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Entropia - O Consumidor Mudou

Entropia - O Consumidor Mudou

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Um estudo sobre o novo consumidor, mais conectado e mais inteligente e uma dissertação das razões do marketing tradicional não os atingir. Uma releitura do manifesto cluetrain.
Um estudo sobre o novo consumidor, mais conectado e mais inteligente e uma dissertação das razões do marketing tradicional não os atingir. Uma releitura do manifesto cluetrain.

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Published by: João Carlos Caribé on Apr 26, 2008
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Posts of BlogEntropia ! 
 
2007-09-04 15:09:32 by João Carlos Caribé
 Não se trata de uma nova versão da classica comedia pastelão, e sim de mais uma constatação de que omercado mudou e continua mudando numa velocidade cada vez maior. Os sinais estão por toda parte: Esteanoas verbas publicitárias digitais estão superando as mais tradicionais mídias,o mercado da comunicação está mudando,os publicitários não entendem de interneteo consumidor fica cada dia mais sabido e exigente, isto sem falar na quebra da comunicação corporativa por conta das redes sociais que ja sãousadas comopotentes ferramentas de CRM.O perfil do novo consumidor vem sendo traçado com frequencia, alias cada dia fica mais dificil traçar algumperfil, o consumidor esta “derretendo” engordando acauda longaque não para de crescer. Este novoconsumidor é a antintese do consumidor de massa do passado. Antes consumia-se para pertencer à uma“tribo”, hoje também! Só que as “tribos” diminuiram e ficaram mais diversificadas.O agente catalizador da evolução sempre foi a infomação, hoje temos isto de sobra, alias temos emexcesso. Com o advento da Internet cada consumidor de informação passa a ser um emissor de umacomunicação em rede, um ambiente liquido, onde a informação pode ser fragmentada, reconstruida, fundidae novamente fragmentada… No meio do ecossistema da nova comunicação, a publicidade é interpretadacomo ruído e é descartada na primeira fragmentação, ou pior, muitas vezes totalmente descartada antesmesmo de ser exibida.Quem viveu os primórdios da Internet no Brasil deve lembrar como este mercado se comportava. Era umimenso latifundio a ser explorado, projetos e ideias mirabolantes surgiam a todo instante, o espiritoempreendedor ganhava auras de desbravador, e a Internet parecia uma infidável mina de ouro. Vivemoshoje entropia semelhante no mercado da comunicação, a diferença é que encontrar a formula ideal pode ser a chave da sobrevivência em um futuro muito próximo.Quebrando paradigmasTem muito profissional de comunicação que nunca vai entender o novo consumidor, e muito menos o quehouve com o mercado de comunicação. Não que ele não tenha capacidade intelectual para isto, ele nãoconseguirá entender isto com os fundamentos teóricos e ferramentas usuais ele não possui uma vivênciaque permita este entendimento, não faz parte da sua cultura. Muitos paradigmas precisam ser quebrados:
Mídia
- Esqueça mídia, para de pensar em mídia, pare de tentar tangibilizar um conceito que não seaplica ao novo consumidor. Mídia simplesmente não faz sentido para um público que tem aliberdade de escolher se quer ou não ser impactado pela propaganda. Lembre-se em tempos decomunicação líquida, o meio é a mensagem.
Internet não é midia -
Internet não é midia, quem te disse isto? Internet hoje é um complexoecossistema social que chamamos de ciberespaço. Chamar a internet de mídia é subestimar a suacapacidade, ela não chega a ser ometaversoem si, afinal ela esta muito presente no mundo real,mas possui autonomia suficiente para sê-lo. Temos de “destangibilizar” nosso conceito de mídia, aInternet congrega informações, serviços, lembranças e emoções, tudo em bits, tudo líquido.
Internauta é mãe ! -
Tratar um usuário de internet por internauta é uma forma de distancia-lo, étrata-lo como um ser diferente. As interpretações podem ser desde uma forte dose latente doemitente em tentar manter seu status quo, como a simples tentativa de rotular um grupo depessoas. Descontando a face emocional do discursso, sobra a ignorância. A nova cultura é acibercultura, é a cultura da geração conectada, que a cada dia expande tanto horizontalmentequanto verticalmente atingindo indivíduos cada vez mais novos e mais velhos. Se sou um internautaposso afirmar que em muito breve todos seremos, então os diferentes serão os desconectados.
Vivemos cada vez mais conectados -
Quem pensa que a internet fica no computador precisa rever seus conceitos. Foirisível a matéria do Fantástico deste fim de semana, onde uma mãedesesperada “desligou a internet” do filho viciado. Enquanto existir esta “guerra” entre o real e ovirtual vão existir interpretações tendenciosas como estas. O problema é psicológico, o vício poderiaser em qualquer coisa. Mas voltando ao assunto, há muito a internet “saiu” do computador, hoje elaé acessível por wap (celular), pelo telefone (VXML) e integrando soluções com dispositivos como oRFID, além é claro da TV Digital que corre um sério risco de ser engolida pela IPTV. O certo é que

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