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Aqueles Que Dizem Senhor! Senhor!

Aqueles Que Dizem Senhor! Senhor!

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Published by: Adailton Barreira moura on Feb 20, 2010
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06/29/2013

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CAPÍTULO XVIII - MUITOS OS CHAMADOS, POUCOS OS ESCOLHIDOSNem todos os que dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus
6.
Nem todos os que me dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus; apenas entraráaquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. - Muitos, nesse dia, me dirão:Senhor! Senhor! não profetizamos em teu nome? Não expulsamos em teu nome o demônio?Não fizemos muitos milagres em teu nome? - Eu então lhes direi em altas vozes: Afastai-vosde mim, vós que fazeis obras de iniqüidade. (S. MATEUS, cap. VII, vv. 21 a 23.)
 7.
Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homemprudente que construiu sobre a rocha a sua casa. - Quando caiu a chuva, os riostransbordaram, sopraram os ventos sobre a casa; ela não ruiu, por estar edificada na rocha. -Mas, aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica, se assemelha a um homeminsensato que construiu sua casa na areia. Quando a chuva caiu, os rios transbordaram, osventos sopraram e a vieram açoitar, ela foi derrubada; grande foi a sua ruína. (S. MATEUS,cap. VII, vv. 24 a 27. - S. LUCAS, cap. VI, vv. 46 a 49.)
 8.
Aquele que violar um destes menores mandamentos e que ensinar os homens a violá-los,será considerado como último no reino dos céus; mas, será grande no reino dos céus aqueleque os cumprir e ensinar. - (S. MATEUS, cap. V, v.19.)
 9. Todos os que reconhecem a missão de Jesus dizem: Senhor! Senhor! - Mas, de que serve lhechamarem Mestre ou Senhor, se não lhe seguem os preceitos? Serão cristãos os que o honram comexteriores atos de devoção e, ao mesmo tempo, sacrificam ao orgulho, ao egoísmo, à cupidez e atodas as suas paixões? Serão seus discípulos os que passam os dias em oração e não se mostramnem melhores, nem mais caridosos, nem mais indulgentes para com seus semelhantes? Não,porquanto, do mesmo modo que os fariseus, eles têm a prece nos lábios e não no coração. Pelaforma poderão impor-se aos homens; não, porém, a Deus. Em vão dirão eles a Jesus: "Senhor! nãoprofetizamos, isto é, não ensinamos em teu nome; não expulsamos em teu nome os demônios; nãocomemos e bebemos contigo?" Ele lhes responderá: "Não sei quem sois; afastai-vos de mim, vósque cometeis iniqüidades, vós que desmentis com os atos o que dizeis com os lábios, que caluniaiso vosso próximo, que espoliais as viúvas e cometeis adultério. Afastai-vos de mim, vós cujo coraçãodestila ódio e fel, que derramais o sangue dos vossos irmãos em meu nome, que fazeis corramlágrimas, em vez de secá-las. Para vós, haverá prantos e ranger de dentes, porquanto o reino deDeus é para os que são brandos, humildes e caridosos. Não espereis dobrar a justiça do Senhor pela multiplicidade das vossas palavras e das vossas genuflexões. O caminho único que vos estáaberto, para achardes graça perante ele, é o da prática sincera da lei de amor e de caridade."São eternas as palavras de Jesus, porque são a verdade. Constituem não só a salvaguarda da vidaceleste, mas também o penhor da paz, da tranqüilidade e da estabilidade nas coisas da vidaterrestre. Eis por que todas as instituições humanas, políticas, sociais e religiosas, que se apoiaremnessas palavras, serão estáveis como a casa construída sobre a rocha. Os homens as conservarão,porque se sentirão felizes nelas. As que, porém, forem uma violação daquelas palavras, serão comoa casa edificada na areia. O vento das renovações e o rio do progresso as arrastarão.
 
NEM TODOS OS QUE DIZEM: SENHOR, SENHOR!ENTRARÃO NO REINO DOS CÉUS108
FONTE BÁSICA
KARDEC, Allan
O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Trad Guillon Ribeiro, 89. ed. Rio deJaneiro: FEB, 1984.
Cap. XVIII, Itens 6 a 9. p. 304-5.FONTES COMPLEMENTARES
1. XAVIER, Francisco C.
Cada servidor em sua tarefa;
mens. 56.In:.
Livro da Esperança.
Pelo espírito Emmanuel. 7. ed. Uberaba: CEC. 1984. p. 156-8.2 XAVIER, Francisco C. & VIEIRA, Waldo.
Santidade de superfície;
mens. 33. In:.
Opinião espírita.
Pelos espíritos Emmanuel eAndré Luiz. 5. ed. Uberaba: CEC, 1982. P 114-63.__.
Em plena era nova;
mens 12 In:.
O Espírito da Verdade.
Por vários espíritos. 5. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1985. p. 38-9.
 
4. Op. cit,
Quando voltares;
mens. 101. p. 229-30.
OBJETIVO
Informar os participantes sobre a importância e o porquê de se reconhecer a missão de Jesus,não somente através de palavras, mas de atos e vivência do seu Evangelho.
CONCLUSÃO
Conhecer a lei de Deus e reverenciá-lo por palavras é condição necessária, porém não suficientepara a felicidade plena; é igualmente indispensável agir de acordo com os ditames da soberana lei,tão bem expressa e exemplificada por Jesus, em seu Evangelho.
OBSERVAÇÕES
Recomenda-se, como leitura preparatória, a mens. 12, do livro
O Espírito da Verdade.
O dirigente, ao ler o texto, deverá certificar-se do completo entendimento do vocabulário pelosparticipantes.
Por que nem todos os que dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus?
Porque a entrada no reino dos céus só é facultada àqueles que cumprem a lei de Deus, segundo ospreceitos de Jesus. E nem sempre o balbuciar de palavras reverenciando o Senhor é acompanhadode atos que caracterizam e dignificam o verdadeiro cristão
Os atos exteriores de devoção, as expressões bonitas, sem o sacrifício do nosso orgulho, egoísmo ecupidez, nada valem aos olhos do Pai. A Ele interessa o que vai em nosso íntimo.
Onde buscar a lei de Deus, para conhecê-la?
No reduto da nossa própria consciência. Além disso, o Evangelho de Jesus é repositório inesgotávelde seus ensinamentos, sob a forma de lembrete e convite permanente à nossa reforma íntima.
Com a humildade de coração e a fé em Deus e no futuro, nos é permitido compreender melhor suasleis.
Que lição a passagem nos ensina?
Que só teremos sucesso em nossas obras se, na sua elaboração, levarmos em conta os preceitosdivinos, que nos recomendam agir com prudência, coragem e boa vontade.O
espírito deve ser conhecido pelas suas obras, e estas devem estar sustentadas em bases sólidas.
O que é necessário o homem fazer para conquistar o reino dos céus?
Usar os recursos intelectuais, materiais e morais de que dispõe, para realizar, tão bem quantopossível, a tarefa que lhe cabe como cristão, e todo o bem ao seu alcance, seguindo sempre oroteiro traçado por Jesus.
chegaremos a bom termo, no cumprimento das tarefas que nos compete realizar, se tomarmos por base os mandamentos divinos.
Quer dizer, então, que as orações que proferimos com palavras abundantes e enaltecedorasao Criador não são bem recebidas por Ele?
Não é bem assim. Toda oração, qualquer que seja a sua forma, é bem recebida por Deus, desdeque parta de um coração sincero e puro, e seja secundada por atos que a enobreçam e a justifiquem.
"Não espereis dobrar a justiça do Senhor pela multiplicidade das vossas palavras e das vossasgenuflexões" 
6 Qual é o papel da religião no relacionamento da criatura com o Criador?
Esclarecê-la quanto aos procedimentos a adotar em sua vida, objetivando sua ascensão até o Pai, jáque o processo de
salvação
é individual e em função das obras de cada um."O
caminho único que vos está aberto, para achardes graça perante ele, é o da prática sincera da lei de amor e caridade".
A que instituição, na Terra, se vincula o Evangelho?
A nenhuma. O Evangelho é roteiro de luz para toda as criaturas que, tendo-o à frente de todos osseus atos, renovarão a sociedade humana para implantação do reino de Deus na Terra.
"Eis porque todas as instituições humanas, políticas, sociais e religiosas, que se apoiarem nessas palavras, serão estáveis como a casa construída sobre a rocha." 
 
Pelas suas obras é que se reconhece o cristão
16. "Nem todos os que me dizem: Senhor! Senhor! entrarão no reino dos céus, mas somenteaqueles que fazem a vontade de meu Pai que está nos céus."Será bastante trazer a libré do Senhor, para ser-se fiel servidor seu? Bastará dizer: "Sou cristão",para que alguém seja um seguidor do Cristo? Procurai os verdadeiros cristãos e os reconhecereispelas suas obras. "Uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má pode dar frutosbons." - "Toda árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo." São do Mestre essaspalavras.
 
NEM TODOS OS QUE DIZEM: SENHOR! SENHOR!
Objetivos1.Analisar a pabola do Festim de Bodas, relacionando os convidados aos diversospovos que já receberam o conhecimento da Lei Divina, através de seus Profetas.
2.
Analisar a assertiva de Jesus: “Nem todos os que dizem: Senhor! Senhor!”,reconhecendo que o basta a aceitação superficial do convite a vincia doEvangelho para entrarmos no Reino dos Céus.3.Ressaltar o valor do conhecimento das leis de Deus e a responsabilidade decorrente domesmo, salientando as alegrias que advirão do conhecimento colocado em prática.Sugestõesparaleitura
1.
ESE Cap. XVIII Itens 6 a 15 ( ver também Cap. XIX
Parábola da Figueira Seca, itensde 8 a 10.”
2.Livro da Esperança (Emmanuel) Mens. 56 e 573.Opinião Espírita (Emmanuel) Mens 26 e 334.O Espírito da verdade (C. Xavier) Mens, 12, 54 e 1015.O Sermão da Montanha (Calligaris) só entrarão no reino dos céus6.Parábolas Evangélicas (Calligaris) Parábola das Bodas
Esta parábola nos leva a uma profunda reflexão acerca das bases de sustentação danossa fé. Quantas vezes nos deparamos, perplexos, diante da estória de pessoas queabandonam a Doutrina Espírita? Logo, ouvimos a explicação de praxe: Mas, também, nuncaforam efetivamente espíritas. É uma visão simplista do problema porém, sem dúvida, seaproxima da verdade. Onde estamos construindo nossa casa? Qual a base utilizada paraassentarmos nossos alicerces? Jesus, como de hábito, aponta diretamente para a questão,nos alertando.
Busca, esforço, trabalho para se alcançar o que se deseja. O cavar significa aprofundar-se nosassuntos, conhecer-se internamente, enfim, assentar a sua Fé em bases sólidas.o basta a aparente confiaa, a aparente seguraa, tem que ser capaz de resistir àsintempéries. Só a prova testa o alicerce que não se vê.Jesus demonstrou nesta passagem que não há preferência religiosa no mundo espiritual.Novamente, de que nada adianta colocarmo-nos como religiosos, se no dia-a-dia somosimpacientes, orgulhosos, egoístas, avarentos, abusamos da sensualidade e da violência. Enfim, sepraticamos a iniqüidade.Se somos adeptos de uma religião, falamos em nome dela, e a estudamos constantemente, Deusesperará de nós atos melhores em comparação com os que não tiveram esta oportunidade deaprendizado.Mostre ao público que a vinda deles no centro, na igreja ou em qualquer templo estará lhes dandouma enorme responsabilidade perante a vida, e que a partir de então precisarão medir suas atitudese buscar fazer ao próximo o que desejam para si mesmos.Interaja com os presentes. Diga-lhes que, frente a tudo o que expôs, seria mais fácil e tranqüilo senão tivéssemos o conhecimento da Lei. Assim, não seríamos tão cobrados, não é?Não, não é!, diga-lhes. Isso porque se o conhecimento nos traz responsabilidade, a falta dele nosdeixará na ignorância. E a ignorância é a prisão do ser, que vive escravo de suas própriasimperfeições.Explique a razão de vivermos encarnados. Que quanto mais agirmos contra a Lei, mais sofreremos.É a Lei de Ação e Reação, Plantio e Colheita. Se plantarmos o erro, colheremos angústia edesilusão.

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