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Modelagem Atmosférica - Alexandre Costa (Rascunho, 2003)

Modelagem Atmosférica - Alexandre Costa (Rascunho, 2003)

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Published by Paulo Santiago
Apostila do curso de Modelagem Atmosférica elaborada pelo Prof. Dr. Alexandre Araújo Costa da Universidade Estadual do Ceará (UECE).
Apostila do curso de Modelagem Atmosférica elaborada pelo Prof. Dr. Alexandre Araújo Costa da Universidade Estadual do Ceará (UECE).

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Modelagem Atmosférica 2003Alexandre Costa
MODELAGEM ATMOSFÉRICAPrograma
1 – Equações Básicas da Atmosfera2 – Sistemas de Coordenadas3 – O Problema da Discretização4 – Parametrizações Físicas I - Nuvens e Convecção5 – Parametrizações Físicas II
Bibliografia Complementar
Holton: An Introduction to Dynamic MeteorologyPielke: Mesoscale Meteorological ModelingCotton and Anthes: Storm and Cloud DynamicsStull: An Introduction to Boundary-Layer MeteorologyEmanuel: Atmospheric Convection
 
Modelagem Atmosférica 2003Alexandre Costa
1. Equações Básicas da Atmosfera
1.1. Introdução
A dinâmica e a termodinâmica da atmosfera são regidas por leis de conservação, comdestaque para:a) A Conservação da Massab) A Conservação do Momentumc) A Conservação da Energiad) A Conservação da Água e outras substânciasEstas leis são escritas na forma de equações diferenciais parciais.
1.2. Interpretação Euleriana versus Lagrangeana
As leis de conservação a serem estudadas neste Capítulo contêm expressões que dão a taxade variação da densidade, velocidade, energia, etc. com o tempo. Nestas equações, épreciso diferenciar dois pontos de vista: o
Euleriano
e o
Lagrangeano
Sob uma perspectiva Euleriana, os balanços nas quantidades acima citadas é feito em umvolume, cuja posição é fixa com respeito aos eixos cartesianos. Em um modeloatmosférico, isso corresponde precisamente ao conceito de caixa de grade. Na visãoLagrangeana, por outro lado, este volume deixa de ser fixo e passa a consistir em uma
parcela
do fluido, ou seja, uma porção suficientemente pequena do mesmo, que passa a seracompanhada pelo observador. No primeiro caso (Euleriano), o observador “mede” asgrandezas físicas em um ponto fixo do espaço, relativamente aos eixos coordenados. Nosegundo caso (Lagrangeano), o observador “mede” a evolução das mesmas grandezas emuma dada parcela do fluido. A Figura 1.1 representa a distinção entre os dois pontos devista.
Euler Lagrange
Figura 1.1 – Representação dos pontos de vista Euleriano (fixo no espaço) e Lagrangeano(seguindo a parcela do fluido)
 
Modelagem Atmosférica 2003Alexandre Costa
As taxas de variação das grandezas físicas com o tempo medidas pelos dois observadores éobviamente diferente e é preciso expressar matematicamente essa diferença.Como no caso Euleriano o observador está fixo no espaço, a variação que ele mede éaquela da grandeza física, que é uma função de múltiplas variáveis (
 x, y, z
e
) somente como tempo, o que corresponde à própria definição de
derivada parcial
. Em nossos estudos,nós nos referiremos mais comumente a essa derivada como a
derivada local
.Seja
 f 
uma função do espaço e do tempo,
 f 
(
 x
,
 y
,
 z
,
), sua derivada local é dada simplesmentepor
 f 
No caso Lagrangeano, o observador tem de levar em conta a dependência da grandezafísica em questão com o conjunto das variáveis
 x
,
 y
,
 z
,
, ou seja, na verdade ele estácalculando o que se costuma chamar
derivada total
e que, em nossos estudos também serádenominada de
derivada material
.Seja
 f 
uma função do espaço e do tempo,
 f 
(
 x
,
 y
,
 z
,
), sua derivada material é dadasimplesmente por
 Dt  Df 
Qual a relação entre as duas? É simples. Como para uma parcela do fluido
 x
,
 y
e
 z
sãofunções do tempo,
 z f w y f v x f u f  Dt  Df  z f dt dz y f dt dy x f dt dx f  Dt  Df 
+++=+++=
(1.1)A equação acima pode ser reescrita somente em termos dos
operadores
de derivadamaterial e local, ou seja,
+=+++=
V
 zw yv xu Dt  D
,(1.2)onde
V
=
u
i
+
v
 j
+
w
k
é o vetor velocidade no fluido.
1.3. Conservação da Massa – Equação da Continuidade
Aplicado à atmosfera, o
princípio de conservação da massa
implica em que a massa daatmosfera é constante. Sejam
ρ
a densidade do ar e
 p
a pressão, este princípio é localmente

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