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Fundamentação teórica-do estruturalismo ao letramento

Fundamentação teórica-do estruturalismo ao letramento

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05/07/2013

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1.Fundamentação teórica
Neste capítulo apresento o suporte teórico que me auxiliou a responder àsperguntas de pesquisa, e, assim atender aos objetivos desse estudo. Naprimeira parte, tro um breve histórico das orientões estruturalista ecomunicativa até chegar à orientação atual, do letramento; na seqüência abordoo termo gramática: os seus conceitos, e as implicações desses conceitos naárea de ensino-aprendizagem de línguas.
1.1Do estruturalismo ao letramento
De acordo com o mencionado no texto da Proposta Curricular (
São Paulo,2008
:41), na trajetória de um culo e meio, três foram as orientõesmetodológicas para a disciplina de Língua Inglesa. A primeira se pautava naênfase estruturalista; a segunda na comunicativa e a terceira e atual noletramento. Veremos ,a seguir, uma breve descrição de cada uma delas.
1.1.1A orientação estruturalista
De acordo com a Proposta Curricular para o ensino de LínguaEstrangeira Moderna:
A orientação estruturalista tem como palavra chave o SABER.Assim, o conhecimento da língua enquanto sistema de regrasesteve em primeiro plano. Os conteúdos relacionados à descriçãoda ngua constituíam os eixos organizativos do currículo,confinando o estudo do léxico para mero preenchimento de lacunasdas estruturas estudadas. Os textos, quando eram utilizados,tinham o predomínio da estrutura a ser trabalhada. Explicações deregras como a formação dos tempos verbais eram levadas àexaustão (
São Paulo, 2008
:42).
A concepção estruturalista de linguagem, segundo Hutchinson eWaters (1987:24) vem influenciando o ensino de línguas desde a SegundaGuerra Mundial. Para os autores, essa concepção consiste no modelo dedesenvolvimento de estruturas que possibilitam a geração de sentenças com
 
significados diferentes por meio da substituição de palavras. De acordo comSouza (2008:43), além do modelo de substituição, a visão estruturalistacontribuiu para que o ensino de línguas tivesse a estruturação do programado curso de forma seqüenciada, ou seja, partia-se de itens gramaticais maissimples para estruturas mais complexasO estruturalismo, conforme afirma Mizukami (1986:20), esrelacionado às teorias behavioristas de ensino-aprendizagem. Nas palavrasda autora: a aprendizagem no behaviorismo ocorre pela transmiso deconteúdos, por meio de treinamento de habilidades, considerando o alunocomo um recipiente de informações. Dessa forma entendemos o porquê de seafirmar que, na concepção behaviorista de ensino, o professor é o detentor doconhecimento, enquanto que o aluno assume uma postura, meramente,passiva na aprendizagem.Hutchinson e Waters (1987: 26) ressaltam que a simplicidade nadescrição da estrutura da língua implica que há grandes áreas da linguagemque ela não consegue explicar. Em outras palavras: ela falha em prover aoaluno um entendimento comunicativo das estruturas.
1.1.2A orientação comunicativa
Surgida nos anos 70, a visão comunicativa ou funcional, segundoHutchinson e Waters (1987:31), é resultado dos esforços do ConselhoEuropeu em estabelecer uma equivalência nos programas de ensino delínguas estrangeiras. Os autores ainda atestam que é difícil estabelecer uma equivalência, uma vez que as estruturas formais de cada língua sãodiferentes.
 
A orientão metodológica, comunicativa, de acordo com a PropostaCurricular (São Paulo, 2008:42) explicita que:
A orientação de ênfase comunicativa – tem como palavra-chave oFAZER. Nela, a língua em uso estava em primeiro plano. As funçõescomunicativas, tais como: cumprimentar, trocar informações pessoais,perguntar e responder sobre acontecimentos temporalmenteidentificados, tornaram-se o eixo organizativo do
currículo.
Essas funções buscavam, em última instância, uma teatralização davida, partindo do pressuposto que todos os atos comunicativos fossemprevistos e passíveis de reprodução (São Paulo, 2008: 42). Além disso, emboraa orientação com ênfase comunicativa afirmasse tratar das quatro habilidades:leitura, escrita, escuta e fala, dava-se prioridade para a prática oral e odesenvolvimento da fluência. Sendo assim, as demais habilidades eramabordadas como práticas complementares aos conteúdos apresentados epraticados oralmente.A orientação metodológica com ênfase comunicativa que mal se instala,devida ou, quando muito, fica reduzida ao ensino de algumas fuõescomunicativas, influenciadas pelo estruturalismo, cede, atualmente espaçopara uma terceira orientação que enfatiza os letramentos múltiplos (
São Paulo,2008
: 43), essa orientão o privilegia a gramática ou as fuõescomunicativas, mas promove o conhecimento e o reconhecimento de si e dooutro trazido em diferentes formas de interpretação do mundo, concretizadasnas atividades de produção oral e escrita, desenvolvidas em cada uma dasetapas da escolarização.
1.1.2Letramentos múltiplos
Segundo Terra (2009: 37), existem varias definições acerca do termoletramento, e a mais comum delas:

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Rone Edivania added this note|
estamos construindo uma fundamentação teórica, porém está muito difícil. o que fazemos além de ler?
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