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OSRAM - Manual Luminotecnico Pratico

OSRAM - Manual Luminotecnico Pratico

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ManualLuminotécnico Prático
 
2
Fig.2:Curvadesensibilidadedoolhoaradiaçõesmonocromáticas.
10080%6040200300400500600700nmIV380NoiteDia780LuzUV
Conceitos básicos de Luminotécnica
Fig. 3: Composição das Cores
O que é Luz ?
Uma fonte de radiação emite ondas eletromagnéticas.Elas possuem diferentes comprimentos, e o olhohumano é sensível a somente alguns. Luz é, portanto,a radiação eletromagnética capaz de produzir umasensação visual (Figura 1). A sensibilidade visual paraa luz varia não só de acordo com o comprimento deonda da radiação, mas também com a luminosidade.A curva de sensibilidade do olho humano demonstraque radiações de menor comprimento de onda (violetae azul) geram maior intensidade de sensação luminosaquando há pouca luz (ex. crepúsculo, noite, etc.),enquanto as radiações de maior comprimento de onda(laranja e vermelho) se comportam ao contrário(Figura 2).
Luz e Cores
Há uma tendência em pensarmos que os objetos já possuem cores definidas.Na verdade, a aparência de um objeto é resultado da iluminação incidente sobreo mesmo. Sob uma luz branca, a maçã aparenta ser de cor vermelha pois elatende a refletir a porção do vermelho do espectro de radiação absorvendo a luznos outros comprimentos de onda. Se utilizássemos um filtro para remover aporção do vermelho da fonte de luz, a maçã refletiria muito pouca luz parecendototalmente negra. Podemos ver que a luz é composta por três cores primárias.A combinação das cores vermelho, verde e azul permite obtermos o branco.A combinação de duas cores primárias produz as cores secundárias - margenta,amarelo e cyan. As três cores primárias dosadas em diferentes quantidadespermite obtermos outras cores de luz. Da mesma forma que surgem diferençasna visualização das cores ao longo do dia (diferenças da luz do sol ao meio-diae no crepúsculo), as fontes de luz artificiais também apresentam diferentes resultados. As lâmpadasincandescentes, por exemplo, tendem a reproduzir com maior fidelidade as cores vermelha e amarela doque as cores verde e azul, aparentando ter uma luz mais “quente”.
Fig.1:Espectroeletromagnético.
 –780nm –610 –590 –570 –500 –450 –38010
 –15
10
 –11
10
 –9
10
 –7
10
 –5
10
 –3
10
 –3
10
3
1010
7
10
7
10
9
10
11
10
13
nm
OndaslargasOndasmédiasOndascurtasOndasultracurtasTelevisãoRadarInfravermelhoLuzUltravioletaRaiosXRaiosgamaRaioscósmicos
 
3
Fig.5:
OSRAM
IntensidadeLuminosa
Curva de distribuição luminosaSímbolo: CDLUnidade: candela (cd)
Se num plano transversal à lâmpada, todosos vetores que dela se originam tiverem suasextremidades ligadas por um traço, obtém-se a Curvade Distribuição Luminosa (CDL).Em outras palavras, é a representação da IntensidadeLuminosa em todos os ângulos em que ela édirecionada num plano. (Figura 6)Para a uniformização dos valores das curvas,geralmente essas são referidas a 1000 lm. Nessecaso, é necessário multiplicar-se o valor encontradona CDL pelo Fluxo Luminoso da lâmpada em questãoe dividir o resultado por 1000 lm.
Grandezas e conceitos
As grandezas e conceitos a seguir relacionadossão fundamentais para o entendimento dos elementosda luminotécnica. As definições são extraídas doDicionário Brasileiro de Eletricidade, reproduzidas dasnormas técnicas da Associação Brasileira de NormasTécnicas - ABNT. A cada definição, seguem-se asunidades de medida e símbolo gráfico do Quadro deUnidades de Medida, do Sistema Internacional - SI,além de interpretações e comentários destinados afacilitar o seu entendimento.
Fluxo LuminosoSímbolo:
ϕϕϕϕϕ
Unidade: lúmen (lm)
Fluxo Luminoso é a radiação total da fonte luminosa,entre os limites de comprimento de onda mencionados(380 e 780m). (Figura 4)O fluxo luminoso é a quantidade de luz emitida por umafonte, medida em lúmens, na tensão nominal defuncionamento.
Intensidade LuminosaSímbolo:
I
Unidade: candela (cd)
Se a fonte luminosairradiasse a luzuniformemente emtodas as direções,o Fluxo Luminoso sedistribuiria na formade uma esfera. Talfato, porém, é quaseimpossível de acontecer,razão pela qual énecessário medir o valordos lúmens emitidos em cada direção. Essa direçãoé representada por vetores, cujo comprimento indicaa Intensidade Luminosa. (Figura 5)Portanto é o Fluxo Luminoso irradiado na direção deum determinado ponto.
180° 160° 140°120°90°60°40°20°12080406080120cd90°95°85°100°115°125°135°155°175°75°65°55°45°35°25°15°012111098765432234567
CO-180C90-270
Para 1000 lm
BA
Fig. 6:Curva de distribuição de Intensidades Luminosas noplano transversal e longitudinal para uma lâmpadafluorescente isolada (A) ou associada a um refletor (B).
Fig. 4: Fluxo Luminoso

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