre membro, aquirepresentante da Congregação Cristão no Brasil, (...)* à apostila veiculada no siteCACP, intitulada de "CONGREGAÇÃO CRISTÃ NO BRASIL", temos a esclarecer edizer o quanto segue:De início equivocada entremostra-se à colocação de que o autor, aqui subscritor e autor da referida apostila ora atacada - "procura denegrir a imagem" da igreja CCB.Entretanto, não se trata de denegrir, trata-se, em verdade, de expondo "doutrinas"controversas, revelar ao público cristão, especialmente aos evangélicos, distorções daPalavra de Deus, às quais submetem-se, infelizmente, cristãos sinceros da CCB.Ademais, tratou-se, sobretudo, de defender a sã doutrina dos assédios constantes de taisheresias, com as quais a CCB vem, há tempos comprometida e num esforço de tentar confundir pessoas e cristãos sinceros das demais igrejas evangélicas. Pois que, comefeito, quem nunca se deparou com as seguintes situações: saudar um membro daCongregação Cristã no Brasil e este, repudiar a saudação, virar o rosto com desprezo,sob a pecha de que irmãos de outra igrejas ou denominações são vis pecadores? Quemnunca ouviu a expressão: "pastores são ladrões"? Ou quem nunca ouviu um membro daCCB, dizer, eufórico para outro evangélico: - você ainda não encontrou a porta daCongregação. Ou, ainda, "pastores são cães" e assim por diante. Tais fatos não sãoisolados, antes públicos e notórios, a de se ver dos e-mails anexos que diuturnamenterecebemos, com dizeres por demais "elogiosos", bem como testemunhas por todo o país. Tanto assim o é que V.ª. é forçado a dizer textualmente o qual reproduzo ipsislitteris o seguinte: "O trabalho, como se pode provar, não foge ao teor de outros por aí..." Ora, se outros e diga-se de passagem - de diferentes denominações evangélicas -atestam o mesmo fato, não há como negar que este infelicitado fenômeno é de caráter geral e não simplesmente casos isolados como quer fazer entender, com muitadificuldade V.ª. Lembrando ainda que tais fatos são confirmados por uma grande gamade ex-membros da CCB. Se desejar lhe mandaremos provas disso via e-mail. Contudo,tais atos de os membros da CCB, têm uma explicação: o equívoco de suas doutrinas.De outro lado, de se indagar: o sr, tem certeza que pertence à CCB? É que pelo teor desuas argumentações, pensamos que o Sr. estava se referindo à outra denominação. Poisa imagem fictícia que tenta passar da CCB não procede, senão vejamos:
DA INTRODUÇÃO
 No que diz respeito ao desdém engendrado referente à suma histórica dizendo que otrabalho não foi sério, bem como ao encontro de um "resumo histórico sofrível", valeregistrar que o meu interlocutor deve ser um profundo conhecedor da história. Sendoassim, não há de negar que o movimento pentecostal iniciado em terras brasileiras em1910, nem de longe é o mesmo da CCB hodierna. Haja vista, que o movimento pioneiro
 
ora referido, não acolhia em seu seio, éticas tão comprometedoras e porque não dizer,sectárias, como podemos constatar facilmente em nossos dias entre sua denominação. Éclaro que lendo o testemunho de Francescon, podemos perceber uma leve tendência emdireção a isso, mas nem se compara com o que vemos hoje em dia em sua igreja.Por outro lado, queremos deixar explícito o fato de que estamos comprometidos sim,com a verdade bíblica.Ainda desejo rechaçar mais uma de suas incongruências no que toca à questões puramente inócuas citando-nos um trecho espúrio, "eles fazem qualquer coisa paraconquistar você, até mesmo usar a Bíblia" (que nem mesmo o autor das objeções inexamine sabe quem o escreveu ou se sabe omitiu de propósito), isto só vem demonstrar que o tiro saiu pela culatra, evidenciando um flagrante amadorismo de sua parte. Poisnem mesmo conseguiu cumprir a promessa de projetar em nós a seguinte frase "quemmelhor se aplica essa máxima" , tendo fracassado de modo colossal.Urge memorar ainda que nosso amigo aventura-se adentrar em área que aparentementedesconhece, tentando fazer uma sôfrega distinção no que diz respeito à questõesapologéticas, área restrita às ciências teológicas. Pois não há apenas essas duasdistinções que caracterizam um movimento herético, a saber: omissão e adição àPalavra de Deus. Acrescenta-se a estes dois, um terceiro: a vergonhosa prática dedistorcer as escrituras ao seu bel prazer. Encaixa-se aí, indubitavelmente os postuladosda CCB.Por último, e não menos importante, não posso deixar de mencionar o paupérrimoconhecimento teológico de nosso interlocutor, confundindo de maneira bárbara o que émandamento e cultura. Entre um mandamento universal e um cultural local existe umabismo enorme! Mas isto nosso amigo parece desconhecer. Além do mais, toda suaargumentação de defesa parte de um princípio errôneo, qual seja, querer projetar em nóse tentar combatê-lo, as insinuações próprias dos membros da CCB, invertendo de mododesonesto a questão. Isso em inglês se chama "create a scarescrow", pelo qual cria-seum monstro artificial e passa-se a destruí-lo, gabando-se pela grande obra de ter eliminado o "espantalho".Isto posto, adentro às refutações propriamente ditas:
DA AVERSÃO À ASSEMBÉIA DE DEUS
Via de regra nosso oponente tenta projetar a culpa desta frase "aversão à Assembléia deDeus" no escritor assembleiano "Raimundo F. de Oliveira", dizendo que este pensamento é de patente exclusiva do referido escritor. Contudo, nada poderia estar mais longe da verdade. O autor desta réplica "Paulo Cristiano da Silva", é presbítero daIgreja Assembléia de Deus e pode falar com conhecimento de causa - e isto desde suaconversão - que esta tentativa de defesa forjada por nosso amigo nada mais é do queuma maneira de ocultar tal fato verídico e incontestável. E para provar tal fato, possuifarto rol de testemunhas membros da assembléia de Deus como de outras igrejasevangélicas e de ex-membros da CCB, como já mencionei em outra parte. Mas não para por ai, o senhor insinua ainda que se tais fatos existem realmente, são no entanto, decaráter puramente individual, "Tal conclusão somente pode ser entendida com base em posições individuais de alguns irmãos, o que não pode afetar toda a igreja." . Na frase:"alguns irmãos", pode-se ler nas entrelinhas uns 90% dos membros da CCB. Isto faria justiça e se adaptaria melhor à realidade.
 
DA SALVAÇÃO NA CCB
É notório entre os evangélicos o conhecimento do aliciamento que é praticado pelosmembros da CCB, e como já dissemos, isto não é atestado somente pelos membros daAssembléia de Deus, mas pelos evangélicos em geral. É de fato, justo perguntar: Por que os "congregados" lançam mão de tais artifícios, ou seja, o proselitismo desonesto?Somente há uma resposta plausível: porque acreditam que "SALVAÇÃO SÓ HÁ NACCB". Há testemunhos aos milhares (sem usar a hipérbole) quanto a isto. Não é rarovocê dialogar com um "congregado", sem o tal não tocar na "superioridade" de suaigreja. Isto é sintomático entre as seitas, qual seja, dizer que sua igreja é superior àsoutras, considerar-se num plano espiritual melhor que as demais. Esta visão distorcidada soterologia gera um modus operandi defeituoso e beligerante dentro de qualquer comunidade. E isto com certeza não reflete o espírito evangélico de comunhão esposado por Jesus e seus apóstolos.O autor das objeções em lide procura se esquivar do estigma de exclusivista ao tentar  burlar com vãs subtilezas e através de analogias pueris o cristalino ensino das escrituras,e isto a cada vez que se propõe a defender as trágicas práticas da CCB com palavras bem colocadas, mascaradas de plausibilidades. Contudo, ledo engano!Arrazoa nosso amigo dizendo: "Não tem sentido alguém, por exemplo, estar na igrejaPresbiteriana e, ao mesmo tempo, achar que a Assembléia de Deus está melhor adaptadaà Bíblia. Se assim o fizer estaria se comportando com hipocrisia para com sigo mesmo e para com Deus." e ainda "Se achássemos que essa plenitude era vivida em outracomunidade cristã, era para esse lugar que deveríamos nos dirigir em nome de nossaconsciência a qual Deus colocou em cada um de nós."Esquece ele, porém, que Jesus possui uma igreja universal e invisível. A Igreja de Cristonão se restringe à organizações visíveis e muito menos a uma só delas. A visão de nossoamigo é deveras errônea, fruto de uma teologia distorcida, pois não encontramos emlugar algum no NT, a ordem de Jesus ou algum dos apóstolos, para que membros decertas igrejas emigrem para outras, quando estas possuírem ponto de vistas diferentesquanto a certos aspectos secundários de interpretações doutrinárias. Não servimos aDeus em tal e tal denominação porque acreditamos que ela é melhor que as outras, isto éfruto de mentes contaminadas com sectarismo, mas servimos a Deus onde fomoschamados e por motivos de circunstâncias mil. Veja, posso mudar de igreja sem alterar minha condição de salvo ou melhoria espiritual. Pois o crescimento espiritual está emvocê buscar mais do Senhor Jesus e não tem nada a ver com denominações. Por exemplo, um batista ou presbiteriano não precisaria mudar para a Assembléia de Deus afim de crescer espiritualmente, basta ele buscar isto em sua própria igreja. Nem mesmoa doutrina pentecostal é monopólio das igrejas pioneiras, mas Deus a dá aquele que o busca independente de ser da igreja "A" ou da igreja "B".Uma cosmovisão obtusa como essa, só vem demonstrar que a CCB não possuiortodoxia (doutrina correta) e muito menos ortopraxia (conduta correta).
DO ESTUDO DA BÍBLIA
 Nosso "apologista" da CCB, já introduz mal seus argumentos ao afirmar que osacusamos de "estudarem secularmente". O que dissemos em verdade é o preparo secular em relação ao estudo da Bíblia. Infelizmente toda sua linha de raciocínio aplicada emsua réplica que nos foi enviada gira em torno de equívocos, tornando-a numamaranhado de silogismos defeituosos. Não conseguindo refutar com convincência a apostila ora atacada, em particular este

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