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Relatorio reforma Ortografica

Relatorio reforma Ortografica

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SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO..........................................................................................21.1 – OBJETIVOS............................................................................................26– BIBLIOGRAFIA........................................................................................20
1
– INTRODUÇÃO
Em atendimento à instituição colégio CEST, os alunos, Fernando Ferreira, GilsonGil, Sonia Maria e Glauber Oliveira do curso Técnico Instrumetação e Automação,realizaram um trabalho de pesquisa sobre a Reforma Ortográfica , para relatar todoseu prcesso implementação, mostrando as princiapis alterações introduzidas naortografia, expondo suas vantagens e desvatagens e demostrando sua importânciapara unifcação ortografia da língua portuguêsa.
1.1 – OBJETIVOS
- Analisar a reforma ortográfica- Relatar a sua historia- Identificar as principais mudanças- Demonstrar seu objetivo- Analisar suas vantagens e desvantagens
 
2.1
 –
DESENVOLVIMENTO2.1 - Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 é um tratado internacional quetem por objectivo criar uma ortografia unificada para o português, a ser usada por todosos países de língua oficial portuguesa. Foi assinado por representantes oficiais deAngola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e o Tomé ePríncipe em Lisboa, em 16 de Dezembro de 1990, ao fim de uma negociação entre aAcademia de Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira de Letras iniciada em 1980.Depois de obter a sua independência, Timor-Leste aderiu ao Acordo em 2004. Oacordo teve ainda a presença de uma delegação de observadores da Galiza.O Acordo Ortográfico de 1990 pretende instituir uma ortografia oficial única da línguaportuguesa e com isso aumentar o seu prestígio internacional, dando fim à existênciade duas normas ortográficas oficiais divergentes: uma no Brasil e outra nos restantespaíses de língua portuguesa. É dado como exemplo motivador pelos proponentes doAcordo o castelhano que apresenta bastante variação, quer na pronúncia quer novocabulário entre a Espanha e a América hispânica, mas sujeito a uma só forma deescrita, regulada pela Associação de Academias da Língua Espanhola. Por outro lado,observa-se que a língua inglesa apresenta variações ortográficas entre os países que afalam e nunca foi objecto de regulação oficial, porém as diferenças gráficas são muitomenores e menos frequentes do que as da língua portuguesa.A adopção da nova ortografia, de acordo com os dados da Nota Explicativa do AcordoOrtográfico da Língua Portuguesa de 1990 (que se baseiam exclusivamente numa listade 110 000 palavras da Academia das Ciências de Lisboa), irá acarretar alterações nagrafia de cerca de 1,6% do total de palavras na norma euro-afro-asiático-oceânica (emPortugal, PALOP, Timor-Leste e Região Administrativa Especial de Macau) e de cercade 0,5% na brasileira.O teor substantivo e o valor jurídico do tratado não alcançaram consenso entrelinguistas, filólogos, académicos, jornalistas, escritores, tradutores e personalidadesdos sectores artístico, universitário, político e empresarial das sociedades dos váriospaíses de língua portuguesa, de modo que a sua aplicação tem suscitado discordânciapor motivos linguísticos (v.g. introdão de facultatividades, supressão de letrasconsonânticas mudas, hifenização, maiusculização e remoção do acento diferencial),políticos, económicos e jurídicos, havendo quem afirme mesmo a inconstitucionalidadedo tratado. Outros ainda afirmam que o Acordo ortográfico serve, acima de tudo, ainteresses geopolíticos e económicos do Brasil.
2.2 - Antecedentes do Acordo Ortográfico
Até ao início do século XX, tanto em Portugal como no Brasil, seguia-se uma ortografiaque, por regra, se baseava nos étimos latino ou grego para escrever cada palavra (ex.:pharmacia, lyrio, orthographia, phleugma, diccionario, caravella, estylo, prompto, etc.).
 
Em 1911, no seguimento da implantação da república em Portugal, foi levada a cabouma profunda reforma ortográfica que modificou completamente o aspecto da línguaescrita, aproximando-o muito do actual. No entanto, esta reforma foi feita sem qualquer acordo com o Brasil, ficando os dois países com duas ortografias completamentediferentes: Portugal com uma ortografia reformada, o Brasil com a ortografia tradicional(dita pseudo-etimológica).Ao longo dos anos, a Academia das Ciências de Lisboa e a Academia Brasileira deLetras foram protagonizando sucessivas tentativas de estabelecimento de uma grafiacomum a ambos os países. Em 1931 foi feito um primeiro acordo, no entanto, como osvocaburios que se publicaram, em 1940 (em Portugal) e 1943 (no Brasil),continuavam a conter algumas divergências, realizou-se um novo encontro que deuorigem ao Acordo Ortográfico de 1945. Este acordo tornou-se lei em Portugal, mas noBrasil não foi ratificado pelo Congresso Nacional, continuando os brasileiros a regular-se pela ortografia do Formulário Ortográfico de 1943.Novo entendimento entre Portugal e o Brasil — efectivo em 1971 no Brasil e em 1973em Portugal — aproximou um pouco mais a ortografia dos dois países, suprimindo-seos acentos gráficos responsáveis por 70% das divergências entre as duas ortografiasoficiais e aqueles que marcavam a sílaba subtónica nos vocábulos derivados com osufixo -mente ou iniciados por -z- (ex.: sòmente, sòzinho). Novas tentativas de acordosaíram goradas em 1975 — em parte devido ao período de convulsão política que sevivia em Portugal, o PREC — e em 1986 — devido à reacção que se levantou emambos os países, principalmente a propósito da supressão da acentuação gráfica naspalavras esdrúxulas (ou proparoxítonas).No entanto, como, segundo os proponentes da unificação, a persistência de duasortografias oficiais da língua portuguesa — a luso-africana e a brasileira — impede aunidade intercontinental do português e diminui o seu prestígio no mundo, foi elaboradoum "Anteprojecto de Bases da Ortografia Unificada da Língua Portuguesa"em 1988,atendendo às críticas feitas à proposta de 1986, que conduziu ao novo AcordoOrtográfico em 1990.
2.3 - Historial do processo
Para a elaboração do Acordo Ortográfico, entre os dias 6 e 12 de outubro de 1990,reuniram-se na Academia das Ciências de Lisboa as seguintes delegações
:
Angola: Filipe Silvino de Pina ZauBrasil: Antônio Houaiss e Nélida PiñonCabo Verde: Gabriel Moacyr Rodrigues e Manuel VeigaGaliza (observadores): António Gil Hernández e José Luís FontenlaGuiné-Bissau: António Soares Lopes Júnior e João Wilson BarbosaMoçambique: João Pontífice e Maria Eugénia CruzPortugal: Américo da Costa Ramalho, Aníbal Pinto de Castro, Fernando Cristóvão,Fernando Roldão Dias Agudo, João Malaca Casteleiro, José Tiago de Oliveira, LuísFilipe Lindley Cintra, Manuel Jacinto Nunes, Maria Helena da Rocha Pereira eVasconcelos MarquesSão Tomé e Príncipe: Albertino dos Santos Bragança e João Hermínio PontíficePara além destes, no Anteprojecto de Bases da Ortografia Unificada da nguaPortuguesa, de 1988, e no Encontro de Unificação Ortográfica da Língua Portuguesa,realizado na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, entre 6 e 12 de maio de1986, intervieram ainda: Maria Luísa Dolbeth e Costa (Angola); Abgar Renault, Adriano4

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