Comono tempo de
Hitler
DeJX'i~, Zélia me conta
"OrnO
surgiu o sim.bolo;
li
pirâmide foi e$Colhida por
calls~
da
e!I-
trulura da organização. Um cbele no IÔPO, qut'comanda setore cada vez maiores. à me<lidaqlre
li
pirâmide vai crescendo e aumentando fiuas
bases de apoio. Nem me alrevo
li
p"rguntar
quem éésle chde, seria infantil.
Dela vez quem fala
é
Agenor. o
PUIll1l.
Tort4.
- N ó .<
ellam05 muito embaixo nlNi/l pirâ·
mide. Meu papel;' pesquisa, no noticiário dos
jornais os novos objetivos para a a<;iio orga-nizada. Elltrego 1000 O material ao ~miJl:O co-
locado imediatamente acima de mim na pirâ·
mide, ê1e u entrega
li
outro.
lL""im
sUÇesljiva-mente, até .. trabalho chegarem miO!! dosgru-PO" cxccuth'o •.Achei aquilo muito complicado, maS Age-nOTugumentouqueoS!5in' êmelhor.livra.O!!,lainfih .... ;iio.()" rapaze;!; do
cec
dão por en<.-.;:rrado ,)primeiro coulato e não querem marcar olltroparaotlia~l\uj"te,aP"*Ur"ôl\minha insistência.
- Só
depoi~ de amanhã. Antl'" não podeser. p<lrllue amanhã
é
llrU dia quetJ1e.Quando
êlL"ll
,;e
retiram. eu 'tpalpo no hôlwda ja'l"eta <l caderni"ho de endcrt:«<r.< de 1...;lio.Na'lude momento, Icmbrei·me vagamellte d:.simplicações morai, do furto. !\Ias a i<1;'ia .I.,que O furto d,' um simpl"" cad.,rninho ,Ie en·den",os n;;" co",.iluirill pecado morlal apa ..i.gu"u minha c<.>m;ciência. Afinal, er.~ " "niçamaneira d., achar <.>caminho l,ara oS ~uhlerr'"ocos
dú CCc.
na.
[mu frmle. loram tro~ sema''''~., meiade trabalho. l.f\o~a5 ""p':rll'. ""rOtolrO_" Im;;lr'"dO!'. ,I"""",,nli"'"ça por Iô<b parte. ,\ ccr"cjuria,qlle lôn me"cio"a,b .liversu.'t "~e>lI'e1o gr"po,n:i" n,e ~aia ,Ia ra~a. l..e'·ci trí'-s dia_~ panllocalizá·la. M,,~ e..llI'-a confirmado. Gente do
ecc
'lue eu já conhecia muito bem estava lálOOa>
tL';
noil~. Um dia. num gc~lo de I'reei.pilaçã". al,ri " clldemin],o do 1...;1'0 " eomeeeia tl'ldollar. Ninguém '1ueria c<ln...::r;;a eo",igo.Numa da, "I'huas le"talivlll;. Ilre,;les a de.~islirda'luel" trabalho que pUc<;ia >!CIO !>t:nlido. Fui5urpr~cndi,lo pela rapidez com 'Iue UlOa
" ' ' ' ' 1 1 .
~ag~m me fOI Iransmitida
1>01
ulrta voz gravt",Iooulroladodalinha.- Baul?Não confirmei nem dolmenti. IrnediaLa.mente, a voz; prosseguiu:
- Hojeãs22.
E depois de uma pausa:
-11""0
limpa.
De~liguei em .cguida, ~em '!-ttber o que fa·~er. Na verdade. eu nada e1ltendera da men-sagem.
lJa"a Limpa
é
o nome do restauranteque pcrtellçeu ao cantor Robcrto Carlos. maso nome poderia ~igllifiçar qual'lucr oulra coi!;8..Uma hora lIntl'!! da~ 22, toquei para O res-lauranle
Barra Limpa.
ainda inseguro sóhre aúnica pisla. de!lCobcrta por um golpe de sorte.Anle!. resolvi dar uma pll.~ada pela cervejariaMiinchen. Não podia deixar de recordar queo lerror de Hitler começou justamenle numa çer·vejaria de Munique. De:zenas de
f / l . l C G $
ron-cavam na C!l<Juina. No meio de um grupo, r~conheci Edgar e o
Pernn-Torta.
Aproximei.mec fui diu:ndo:- Barra Limpa?- Uê! Você já está por dentro dessa tam-
hém?
ConfCl!8ei que não, mas, para não parecerindi:'K're!o, não illsisli e afa~tei·me, já com"plano de segui·IO!'em mente.
O
!uJCa
dl' Edgar liderava a ura"ana, quecruzou a cidade cOm um ruido de bu.iJlas"aceleradas cnsurdecWoras. Quando nos aprl).-.limamos elo Morumbi. êles se tornaram menosruidosos. Parei o urro, dcseoofiado.
i\
cara·,'ana dobrou a "'lquilla e o barulho típico ,I"",",otUrL'!! i,,,licava que ti .. ham parado sem des.-ligar. Saltei e resolvi pen::orrer o Irajeto a pé.[Jemorei muito. porqueçtllllinhavacaulelosamen-le. Percebi que os carros partiam. dando a "01.Ia no quttrtór,," imcn~o. L"t:ou,li'lne
C
vi lIuetinha,n deixa,!!o os passageiros, Edgar. que le-"ara qualro. ',inha ~"'zinho. ao volanle. C05tu-Itla"a cha",ar·me ,/e
Amigiio.
Se
êle "isse agoraseu
Ami{l:âo,
ficaria muilo c!e<;et><:ionado.Niioousei aproximar.metla casa. A série deLra"ata, 'lue já tinha oU"ido hasla"am paramanter·me a di.lâ'K:ia de a.~su"'os perigO/lOlicom" uma reunião secreta do CCC.1\"" poncos. '"'''' ..
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Amill-iío ....
a<tl c"""'nl,,,i.,s '''1>re", persollalida,le de ("ada. sua,; ali"i,hd"" 'I""tidia"a~ c sua alunçã" "u" ,.flo'l"~< polili,·o<.
f:""
~C"~"; fa"" ll'" 'ieh"·jA ,..... , ,',;rius "on'cs "dad". p'''Iso:.i. si>l...e cada um.Não errar o alvo ê uma das vaidades que ê1es têm.José AuguS1.o, alor de
Roda Vivo,
vitima do
cec.
cec.
MAr. e
FAC.
Pirãmide: ,ímbolo do lerror
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