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1 Estômago completo

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06/08/2013

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Estômago= Pólipos gástricos
Pólipos glándulas fúndicas
Não tem potencial malignoSão lesões sésseis de 2-3 cm no corpo e no fundo, mais comumente a mucosagástrica saudável.São esporádicos na maioria, mas podem ocorrer em associação com asíndrome de Gardner.São pólipos não neoplásicos, mas relatos mostram 60% pacientes com póliposgástricos apresentam neoplasia colorretal.
Pólipos Hiperplásicos
São os mais comunsTipicamente <1.5cm.Ocorrem em mucosa doente, gastrite crônica atrófica que na maioria das vezesestá relacionada com a infecção por H. pylori.O tto do H.pylori muitas vezes regride o pólipo.O pólipo em si não é neoplásico, mas pode haver alteração displásica eadenocarcinoma ocorre em 2% dos pólipos hiperplásicos.Conduta= EDA com polipectomia para histologia.
Pólipos adenomatosos
Possui risco para malignidade10% dos pólipos gástricos.Geralmente estão no antro, são sésseis, solitários e com erosões.Podem ser tubulares, tubulo-vilosos ou vilososRisco de adenocarcinoma= tamanho >4cm e histologia vilosa.>4cm = 40% casos tem adenocarcinoma associado.Polipectomia: realizada se for possível remoção de todo pólipo e se houver ausência de CA invasivo no espécime.Indicações de Cirurgia:Pólipos sintomáticos por dor ou sangramentoPólipos sésseis>2cmCa invasivo eImpossibilidade de remoção completa do tecido= excisão cirúrgica.
Estômago= Pâncreas ectópico
Surge durante o desemvolvimento embrionário da fusão dos broto pancreáticosdorsais e ventrais. Neste casos o tecido pancreatico ectópico fica implantado naparede intestinal e é levado para localização final.70% ocorre no estômago, jejuno e duodenoNo estômago a maioria é assintomática, quando sintomáticos, sao semelhantesa doença ulcerosa péptica, sendo a dor abdominal o sintoma mais comum.EDA= pode visualizar a massa, mas pelo fato da localização ser submucosa, odiagnóstico tissular pode ser difícil.
 
US endoscópico= coadjuvante para fazer o diagnóstico e para realizar a biópsia.TTO= excisão cirúrgica.
Estômago= Doença Menetrier ou gastrite hipertrófica
Gastropatia hipertrófica hipoproteinêmicaLesão pré-malignaRugas gástricas largas no fundo e corpo do estômago, mucosa com aspectocerebriforme ou pedra de pavimentação.Histologia= hiperplasia foveolar (expansão das células mucosas superficiais)com ausência de células parietais.Há hipocloridria ou acloridria; erda de proteica a partir do estômago; Produçãoexcessiva de mucoCausa é desconhecidaEm crianças pode estar associadas com CMVEm adultos pode estar associada com H. pylori.Relataou-se aumento do fator de crescimento
α
transformador.Quadro clínico= dor epigástrica, vômitos, perda de peso, anorexia e edemaperiférico.Diagnósrico= EDA ou SEED.Monitorização 24 horas do pH detecta a hipoclridria o acloridria.Teste albumina marcado com cromo= mostra perda proteicaTto medicamentoso= octeotrideo, anticolinérgico, supressão de ácidos eerradicação de H. pylori.Gastrectomia total=- Indicada nos casos de perda maciça de proteínas sem resposta ao tto clínico.- Indicada nos casos de displasia ou CA.
Estômago= Lesão gástrica de Dieulafoy
Cap 44 HEMORRAGIA DIGESTIVA
- São vasos mucosos ou submucosos muito calibrosos na mucosa gástrica ao longo da partemédia da pequena curvatura.- Quadro clínico= ocorre numa erosão superficial de um vaso calibroso que causa umahemorragia rápida e volumosa que cessa espontaneamente.- O diagnóstico pela EDA é difícil, pois a lesão raramente se associa com a uma lesão ulcerada.óbvia. Se a lesão for identificada na EDA, ela deve ser marcada com infiltração de corante daÍndia para permitir uma ressecção precisa.- Tratamento é feito com ressecção em cunha sem vagotomia- EDA com coagulação não se mostrou eficaz.
CAP 45 Estômago
Sangramento é causado por uma artéria tortuosa anormalmente grande (1-3 mm) que faz umtrajeto submucoso.A pulsação do vaso sanguíneo submucoso causa erosão da mucosa sobrejacente.A artéria é exposta aos conteúdos gástricos e ocorre erosão adicional e sangramento.O defeito mucoso 2-5 mm e é rodeado por ma mucosa gástrica de aspecto normal.Estas lesões se localizam 6-10 cm a partir da JGE, geralmente no fundo gástrico.Mais comum em homensQuadro clínico clássico= início súbito de hematêmese maciça indolor e recorrente comhipotensão.
 
Sinal mais comum= hematêmeseDiagnóstico= EDAComo o sangramento é intermitente, podem ser necessárias várias EDA.EDA- identifica a lesão= coagula com eletrocautério, escleroterapia, fotocoagulação com laser,sonda de calor, injeção, ligadura com fita, hemoclipagem.Angiografia pode ser usada quando a EDA não pode identificar a causa.Achados angiografia= artéria tortuosa, ectasia da distribuição da art. gástrica esquerda,extravasamento de contraste associado ao sangramento.Pode também fazer embolia com gelfoam.Cirurgia= reservada para os pacientes que houve falha no tratamento inicial.Antes da cirurgia tatuar a lesão pela EDARessecção em cunha via aberta ou laparoscópica.
Estômago= Laceração de Mallory-Weiss
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- 10% casos de hemorragia TGI.- Laceração da mucosa gástrica proximal da junção gastro-esofagiana.- História de vômitos, ou indução de vômitos ou tosse que são seguidos por hematêmese.- Idade média >60 anos e mais comum em homens.- Fatores de risco= alcoolismo, diátese hemorrágica associada a alguma doença, hérnia de hiato,uso de AINEs.- 10% podem apresentar hemorragia com hematoquezia e hipotensão.- Risco de mortalidade > em cirróticos e hipertensão porta.- 90% pára de sangrar espontaneamente.

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Iarne Chagas Sousa added this note|
Mtuito importante as explicações aqui neste informativo. pois assim nos esclarece ,de muitas situações aqual tanto ,presizamos de esclarecimentos .Fico agradecida e parabenizo a todos que tem ajudado a tantos . .Obrigada.
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