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Por Enquanto Estamos Salvos

Por Enquanto Estamos Salvos

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Historias do mundo antigo falando do mundo atual e além.
Historias do mundo antigo falando do mundo atual e além.

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Categories:Types, Research, History
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09/10/2010

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Por enquanto estamos salvos
 por acffonsatualizado jan/2010 No apagar das luzes de 2007 nosso colega copeliano me presenteou com um briefing deum excelente material ainda não editado no Brasil, do Sr. Z.S. Trata-se de um apanhadogeral de sua pesquisa já publica em livros dessa vez orientada para os sinais do tempo.Gostaria de compartilhar com vocês alguns aspectos desse estudo, baseado no que setem de registro nos textos antigos quase sempre não divulgados, principalmente por termos desenhado em nossa sociedade “moderna” um novo testamento, um novo rumo,novos horizontes, onde o nosso passado no presente se resume a algumas pinceladascheias de lapsos, cobertas de mitologias, lendas, crenças, fé.Eu sei o quanto o passado, principalmente esse tão longínquo, não faz parte do grupo deinteresses, estudos e caminho de muitos de vocês. Mas penso que amadureço e aprendoquando compartilho com essas migalhas tão raras da história humana não contada nasuniversidades.Cíclicos é a impressão que fica desse recente trabalho do professor e arqueólogo russo,quando falamos dos tempos finais. Significa dizer que sempre houve a esperança do“retorno” de alguém, muito antes do bispo da Gália Irineu - o caçador de hereges -começar a segregar o que vai e o que não vai para posteridade. Coisas como:- quem vive e quem morre na concepção divina,- quem continua pós morte (vide livro de o Evangelho de Judas – Marvin Meyer),- qual deus governa tudo, qual deus governa a metade, quem governa o mundo (daépoca),- o feminino na criação,- Jesus morreu/não morreu, ressuscitou? quem era afinal?Enfim, tantas emoções e decisões stress para os “governantes globais da época”! Malsabiam eles do aquecimento global ou do Haarp 21 séculos depois. Ou será quesabiam?
O fato é que no século XXI AC já tínhamos um apocalipse textual e falado nastradições de então.Uma das primeiras comemorações do retorno foi quando o apocalíptico dilúvioterminou e os deuses se reuniram na terra para repensar a criação e a governança dasociedade da época, agora com a presença inegável do humano. Nesse primeiro retornoda divindade a terra foi divida em reinados:
Mesopotâmia – com o deus da guerra, da governança, da lei e responsável pelo“projeto terra”;
África com seus centros emergentes no Égito com o deus da ciência e principalresponsável pela codificação humana;
Vale do Indo com a deusa da saúde e personificação feminina nesse triunviratoextra-terrestre.
 
Foram esses perfis, muita tentativa e erro, ensaios em laboratórios e uso do próprioDNA (“imagem e semelhança de deus”) que o triunvirato criador, delinearam e deramcurso a história humana.Essa divisão foi o primeiro marco logo após aquele apocalipse. Naquela época o tempoera percebido por três relógios;
Tempo divino: tempo baseado na órbita da casa de deus (Nibiru). Todos de lá pulsam com o tempo de lá. Um ano divino tem 3600 anos terrestres.
Tempo terrestre: tempo baseado na órbita da casa dos humanos (Terra). Todosnascidos aqui pulsam com o tempo daqui.
Tempo celestial: tempo baseado no movimento do espaço e seus astros, estrelas,constelações, zodíaco. Demais tempo sofrem influência do tempo celestial, quenão pertence a um só “dono”. Cada ciclo do tempo celestial tem 2160 anosterrestres.Esse relógio celestial era obedecido pelos deuses criadores dos humanos na troca degovernos. Cada era celestial/zodiacal era administrada por um deus. Entre esses deuseshavia uma desavença “judicial” pelo direito de governar na conforme diferentesentendimentos de ciclos. Nessa desavença também estavam envolvidos o direito de usodas plataformas de lançamento, equipamentos e tecnologias de criação e manutenção dosustento dos deuses e seus contatos com sua casa divina. Os humanos foram se afiliandoa um ou a outro deus e participavam com fanatismo de suas guerras.Com essas guerras fomentava-se a chegada de um deus que apaziguasse os ânimos etambém fosse guerreiro. Isso há 4200 anos. Também porque o tempo de Marduk (odeus Rá do Egito) estava se aproximando em definitivo pelo zodíaco e ninguém poderianegar-lhe “novamente” o poder.O centro do poder na época era o oriente, a região de Israel até o Iraque atual. Nessaregião haviam os meios de comunicação para fora da terra, foi a primeira base dosdeuses quando aqui chegaram, e era a zona de partidas e chagada mais visível para os“visitantes”.Com as brigas se acirrando nesse umbigo cada deus e suas colônias começaram a fazer  bases de lançamentos e palácios alternativos que abrigassem os deuses de sua terra natale quem sabe até o dirigente máximo de Nibiru (Anu veio duas vezes a terra). NaAmérica do sul essas bases estavam prontas por volta de 2024AC. Tiahuanaku era aBaalbek do novo mundo.Marduk assumiu por direito “o trono” e reescreveu a história colocando-se no centro.Ele “retornou” conforme previra 500 anos antes. Cada vez que Nibiru se aproximava daTerra uma série de questões políticas e de poder era levantado, tudo para dominar as plataformas de lançamento, quem sabe para receberem o supremo dirigente ou preparar  bagagem para ir embora.Marduk não teve sucesso em sua gestão. Não tinha o apoio dos outros deuses, criou ageração faraônica gerou novas linhagens com as mulheres terrenas, mas sempre foitribulado e traumático sua relação com a realeza. Enquanto isso lá pelos idos 3000 ACnovas sociedades sob a governança de Quetzalcoatl se formava nas Américas.
 
Quetzalcoatl era um dos filhos do deus responsável pelo projeto terra. Na Ásia antigatambém se formavam novas populações sob orientação dos outros filhos dos deuses.Em todos esses povoados eram divulgados um dia em que voltaria a “estrela da manhã”o “não visto” passaria a ser visto. Por volta de 1260 AC a história de Nibiru e seurelacionamento com a Terra passa a ser simbolizada pela cruz não mais como um discoalado, como era descrito na Suméria antiga. Na Babilônia o sinal da cruz foi adotadocomo símbolo e em seguida todas as terras ao redor já usavam a cruz como estampa emsuas vestes. Nibiru cruza as órbitas dos planetas de nosso sistema solar quando aparece.O sinal da cruz era um sinal do reaparecimento, do retorno.O templo de Jerusalém foi construído para abrigar o elo Céu-Terra (tudo que havia delegado que ajudasse na comunicação, descida ou subida de naves, inclusive a “arca daaliança”), 480 anos após o êxodo. Davi recebe de Yavé o projeto do templo e Salomãofolho de Davi concluiu sua construção.O retorno esperado veio por volta de 556 AC. A grande estrela da manhã brilhou por muito tempo nos céus da época, mas ninguém desceu a Terra, apesar do templo,aposentos suntuosos com suítes presidencial, humanas bonitas e perfumadas,descendentes, netos, bisnetos dos deuses arrumados dias após dias... nada aconteceu.Pelo contrário. Foi nessa época que a raça humana ficou órfã. Duranteaproximadamente 50 anos de sua proximidade com a terra nos idos 610-560 AC osdeuses das várias sociedades da terra na época (Viracocha-Andes, Quetzalcoatl-México,deuses Hindus, etc) voaram aos céus, ascenderam, foram embora. Ficaram seusdescendentes indiretos (filhos/filhas com os humanos). Menos mal. Nas memórias deEnki eles eram para ter ido embora cedo pós dilúvio. Um “mandado” expedidodiretamente da “confederados”, obrigou o triunvirato (Enki, Enlil, Sud) a permanecer mais tempo (vide The Lost Book of Enki: Memoirs and Prophecies of onExtraterrestrial God )Aos órfãos ficaram as promessas e os profetas. O templo de Jerusalém foi destruído esaqueado. Seus segredos espalhados ( e mais tarde “reunidos?” na reconstrução dotemplo). No século XXI AC Abraão fundava uma religião monoteísta, 21 séculosdepois um descendente de Abraão, celebrou uma ceia especial, levou uma cruz nascostas e ficou pregada nela. E a partir daí uma (nova?) religião monoteísta. Essa ceiaespecial faz parte da tradição hebraica até hoje. Nessa ceia é celebrada a promessa deElias que também foi elevado aos céus e voltará quando messias estiver pronto. Na páscoa as mesas judaicas reservam uma taça especial para Elias, um canto na mesa, uma porta ou janela aberta para seu retorno.Jesus da geração de Abraão e Davi era Yehu-Shuah (o salvador de Yahweh) tem suahistória contada oficialmente e nas versões apócrifas, confirmadas pelos manuscritosGnósticos (1945) o Manuscrito do Mar Morto (1947), os Códice Tchacos - evangelhode Judas ((1978) e outros escritos da época. Em 1966 uma nova edição do novotestamento grego é liberada para o mundo após dez anos de estudo comparativo. Esseestudo revelou 600 passagens com diferenças significativas dos originais.Das promessas e seus profetas Daniel, Ezequiel e João são muito requisitados e ostermos armagedon, babilônia, 666 circundam o mistério desse retorno atual. Começando pelo 600.60.6 multiplicados resultam na casa dos 216000 que é o tempo do zodiacal(tempo celeste). Armagedon (monte megiddo) é o lugar na terra santa (próximo ao Iran)

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