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poltrona 47 - contos homoeróticos

poltrona 47 - contos homoeróticos

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Cinco histórias que retratam as aventuras sexuais de Fons Friedbürc dentro de um ônibus, onde a arte do sexo é vivida em toda sua plenitude.
Cinco histórias que retratam as aventuras sexuais de Fons Friedbürc dentro de um ônibus, onde a arte do sexo é vivida em toda sua plenitude.

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poltrona 47 | contos homoeróticos
Cinco contos que retratam as aventuras de Fons Friedbürc dentro de um ônibus,onde a arte do sexo é vivida em toda sua plenitude.
03
A primeira vez
A primeira experiência erótica de Fons Friedbürc dentro de um ônibus foi algo exci-tante e assustadora ao mesmo tempo. Fons admirou a ousadia daquele homemtocando em suas partes íntimas, provocando-lhe momentos de delírio e prazer.
06
Gotas na janela
Aquela era para ser uma simples viagem de trabalho. Mas um jovem atravessou ocaminho de Fons, onde uma aventura sexual realizada num quarto de hotel culmi-nou com minutos de sexo submisso dentro de um ônibus.
12
Três... é demais?
Fons voltava para casa, quando o ônibus em que viajava teve uma pane, sendoobrigado a parar numa estrada deserta, tarde da noite. Para passar o tempo en-quanto não vinha o resgate, Fons vive as tentações e as loucuras do sexo em grupo.
21
Irmão Boreen
Um passageiro chamou a atenção de Fons. Era um monge beneditino que viajavapara visitar parentes distantes. O que parecia uma viagem tediosa acabou se reve-lando uma experiência inusitada para Fons, que aprendeu uma maneira única defazer amor... com um religioso.
26
O Clube dos Ursos
Uma viagem. Uma troca de veículos. Um descuido. E Fons acaba conhecendo, numbar de beira de estrada, caminhoneiros sedentos por sexo que o obrigam a partici-par de uma aventura erótica totalmente insana. Um ritual onde homens rústicospraticavam verdadeiras orgias entre iguais.
 
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poltrona 47 | a primeira vez
Foi em fevereiro de 1998 que descobri os prazeres do sexo dentro de um veículo motoriza-do. Minha rotina até aquela madrugada havia permanecido inalterada durante anos. Deixa- va minha casa todos os dias por volta das sete da manhã. Uma viagem tediosa de pouco maisde uma hora separava meu doce lar em Lovland até o continente.Naquele dia trabalhei normalmente, apesar do meu humor permanecer embaixo da solade meu Adidas, pois chovera o dia todo. Eu estava com a melancolia grudada no corpo.O último ônibus que liga a civilização moderna ao paraíso tranqüilo onde eu vivia deixavao terminal de Downie pontualmente às onze e quinze da noite. Mas naquela quinta-feira,após um dia inteiro de fortes chuvas, o caos havia tomado conta do terminal rodoviário.Cheguei onze em ponto. Comprei minha passagem e logo no guichê fui avisado que todasas linhas estavam atrasadas. Mais um motivo para desenrolar a minha tromba. Arrastei os passos até a plataforma de embarque. Escolhi um banco longe de qualquerespécime humano e aproveitei o momento para descansar o corpo. Meus olhos ainda refleti-am as milhares de vezes em que os flashes do estúdio espocaram em meus alvos metálicos.Havia poucas pessoas transitando pelo local. No intervalo entre algumas cochiladas, eudirigia meu olhar de peixe morto para a plataforma. Ela permanecia vazia. E meu humor játinha se perdido em algum ponto entre o meu estúdio e o bendito terminal.Duas horas da manhã. Finalmente surgiu o Pássaro de Prata. O ronco do motor pareciaquerer acordar as doze pessoas que aguardavam pacientemente o seu direito de embarque.Disputei com o motorista qual a pior cara do dia. Ele ganhou a nota máxima, pois quandonotei seu humor, o meu estado parecia luminoso numa comparação direta. Como não haviamuitas dificuldades para se escolher uma poltrona vazia, tomei a liberdade de me sentar na“cozinha”. Escolhi a poltrona 47.Joguei minha mochila na poltrona ao lado. Abri um pouco a janela (sinto tremendamentea falta de ar), reclinei o banco ao máximo e tentei relaxar um pouco, pois minha intuiçãoinsistia em dizer que levaria pelo menos mais duas horas para atingir o meu doce lar. A chuva intensificou o seu ataque. Os sons produzidos pelas fortes gotas que açoitavam alataria de alumínio do velho ônibus fizeram com que minha mente serenasse de vez. Ador-meci, não sei por quanto tempo.

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