Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
5Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS a natureza das cores

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS a natureza das cores

Ratings: (0)|Views: 75 |Likes:
Published by *83*22*
Experimento de fisica 4
Experimento de fisica 4

More info:

Published by: *83*22* on Jan 25, 2010
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as DOC, PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

10/24/2012

pdf

text

original

 
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁSCAMPUS CATALÃODEPARTAMENTO DE FÍSICALABORATÓRIO DE FÍSICA ІVSETIMO– EXPERIMENTO
 A
 NATUREZA DAS CORES
ALUNOS: JUNIOR CESAR DELFINO PEIXOTO, 080792.CURSO: FÍSICA-LICENCIATURAPROFESSOR: JALLES FRANCOCATALÃO2009
 
Prismas
Prismas dispersivos são usados para separar a luz em suas cores de espectro, pois oíndice de refração depende da freqüência; a luz branca entrando no prisma é uma mistura dediferentes freqüências, e cada uma e refratada levemente diferente.Por exemplo, a cor azul é desviada um pouco mais que a cor vermelha. Prismasrefletivos são usados para refletir a luz, por exemplo, em binóculos. Prismas polarizados podem dividir o feixe de luz em componentes de variadas polaridades.A dispersão na óptica é o fenômeno que causa a separação de uma onda em váriascomponentes espectrais com diferentes freqüências, por causa da dependência da velocidadeda onda com sua freqüência, ao se mudar a densidade do meio, ondas de diferentesfreqüências irão tomar diversos ângulos na refração.Há dois tipos de fonte de dispersão material (influenciada pela densidade do meio)e por dispersão no guia de ondas, que por causa das soluções do modo transverso para ondasconfinadas lateralmente em um guia de ondas finito, normalmente dependendo da freqüênciadas ondas (tamanho relativo da onda, do comprimento de onda e do guia de ondas).Dispersão material em ondas eletromagnéticas, a velocidade da fase de uma onda édada pelo meio onde:
cvn
=
Onde: c é a velocidade da luz no vácuo e n é o índice de refração do meio. Emgeral, o índice de refração é uma função da freqüência, ou alternativamente, com respeito aocomprimento de onda.
 
O comprimento de onda depende do índice de refração do material de acordo coma fórmula. O efeito mais freqüentemente visto da dispersão é a separação da luz branca noespectro de luz por um prisma. Como um prisma é mais denso que o ambiente, para cadafreqüência há um ângulo de refração diferente, como a cor branca é uma composição de todasas cores, ou a sobreposição de várias ondas de diferentes freqüências, se dá a dispersãoseparando cada uma dessas freqüências por um ângulo de refração diferente.Para a luz visível, e para a maioria das matérias transparentes temos: 1 <n (λ Vermelho) <n (λ Amarelo) <n (λ Azul), ou alternativamente, que significa que o índice derefração n decai conforme se aumenta o comprimento de onda λ.Na interface de tal material com o ar ou vácuo, a Lei de Snell prevê que a luzincidente com ângulo θ será refratada por um ângulo θ'=arcsin (sin (θ) /n). Dessa forma a luzazul será mais inclinada que a vermelha, resultando no efeito de arco-íris.É necessária alguma capacidade de abstração, ou mesmo de imaginação, paracompreender que a cor não é uma propriedade intrínseca dos objetos, mas sim uma percepçãoe um acontecimento mutável. A cor é um fenômeno que depende de fatores como a luz, amatéria e um sistema visual capaz de receber e interpretar a luz, que é refletida pela matéria, ede conduzi-la ao cérebro.Este processo, através de informação codificada em atividade neurológica cadeiasde impulsos eletros-magnéticos por via de padrões e códigos de atividade cerebral, representaos objetos. Mas de que forma a informação proveniente dos olhos pode ser codificada emlinguagem cerebral e reconstituída na experiência dos objetos?Refere-se, com alguma freqüência, a semelhança entre o olho e a máquinafotográfica. Isto, na realidade, está longe de ser verdade dado que a tarefa do olho é, emmuito, diferente da máquina fotográfica que se limita apenas a converter os objetos emimagens. As características mais curiosas da percepção visual processo dinâmico que tem por objetivo encontrar a melhor interpretação perante os dados disponíveis nada têm de comumcom uma máquina fotográfica e vai muito para além dela, dado existirem muitas fontes deinformação ponderadas para além daquelas que se apresentam ao olho quando olhamos paraum objeto. Estas baseam-se, geralmente, na comparação com experiências prévias, não apenasdo domínio da visão, mas de todos os outros sentidos; isto irá influenciar a nossa interpretaçãodos objetos ao transcender a sua existência dado que sobre eles podemos especular e criar expectativas.

Activity (5)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 hundred reads
ivanfisica liked this
jose_m76 liked this
Loewen liked this

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->