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Pedro Pereira Neto - Representações e dinâmicas de utilização das TIC em Portugal: os movimentos ambientalistas

Pedro Pereira Neto - Representações e dinâmicas de utilização das TIC em Portugal: os movimentos ambientalistas

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 REPRESENTAÇÕES E DINÂMICAS DE UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM PORTUGAL
:
OS MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS 
I
 NSTITUTO
S
UPERIOR DE
C
IÊNCIAS DO
T
RABALHO E DA
E
MPRESA
 2001/2002
 
Tese de Licenciatura em Sociologia
 REPRESENTAÇÕES 
 
 E DINÂMICAS DE UTILIZAÇÃO
 
 DAS TECNOLOGIAS 
 
 DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
 
 EM PORTUGAL
:
OS MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS 
POR 
 
P
EDRO
M
IGUEL
P
EREIRA
 N
ETO
 
 N º 12 854
O
RIENTADORES
:D
. J
OSÉ
M
ANUEL
P
AQUETE DE
O
LIVEIRA
 D
. G
USTAVO
C
ARDOSO
 
 PEDRO PEREIRA NETO
 
 ALUNO N 
º 12 854
 P 
.1
 
 REPRESENTAÇÕES E DINÂMICAS DE UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM PORTUGAL
:
OS MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS 
0. ÍNDICE
1.
INTRODUÇÃO
(
P
. 3)2.
OBJECTIVOS
(
P
. 5)3.
ENQUADRAMENTO TEÓRICO
 a.
AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO
(
P
. 7) b.
OS MOVIMENTOS SOCIAIS E OS MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS
(
P
. 10)i.
OS MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS
(
P
. 11)c.
AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO E OS MOVIMENTOSAMBIENTALISTAS
(
P
. 16)4.
PROBLEMÁTICA
:
ABORDAGENS POSSÍVEIS DOS MOVIMENTOS SOCIAIS
(
P
. 19)a.
MACRO
-
ANÁLISE
:
ESTRUTURA E CONJUNTURA DE OPORTUNIDADEPOLÍTICA
,
ECONÓMICA E TECNOLÓGICA
(
P
. 21)i.
OS MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS EM PORTUGAL
(
P
. 27) b.
MESO
-
ANÁLISE
:
OS RECURSOS MOBILIZÁVEIS E MOBILIZADORES
(
P
. 30)i.
AS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM PORTUGAL
(
P
. 32)c.
MICRO
-
ANÁLISE
:
AS MATRIZES COGNITIVAS DE ENQUADRAMENTO DAACÇÃO
(
P
. 41)i.
REPRESENTAÇÕES DAS
TIC
S E DO
A
MBIENTE
(
P
. 45)5.
HIPÓTESE
(
P
. 49)6.
METODOLOGIA
(
P
. 50)a.
ANÁLISE EXCLUSIVA VS ANÁLISE INCLUSIVA
(
P
. 51) b.
ANALISE EXTENSIVA VS ANÁLISE INTENSIVA
(
P
. 52)c.
DIMENSÕES E INDICADORES DE ANÁLISE
(
P
. 53)7.
DADOS EMPÍRICOS
(
P
. 55)a.
ANÁLISE CASUÍSTICA
(
P
. 55) b.
SISTEMATIZAÇÃO E REGULARIDADES
(
P
. 76)8.
CONCLUSÕES
(
P
. 80)9.
BIBLIOGRAFIA
(
P
. 86)
 PEDRO PEREIRA NETO
 
 ALUNO N 
º 12 854
 P 
.2
 
 REPRESENTAÇÕES E DINÂMICAS DE UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM PORTUGAL
:
OS MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS 
1. INTRODUÇÃO
É hoje relativamente pacífico, no seio da comunidade científica, considerar quenos encontramos actualmente perante processos pluridimensionais de transformaçãosocial e tecnológica, cujos verdadeiros espectro e efeitos se encontram ainda por aferir.Uma era de significativa interdependência global e total, no sentido de Marcel Mauss(Mauss: 1968), na qual eventos em curso numa qualquer parte do mundo sãoconhecidos e influenciam, em tempo real, o destino de populações em diferentescontinentes (Webster, 2001: 1-3; Tarrow, 1996: 53).Assistimos por outro lado, nas sociedades modernas, ao exercício simultâneo deinfluência de duas dinâmicas paralelas. Por um lado, de um declínio do sentido decomunidade ou
Gemeinschaft – 
segundo a definição de Tönnies (Cruz, 1995) – o qualse traduz na expansão de práticas e estilos de vida simultaneamente causa econsequência da síntese de
 selves
inscritos na Solidariedade Orgânica de Durkheim(Cruz, 1995). Por outro lado, e segundo Tomlinson, da emergência de um sentimento de proximidade e/ou identificação entre cidadãos geograficamente distantes, uma dasconsequências culturais observáveis dos processos de globalização em curso (Webster,2001: 9).Do mesmo modo se observa a emergência de uma nova elite com formação aonível das novas tecnologias, a qual está, por via dos capitais educacionais e profissionaisque detém (Bourdieu, 1989), não só particularmente bem colocada para compreender ese adaptar às novas tecnologias mas também, por via dessas competências, em posição privilegiada para domesticar a própria mudança em curso (Webster, 2001: 4), papel quese assemelha ao desempenhado pelos jornalistas e editores na génese do movimentooperário (Castells, 1997).A própria passagem, observada por Tilly, de formas colectivas de protesto locaise paroquiais, com base em identidades vivenciadas diariamente e localmenteestabelecidas, para formas colectivas de protesto modulares e nacionais baseadas emvalores específicos assinala não só uma transformação de repertórios de acção mas atransformação da própria estrutura social que lhes está subjacente (Tilly, 1999: 266).A
Sociedade da Informação
, paradigma social de desenvolvimento no qual arecolha, processamento e partilha de informação constituem as principais formas degeração de riqueza, assenta, segundo Miége, sobre três vectores: as tecnologias de
 PEDRO PEREIRA NETO
 
 ALUNO N 
º 12 854
 P 
.3

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