Print this document
High Quality
Open the downloaded document, and select print from the file menu (PDF reader required).
Browser Printing
Coming soon!
O Distrito Es- colar da área de Merced, prestou homenagem aos melhores pro- fessores de Li- ceu, referente ao ano de 2009. A cerimónia ocor- reu no dia 25 de Janeiro do cor- rente ano.
O Distrito Escolar de Merced tem 1300 professores que serve uma população de 10,800 alunos em todas as classes.
O IV Congres- so Internacional sobre o Divino
lifornia nos dias 24 a 26 de Junho de 2010, duran- te as Festas do
ceiro que veio do Ministerio da Educação para “IC” no am- bito da passagem da tutela do EPE para o Instituto Camões, disse o govemante.
ros e das Comunidades Portuguesas, no Parlamento, onde apresentou as prioridades para 2010 na área da Emigração. Assumindo que o EPE é uma das grandes prioridades, o
este ano prende-se com o programa Netinveste, para o qual
foram atribuidos quatro milhões de euros no ambito do
QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional).
Eu já um dia vos disse que sou um sonhador inquietante. Os meus so- nhos são reais, com cor, com pesso-
1A era um governante. A seu lado sentava-se um assessor, que trazia na mão um canudo, daqueles que os arquitectos e os mestres de obras tra- zem sempre consigo.
do avião com um canudo na mão. Poderia algum brincalhão chamar- lhe o governante do canudo.
O avião desceu calmamente no aero- porto da ilha e quando se abriram as portas, lá saíu o governante, acom- panhado à distância de 1.5 metros do seu assessor. O governante tinha vis-
mostrava como os ingleses manifes- tavam a sua categoria social manten- do uma distância de 4 a 5 pés entre eles e os outros. Mal entrou para o lugar, implementou esta medida di- ferenciadora da sua categoria.
Foi recebido na aerogare pelo presi- dente de metade da Ilha e seguiram para uma casa bonita onde habitual- mente se juntava o povo.
As suas primeira palavras em frente a uma sala cheia de gente foram as seguintes:
“O governo a que pertenço teve o condão de descobrir algumas ver- bas que estavam caducas num cofre
da nossa secretaria e logo pensou investi-las na vossa terra. E até para facilitar este projecto, tirámos tempo para pedir a alguns cientistas desem- pregados que nos desenhassem aqui- lo que hoje estamos a oferecer-lhes. E aqui está o projecto.”
O assessor prendeu a planta do pro- jecto na parede da sala e quase todos os que enchiam aquele lugar do povo abriram a boca de surpresa. Um puto de 10 anos, que estava com o pai na
pai, esta marina é só para crianças?” “T’á calado, estes governantes estão a VELAR por nós. Isto no papel pa- rece pequenino, mas no mar é muito grande”.
Um outro jovem já barbudo, pediu a palavra e disse: “Então, isto quer dizer, que nem vai haver discussão pública deste projecto, que é impor- tante para o nosso futuro?”
Esta pergunta era aquela que o go- vernante queria evitar. As mãos suavam-lhe, porque a partir daqui já nada seria igual. Teria que mentir descaradamente para bem de outros.
é, se não for feito já, hoje, o dinhei- ro poderá ser alavancado para outro projecto, por isso é importante que, hoje, agora, seja aceite por todos vós.
Calculem que até vamos gastar uma pequena fortuna para contratar mer- gulhadores para desviarem as ovas dos salmonetes que tem o seu ber-
ço mesmo na ligação da muralha de protecção com a terra. Nós só pensa- mos no vosso bem.” Mais suor...
Um dos mais velhos, que estava sem óculos e não conseguia ver a plan- ta do projecto, disse : “Porquer não, estes senhores do goveno trabalham para nós e querem o nosso bem. Eu
ao lado, disse: “O avô t’á marado, ou quê? Esta marina nem dá para os barcos que já temos.”
O governante rezava para sentir o barulho do avião que o vinha buscar, para acabar com aquele sofrimento. E assim aconteceu.
mais a planta. O assessor, coitado, quase que perdia o avião, pois deu- lhe uma diarreia mental que o pôs quase no hospital.
Ia o nosso governante a dirigir-se para o avião, quando o telemóvel tocou: “Então, que tal decorreu a reunião?” Oh, tudo muito bem, tudo como planeámos, disse o governante. A voz do outro lado, com um sota-
Não nos esqueceremos de si, quando acabar o servicinho, disse-lhe aque- la voz cantadinha, do outro lado do mar.”
Eu não sei se deva rir ou chorar, quando ouço os locu- tores da nossa rádio e televisão comunitárias, chamarem “doutores” a toda a gente que nos visita ou que vem de Portugal. Também em muitas festas nossas, o mestre de cerimónia cai neste mesmo comportamento.
Portugal é o único país da Europa e do mundo civiliza- do, que na rádio e na televisão, ainda usa esse tratamento académico, que caíu em desuso nos países democráticos e modernos já há muitos anos. Depois do 25 de Abril, há
Mesmo que houvesse tal tratamento neste nosso país, en- tão porque razão não tratam da mesma maneira os milha- res de cursados da nossa comunidade? Porquê, só aos que vêm de fora?
- o MC numa das nossas convenções em 2009, e quando apresentava a mesa de honra, só ao Cônsul de Portugal é que chamou “doutor”. Aos outros, os de cá, maioritá- riamente cursados, não tiveram tal honraria académica. A que se deve esta discriminação?
Esta subserviência mental a quem vem de fora, tem de passar à história. Devemos sempre ser orgulhosos daquilo que temos e daquilo que somos. Vejam a página 18.
nadas folhas verdes e brilhantes bagos ver- melhos, o azevinho
quadra invernosa, embora hoje em dia esteja mais largamente associado com o Natal. Curio- samente, em inglês, dá-se-lhe
o nome de HOLLY. No entanto, HOLY (com um L) é o adjectivo signicando santo. (Holy Ghost - Espírito Santo).
No testemunho de Jenny Linford (A Pocket Guide to Trees), “o aze- vinho desfruta grande projecção no folclore, incluindo a crendice que o corte dum azevinho acar- reta malefício. Outra crendice popular aponta p’ró facto que a
o azevinho, ostentando folhas es- pinhosas, “representa um símbo- lo da coroa de espinhos de Cris-
xão. O azevinho é frequentemen- te representado em pinturas de S. Jerónimo meditando na Paixão, ou de S. João Baptista que, ao
mitivos cristãos do Norte da Eu- ropa, o azevinho foi o símbolo da sarça ardente onde Deus apareceu a Moisés, e bem assim o símbolo do amor radiante que encheu o
com seus ramos pontiagudos e bagos escarlates, semelhando go- tas de sangue, é igualmente um
lembrança que Cristo nasceu p’ra ser coroado de espinhos e p’ra derramar o seu sangue”.
Como anotou Weiser, o apare- cimento do azevinho marcava o início da quadra festiva do Natal nos lares da antiga Inglaterra. Presentemente, o azevinho apa- rece não só em portas e janelas, em mesas e paredes, mas as suas folhas verdes e bagos vermelhos hão igualmente transformado o azevinho num símbolo universal do Natal, adornando cartões de festa, rótulos e respectiva emba- lagem dos presentes típicos da quadra natalícia.
Weiser recordou também que, na Inglaterra, “as superstições medievais creditaram o azevi- nho com poderes mágicos con-
de as proteger contra os feitiços do diabo. Na Alemanha, ramos de azevinho usados em enfeitar
a igreja no Natal, eram trazidos p’ra casa e guardados como amu- letos contra os relâmpagos. Mais ainda, era crendice popular que uma árvore de azevinho junto à residência concorria p’ra livrar o pessoal da casa contra trovões e relâmpagos”.
parentemente, nos Estados Unidos, o azevinho indígena desapareceu, devido
sivas da parte de muita gente, sobretudo na quadra natalícia. O azevinho agora usado é duma variedade europeia, com maiores folhas e bagos, produzido co- mercialmente por agricultores. O azevinho da Califórnia, comu-
mente chamado TOYON, cresce ao longo da Costa do Pacíco, apresentando extra brilhantes e
avermelhados bagos, que servem p’ra adornar os ramalhetes verdes do Natal.
da sua associação com o Natal, o azevinho nativo serviu de nome p’ra numerosas localidades nos Estados Unidos do sudeste ame- ricano, onde se reproduz mais ti-
lifórnia, o verdadeiro azevinho não é nativo, mas o toyon é ge- ralmente denominado California holly”.
mais óbvio p’ra aplicar-se a uma mata ou bosque de azevinho, ou outro qualquer lugar na imediata vizinhança. De facto, aquando do povoamento dos estados do sudes-
te americano, o nome Hollywood foi anexo a muitos locais e plan- tações. Em 1887 o casal Wilcox deu o nome de Hollywood ao
povoado que haviam fundado na Califórnia, provavelmente imi- tando o costume do sudeste.
É deveras curioso e informativo o testemunho de Erwin Gudde (Ca- lifornia Place Names), declarando
que o casal Wilcox teria importa- do árvores de azevinho, a m de justicar o nome Hollywood a- xado à povoação estabelecida ao
Em cima: Aspecto do Salão da Nova Aliança, onde teve lugar a apresentação das Sanjoani-
nas 2010, seguido de Fados.
Embaixo: a Banda da Nova Aliança também participou na festa, dando um pequeno con-
certo para gáudio de todos os amantes da boa musica.
Estas reuniões da nossa comunidade são boas oportunidades para a Banda exercitar aqui-
lo que melhor sabe fazer - tocar boa música
O “Thank you Dinner” de Joe Parreira é sempre muito concorrido.
Esq/dir: Teresa Correia, Maria Mendes, Maria Machado, Evangelina Pereira, Nair Gomes,
Maria Diniz, Lucia Machado, Rosa Parreira. Em pé: Fátima Melo, Jacks Melo, Eduina
Vaz, Albina Lopes.