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Ciências - drogas - alcool, heroína

Ciências - drogas - alcool, heroína

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pequeno trabalho sobre alcool e heroína, o que são e quais os problemas provocados pela sua tulização
pequeno trabalho sobre alcool e heroína, o que são e quais os problemas provocados pela sua tulização

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07/12/2013

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Álcool
 
O consumo de álcool, produzido pela fermentaçãonatural ou espontânea de alguns produtos vegetais,deve ser tão antigo como a própria humanidade, jáque até os primatas tentam ou inclusivamenteconseguem fermentar fruta para produzir levesintoxicações.O procedimento para produzir álcool destilado deve-se aos árabes, mas o seu desenvolvimento industrialcomeçou nos países cristãos do mediterrâneo a partir do século XII, ficando a tecnologiaperfeitamente desenvolvida e implantada no resto da Europa no século XIV.À medida que cresce o consumo, aumentam os problemas relacionados com estes produtos,e no século XX surgem tentativas para a redução da sua presença na sociedade: a proibiçãonos Estados Unidos, nos anos 20, e as campanhas de prevenção, a partir dos anos 60, nospaíses desenvolvidos.
Vias de administração
A sua administração é feita por via oral.
Aspectos farmacológicos
Poucos minutos depois da ingestão do álcool, este passa para a corrente sanguínea, ondepode manter-se várias horas, e a partir da qual exerce a sua acção sobre diversos órgãos docorpo.O etanol afecta todo o organismo, sendo o fígado um dos órgãos mais afectados; este tem amissão de transformar o álcool noutras substâncias pouco perigosas para o indivíduo, mastem uma capacidade limitada: pode metabolizar entre 20 a 30 gramas de álcool por hora.Entretanto, a bebida circula pelo sangue, danificando os outros órgãos por onde passa.
Efeitos
O marcado carácter social desta droga e a grande aceitação de que goza permitem catalogarcomo normais padrões de consumo que, na realidade, são claramente exagerados. Estesgeram uma rie de conseqncias adversas que a seguir passaremos a resumir:-
Efeitos imediatos
Contrariamente ao que se diz, o álcool não é um estimulante do sistema nervoso centralmas sim um depressor, pois à sensação inicial de euforia e de desinibição, segue-se umestado de sononcia, turvão da vio, descoordenão muscular, diminuão dacapacidade de reacção, diminuição da capacidade de atenção e compreensão, fadigamuscular.O excessivo consumo de álcool produz acidez no estômago, vómito, diarreia, baixa datemperatura corporal, sede, dor de cabeça, desidratação, falta de coordenação, lentidão dosreflexos, vertigens e mesmo dupla visão e perda do equilíbrio. Se as doses ingeridas foremmuito elevadas podem provocar depressão respiratória, coma etílico e eventualmente amorte.
 
O álcool actua bloqueando o funcionamento do sistema cerebral responsável pelo controlodas inibições. Estas, ao verem-se diminuídas, fazem com que o indivíduo se sinta eufórico,alegre e com uma falsa segurança em si mesmo que o poderão levar, em determinadasocasiões, a adoptar comportamentos perigosos.Os acidentes de tráfego merecem uma menção especial. Uma altíssima percentagem delestêm relação directa com o consumo do álcool. Há mais mortes por dia causadas pelo álcooldo que por outras drogas. Podemos afirmar que é a primeira causa de morte entre os jovens.
- Efeitos a longo prazo
O consumo crónico produz alterações, de diversa natureza, em diferentes órgãos vitais:Cérebro: deterioração e atrofia.Sangue: anemia, diminuição das defesas imunitárias.Coração: alterações cardíacas (miocardite).Fígado: o alcoolismo é uma das principais causas da hepatopatia, que se pode manifestarem forma de hepatite ou cirrose.Estômago: gastrite, úlceras.Pâncreas: inflamação e deterioração.Intestino: transtornos na absorção de vitaminas, hidratos e gorduras, que provocamsintomas de carência.A irritabilidade, a insónia, os delírios por ciúmes ou a mania da perseguição são algumas dasalterações de que, com frequência, sofrem os consumidores crónicos desta substância.O consumo habitual na mulher grávida pode dar lugar à chamada síndrome alcoólica-fetal,caracterizado por malformações no feto, baixo coeficiente intelectual, etc.Trata-se de uma droga capaz de originar tolerância e um alto grau de dependência, tantofísica como psicológica. Muitos alcoólicos apresentam a denominada tolerância negativa:basta uma pequena quantidade de etanol para que fiquem completamente ébrios.A supressão do álcool no paciente consumidor costuma desencadear uma enorme síndromede abstinência que requer atenção médica urgente. Os sintomas são os seguintes: entre asdoze e as dezasseis horas seguintes à privação da bebida, aparecem: inquietação,nervosismo e ansiedade. Várias horas depois, podem aparecer cãibras musculares,tremores, náuseas, vómitos e grande irritabilidade. A partir do segundo dia de abstinência,nos casos mais graves, surge o denominado "delírium tremens", caracterizado por uma claradesintegração dos conceitos, aparecimento de delírios, alucinações, fortes tremores.No núcleo familiar, um elevado grau de alcoolismo pode conduzir à falta deresponsabilidade, desintegração familiar, crises, maus tratos, etc.Outras consequências provocadas pelo alcoolismo são a instabilidade e o absentismo laboral,o aumento de acidentes, os comportamentos criminosos, alterações da ordem e até osuicídio.
 
TABACO
O tabaco vem da planta NicotianaTabacum e é uma substânciaestimulante. Pode ser encontrado emforma de charuto, cigarro (com ou semfiltro), cachimbo, rapé e tabaco demascar. O tabaco é principalmentefumado, mas pode também ser inaladoou mastigado. Tem uma acçãoestimulante.A combustão do tabaco produz inúmerassubstâncias como gases e vapores, quepassam para os pulmões atras dofumo, sendo algumas absorvidas pelacorrente sanguínea. Estes substânciassão:Nicotina: A nicotina é o alcaide daplanta do tabaco. Quando chega aoSistema Nervoso Central, actua como umagonista do receptor nicotínico daacetilcolina. Possui propriedades derefoo positivo e viciantes devido àactivação da via dopaminérgicamesolímbica. Aumenta tamm asconcentrações da adrenalina,noradrenalina, vasopresina, beta endorfinas, ACTH e cortisol, que parecem influir nos seusefeitos estimulantes.Substâncias irritantes (como a acroleína, os fenóis, o peróxido de nitrogénio, o ácidocianídrico, o amoníaco, etc): provocam a contracção bronquial, a estimulação das glândulassecretoras da mucosa e da tosse e a alteração dos mecanismos de defesa do pulmão.Alcatrão e outros agentes cancerígenos (como o alfabenzopireno): contribuem para asneoplasias (tumores malignos) associadas ao tabaco.Monóxido de carbono: provocam a diminuição da capacidade de transporte de oxigénio porparte dos glóbulos vermelhos.

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