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apostila-sistemática de importação e exportação

apostila-sistemática de importação e exportação

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Published by IanaraTeixeira
2010
IPESU Ianara Teixeira

APOSTILA DE SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO

Sistemática de importação e exportação

Introdução A internacionalização do comércio aproximou as nações, independentemente de localização ou características particulares, e possibilitou um intercâmbio de bens e serviços de forma ágil e segura, através de um fluxo que tende a ser potencializado pela grande demanda da população mundial estimulada pelo avanço da tecnologia e pela própria necessidade de consumo. O comé
2010
IPESU Ianara Teixeira

APOSTILA DE SISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO

Sistemática de importação e exportação

Introdução A internacionalização do comércio aproximou as nações, independentemente de localização ou características particulares, e possibilitou um intercâmbio de bens e serviços de forma ágil e segura, através de um fluxo que tende a ser potencializado pela grande demanda da população mundial estimulada pelo avanço da tecnologia e pela própria necessidade de consumo. O comé

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2010
IPESUIanara Teixeira 
APOSTILA DESISTEMÁTICA DE IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO
 
 
Sistemática de importação e exportação
Profª Ianara Teixeiraianara_teixeira@yahoo.com.brianarateixeira.blogspot.com
Introdução
 A internacionalização do comércio aproximou as nações, independentemente delocalização ou características particulares, e possibilitou um intercâmbio de bens e serviçosde forma ágil e segura, através de um fluxo que tende a ser potencializado pela grandedemanda da população mundial estimulada pelo avanço da tecnologia e pela próprianecessidade de consumo.O comércio internacional pode ser definido como um grupo de práticaseconômicas, que são realizadas com o objetivo de obter lucro, através de uma relação decompra e venda em âmbito internacional.As principais razões pela busca por mercados internacionais por parte deempresas são: expansão mercadológica, crescimento econômico e financeiro, redução doscustos de produção e otimização da distribuição.Os governos também possuem interesses particulares no comércio internacional,pois a sua prática agrega valor e confiança internacionais, além da movimentação de divisas,o que impacta no câmbio e na balança comercial do país.Logo, tais vantagens despertaram os interesses de empresários e de governos,conduzindo esse comércio a um patamar onde toda a economia é regulamentada porpráticas capitalistas, que provocou uma reaproximação de países, anteriormente avessos aessas práticas, para tornar viável o ingresso de todos nesse mercado global. Dessa forma,muitas economias reformularam suas ações comerciais para se remodelarem aos novosrumos tomados pela economia mundial.Especialmente, alguns países como Brasil, Rússia, Índia e China – conhecidosatualmente pela sigla BRIC, que representa os países economicamente emergentes –aproveitaram suas potencialidades naturais, humanas e tecnológicas para iniciarem um novociclo em suas economias, estabelecendo parcerias para otimizarem suas balanças comerciaise desenvolverem seus pólos industriais, além de outras ações, como: geração de emprego erenda, livre concorrência, câmbio, atração de investimentos estrangeiros, abertura de novosnegócios, etc.Mas, antes de elaborar qualquer prognóstico, é vital que empresas estejamdevidamente preparadas para o desafio da concorrência internacional, o que implica emcondicionar corretamente todas as suas potencialidades, como:
 
Capacitar, treinar e motivar constantemente o pessoal;
 
Conhecer as normas cambiais internacionais;
 
Ter acesso às principais fontes e condições de financiamentos para capital de giro,exportações e importações;
 
Traçar uma política de marketing estrategicamente sintonizada com o mercado-alvo;
 
Redobrar as atenções com alguns componentes de produto, como: preços,embalagem, especificações técnicas, qualidade, rótulo, logística, condições detransporte, dentre outras.
 
Sistemática de importação e exportação
Profª Ianara Teixeiraianara_teixeira@yahoo.com.brianarateixeira.blogspot.com
No entanto, há muita resistência por parte de muitos pequenos e médiosempresários brasileiros em comercializar seus produtos e/ou serviços no mercadointernacional. Essas resistências estão mais relacionadas à falta de informação e insegurançado que qualquer fator de ordem econômica. Por exemplo:
 
Não sabem como exportar;
 
Não têm conhecimento sobre os programas e instrumentos de apoio à exportação elinhas próprias para financiamento ao exportador;
 
Não acreditam na política externa brasileira ao ponto de não investirem emprodutos, serviços e imobilizado voltado ao comércio internacional;
 
Não vêem vantagens em atuar no mercado externo.Se houvesse incentivos melhores e as informações estivessem mais acessíveis ede forma mais clara para os pequenos e médios empresários o quadro poderia serotimizado.A prova da falta de informação e da incredulidade é tanta que em 1997, asexportações brasileiras acima de US$ 15 milhões foram realizadas por apenas 3,73% dasempresas brasileiras aptas a exportar, o que importou em aproximadamente 80% do volumetotal das exportações. Enquanto que as exportações cujos valores individuais ficaram abaixode US$ 5 milhões, foram realizadas por 91% das empresas brasileiras aptas a exportar (cercade 14 mil empresas), o que importou em quase 10% do valor total exportado.Já em 1998, havia aproximadamente 4 milhões de empresas ativas no Brasil, masapenas 14.147 exportaram, o que representa 0,35% do total. E em 2000, uma melhoramínima: somente 16.246 exportaram, ou seja, 0,40% do total. Em 1999, somente 84empresas, do total de 4 milhões de empresas brasileiras, foram responsáveis por cerca 50%do valor exportado, enquanto que em 2000, somente 97 empresas foram responsáveis por53% do volume.Mesmo sabendo que o número de empresas brasileiras, que em algum momentoexportaram mercadorias, evoluiu de seis mil, em 1976, para dezesseis mil, em 2000, essaquantidade representa apenas 0,4% das empresas existentes no país. Logo, as exportaçõesbrasileiras por parte de pequenas e médias empresas ainda constituem um volume denegócios ínfimo que necessita ser incrementado através de ações mais objetivas por partedas três esferas do governo e de seus órgãos reguladores do Sistema de Comércio Exterior.Mas, além das dificuldades que envolvem falta de informação e insegurança,existem outras variáveis que acabam dificultando às pequenas e médias empresas brasileirasa ingressarem no comércio internacional, como:
 
A adaptação e modificação dos processos produtivos às exigências internacionais;
 
A falta de planejamento de médio e longo prazo;
 
A falta de recursos para investir em novos produtos e serviços;
 
A não-observância às leis de preservação ambiental e aos preceitos internacionaissobre os direitos humanos.Logo, pode-se constatar que as pequenas e médias empresas estão inseguras ematuar no mercado internacional. E não se pode ignorar esse fato, porque estas empresas

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