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grupoccr
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Companhia de ConcessõesRodoviárias
Companhia AbertaCNPJ nº 02.846.056/0001-97
continuação
1. CONTEXTO OPERACIONAL
Viabilizar soluções de investimentos e serviços em infraestrutura. Essa é a principal contribuição da CCR - Com-panhia de Concessões Rodoviárias (Companhia) para o desenvolvimento econômico e social do Brasil. A CCR,um dos maiores grupos privados de concessões de rodovias do mundo, tem como objeto social participar emempresas que possuam concessão de exploração de rodovias, assim como em empresas prestadoras de servi-ços relacionados à operação de rodovias, vias urbanas, pontes, túneis, infraestruturas metroviárias e inspeçãoambiental veicular.Fazem parte do Grupo CCR as seguintes empresas:• Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A. (CCR NovaDutra)• Concessionária do Sistema Anhanguera-Bandeirantes S.A. (CCR AutoBAn)• Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. (CCR ViaLagos)• Concessionária da Ponte Rio-Niterói S.A. (CCR Ponte)• Concessionária de Rodovias Integradas S.A. (CCR RodoNorte)• Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo S.A. (CCR ViaOeste)• Concessionária do Rodoanel Oeste S.A. (CCR RodoAnel)• Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A. (ViaQuatro)• Companhia de Participações em Concessões (CPC)• Parques Serviços Ltda. (Parques)• Actua Serviços Compartilhados Ltda. (Actua Serviços)• Actua Assessoria Ltda. (Actua Assessoria)• Engelog Centro de Engenharia Ltda. (EngeLog)• Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A. (STP)• Companhia de Participações em Concessões de Infra-Estrutura (CPCI)• Companhia de Participações em Concessões de Serviços Públicos (CPCSP)• Companhia de Concessões Rodoviárias México S. de R.L de C.V. (CCR México)• CCR - USA, LLC. (CCR Estados Unidos)
Concessões do Grupo CCR
A CCR é responsável por 1.922,6 quilômetros de rodovias da malha concedida nacional, nos Estados de São Paulo,Rio de Janeiro e Paraná, sendo que em 1.832,02 quilômetros é responsável pela administração e em 90,58 quilô-metros pela conservação e manutenção. As rodovias estão sob a gestão das concessionárias Ponte, NovaDutra,ViaLagos, RodoNorte, AutoBAn, ViaOeste, Renovias e RodoAnel Oeste. Além disso, quando do início das operaçõesda concessionária ViaQuatro, a CCR passará a administrar, também, 12,8 quilômetros de malha metroviária, noEstado de São Paulo.Veja, a seguir, mais detalhes das concessões do Grupo CCR:
CCR NovaDutra:
Rodovia BR-116/RJ/SP (Via Dutra) entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, num total de402,2 km. O prazo do contrato de concessão vai até fevereiro de 2021;
CCR AutoBAn
: Sistema Anhanguera-Bandeirantes, composto pelas rodovias SP-330 e SP-348, entre São Paulo eLimeira, sendo responsável pela administração (operação, conservação e manutenção) de 316,8 quilômetros, emanutenção-conservação de 5,9 quilômetros. O prazo do contrato de concessão vai até dezembro de 2026;
CCR ViaLagos:
Ligação viária entre os municípios de Rio Bonito, Araruama e São Pedro da Aldeia, abrangendo asrodovias RJ-124 e RJ-106, totalizando 56 km. O prazo do contrato de concessão vai até janeiro de 2022;
CCR Ponte:
Ponte Presidente Costa e Silva (Rio-Niterói), totalizando 23,3 km. O prazo do contrato de concessãovai até maio de 2015;
CCR RodoNorte:
Rodovia BR-376, de Apucarana a São Luís do Purunã; Rodovia BR-277, entre São Luís do Purunãe Curitiba; PR-151, de Jaguariaíva a Ponta Grossa; e BR-373, entre Ponta Grossa e o Trevo do Caetano, sendoresponsável pela administração (operação, conservação e manutenção) de 487,5 quilômetros, e manutenção-conservação de 80,28 quilômetros. O prazo do contrato de concessão vai até novembro de 2021;
CCR ViaOeste:
Rodovias SP-280 Castello Branco, SP-270 Raposo Tavares, SP-075 Senador José Ermírio deMoraes e SP-091 Dr. Celso Charuri, entre a capital e o oeste do Estado de São Paulo, sendo responsável pelaadministração (operação, conservação e manutenção) de 168,62 quilômetros, e manutenção-conservação de 4,4quilômetros. O prazo do contrato de concessão vai até dezembro de 2022;
CCR RodoAnel:
Trecho oeste do RodoAnel Mário Covas, interligação entre os corredores de acesso à cidade deSão Paulo (SP-348, SP-330, SP-280, SP-270 e BR-116), numa extensão total de 32 km. O prazo do contrato deconcessão vai até junho de 2038.
ViaQuatro:
Operação e manutenção da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, totalizando 12,8 km. A empresaestá em fase pré-operacional, com previsão de início das operações no primeiro semestre de 2010. O prazo docontrato de concessão vai até novembro de 2038, podendo ser prorrogado até 2041.
Renovias (através da Controlada CPC):
responsável pela administração das rodovias SP-215, SP-340, SP-342,SP-344, e SP-350, entre Campinas e o Sul de Minas Gerais, com extensão de 345,6 km. O prazo do contrato deconcessão vai até maio de 2022.
Controlar (através da Controlada CPC):
A Controlar é uma concessionária de serviços públicos municipais quedetém, até abril de 2018, a concessão para implantação e execução do Programa de Inspeção e Manutenção deVeículos em Uso do Município de São Paulo.
Outras empresas do Grupo
Além destas concessões, a CCR possui participação nas seguintes empresas:
Companhia de Participações em Concessões (CPC):
A controlada tem participação de 99% da CCR e de 1% daActua Assessoria Ltda. Seu objetivo é participar do capital de outras sociedades.A CPC detém 40% do capital social da Renovias, concessionária responsável, até maio de 2022, pelas rodoviasSP-215, SP-340, SP-342, SP-344, e SP-350 do Estado de São Paulo.A CPC e a Brisa firmaram, em fevereiro de 2009, Contrato de Compra e Venda de Ações sob Condições Suspensivas,com a empresa CS Participações Ltda. seus acionistas e respectiva controlada BR Inspeções S.A. para aquisição de45% do capital social da Controlar pela CPC e 10% pela Brisa, correspondente a 50% das ações ordinárias (CPC)e 100% das ações preferenciais (Brisa). Em 13 de agosto de 2009 foi concluída a compra da Controlar, tendo sidopago pela CPC o montante total de R$ 142.067.
Actua Serviços Compartilhados Ltda
.,
Actua Assessoria Ltda
.,
Engelog Centro de Engenharia Ltda
. e
ParquesServiços Ltda.
que têm por objetivo a prestação de serviços às empresas controladas da Companhia.
Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A (Grupo STP)
e suas controladas Centro de Gestão de Meios de Paga-mento S.A. e Sociedade de Gestão de Meios de Pagamento Ltda., cujo objetivo é operar os serviços de pagamentoautomático de pedágios e estacionamentos. Atualmente presta serviços nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro,Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. A CCR detém 38,25% do capital social da STP.
Companhia de Concessões Rodoviárias México S. de R.L de C.V
. cujo objetivo principal é prospectar, em territó-rio mexicano, os mercados de concessões rodoviárias e de infraestrutura de trens subterrâneos (metrô). Atualmen-te esta controlada não detém nenhum contrato de concessão.
CCR - USA, LLC
, cujo objetivo principal é prospectar negócios de concessão nos Estados Unidos da América. Em04 de maio de 2009, a controlada firmou Contrato de Compra e Venda de Ações com a Brisa - Autoestradas dePortugal S.A. (“Brisa”), para a venda da totalidade da sua participação, correspondente a 10% do capital socialna empresa Northwest Parkway, LLC, no valor de US$ 29.143 mil, o que resultou em um ganho de US$ 1.789mil, integralmente liquidados em 05 de maio de 2009. A Northwest Parkway é a concessionária responsável pelaexploração da concessão de aproximadamente 14 km que integra o anel viário da cidade de Denver, no estado doColorado, EUA. Consequentemente, após a alienação deste investimento a controlada passou a não deter nenhumcontrato de concessão.
CPCI (Companhia de Participações em Concessões de Infra-Estrutura)
e
CPCSP (Companhia de Participaçõesem Concessões de Serviços Públicos)
, ambas com participação de 99% da CCR e de 1% da Actua Serviços Com-partilhados Ltda. As empresas foram criadas com objetivo de participação no capital de outras sociedades.
Sobre o negócio
As concessões rodoviárias do Grupo CCR consistem na exploração de rodovias/ponte mediante arrecadação depedágio e, em extensão limitada, receitas provenientes da exploração da faixa de domínio ao redor das rodovias.As concessionárias são responsáveis por reparar, ampliar, conservar, manter e operar estas rodovias. Como partedo contrato de concessão, os Poderes Concedentes transferiram às concessionárias os imóveis e demais bensque estavam em seu poder até a assinatura do contrato de concessão, sendo responsabilidade dessas zelar pelaintegridade dos bens que lhes foram cedidos, além de fazer novos investimentos para a construção ou melhoriasdas rodovias e da ponte.O Grupo CCR detém a concessão metroviária para exploração da Linha 4 - Amarela do Metrô de São Paulo, porum período de trinta anos. A concessão é no regime de parceria público-privada pela qual há o pagamento, peloPoder Concedente, de contraprestações pecuniárias. A concessionária é responsável pelo fornecimento dos trens esistemas (sinalização, comunicação e controle) e o Poder Concedente pela infraestrutura metroviária.Além das concessões de rodovias, ponte e infraestrutura metroviária, o Grupo CCR, por meio de sua controladaControlar (controle compartilhado), detém a concessão municipal para prestar os serviços públicos relativos aoprograma de inspeção ambiental veicular do município de São Paulo. A concessão contempla a implantação dosCentros de Inspeção e a realização da inspeção obrigatória de veículos licenciados no município, leves e pesados,com motores do Ciclo Otto e Ciclo Diesel.Os contratos de concessão não incluem cláusulas de renovação, com exceção da ViaLagos, Controlar e ViaQuatro.A extensão do prazo de concessão pode ocorrer em caso de necessidade de reequilíbrio econômico-financeiro docontrato pactuado entre as partes.No final do período de concessão de rodovias, ponte e infraestrutura metroviária, retornam ao Poder Concedente to-dos os direitos, privilégios e bens adquiridos, construídos ou transferidos no âmbito do contrato de concessão. Asconcessionárias terão direito ao ressarcimento relativo aos investimentos necessários para garantir a continuidadee atualidade dos serviços abrangidos pelo contrato de concessão, desde que ainda não tenham sido depreciados,e cuja implementação devidamente autorizada pelo Poder Concedente tenha ocorrido nos últimos cinco anos doprazo de concessão.Os contratos de concessão determinam reajustes anuais das tarifas básicas de acordo com fórmulas específicasneles descritas e são baseadas em índices de inflação também especificados nos contratos.
2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS
a. Apresentação
As demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeisadotadas no Brasil, as quais abrangem a legislação societária, os Pronunciamentos, as Orientações e as Interpre-tações emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) e as normas emitidas pela Comissão de ValoresMobiliários (CVM).Em 18 de fevereiro de 2010 foi autorizada pela Administração da Companhia a conclusão destas demonstraçõesfinanceiras.
b. Reclassificações Reclassificações nos fluxos de caixa consolidado
As reclassificações foram efetuadas para melhor apresentação de acordo com o pronunciamento técnico do CPC nº03 - Demonstração dos fluxos de caixa, conforme abaixo demonstrado:
Saldo 2008Itens apresentado Reclassificações Reclassficado
___________ _______________ ____________
Atividades operacionaisAjuste do lucro do período
Constituição e juros sobre contingências 4.136 (2.139) 1.997
Variação de ativos e passivos
Contas a receber (28.336) 191 (28.145)Partes relacionadas (12.662) 2.843 (9.819)Despesas antecipadas outorga fixa (842.915) 2.749 (840.166)Despesas antecipadas e outras (10.555) 1.485 (9.070)Fornecedores 45.865 (1.496) 44.369Obrigações sociais e trabalhistas 14.251 (1.516) 12.735Impostos e contribuições a recolher e parceladose provisão para imposto de renda econtribuição social 97.058 (2.136) 94.922Obrigações com o poder concedente 7.977 (4.092) 3.885Outras contas a pagar (17.803) (5) (17.808)
Atividades de investimento
Aquisição de investimentos (93) (18.207) (18.300)Pagamento pela compra de 40% daConcessionária Renovias S.A.,líquido do caixa adquirido - (263.954) (263.954)Aquisição de ativo imobilizado (1.048.182) 116.310 (931.872)Aquisição de ativo intangível - 204.634 204.634
Atividades de financiamento
Resgates/Aplicações na conta reserva (2.428) 1.830 (598)Captações 2.602.984 (36.497) 2.566.487
Capital Custos de Reservas Reservas de lucros Ajuste acumulado Lucros
__________________________________
Nota social captação de capital Legal Retenção de lucros de conversão acumulados Total
____________ ____________ ____________ ____________ __________________ _________________ ________________ ____________
Saldos em 1º de janeiro de 2008
571.234 - 220.527 - 821.417 (136) - 1.613.042Distribuição de dividendos - - - - (201.551) - - (201.551)Lucro líquido do exercício - - - - - - 713.586 713.586Ajustes acumulados de conversão - - - - - (2.363) - (2.363)Aumento de capital 220.527 - (220.527) - - - - -Destinações:Reserva legal - - - 35.679 - - (35.679) -Dividendos - - - - - - (544.187) (544.187)Reserva de retenção de lucros - - - - 133.720 - (133.720) -____________ ____________ ____________ ____________ __________________ _________________ ________________ ____________
Saldos em 31 de dezembro de 2008
791.761 - - 35.679 753.586 (2.499) - 1.578.527Distribuição de dividendos - - - - (129.750) - - (129.750)Lucro líquido do exercício - - - - - - 634.564 634.564Ajustes acumulados de conversão - - - - - (328) - (328)Aumento de capital 22 a 1.263.734 (29.387) - - - - - 1.234.347Destinações:Reserva legal 22 c - - - 31.728 - - (31.728) -Dividendos intermediários 22 d - - - - - - (337.849) (337.849)Dividendos propostos (101.521) (101.521)Reserva de retenção de lucros 22 c - - - - 163.466 - (163.466) -____________ ____________ ____________ ____________ __________________ _________________ ________________ ____________
Saldos em 31 de dezembro de 2009
2.055.495 (29.387) - 67.407 787.302 (2.827) - 2.877.990____________ ____________ ____________ ____________ __________________ _________________ ________________ ________________________ ____________ ____________ ____________ __________________ _________________ ________________ ____________As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Demonstrações das Mutações do Patrimônio Líquido
Exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de Reais)
Controladora
Consolidado
___________________ ____________________
2009 2008 2009 2008
________ _________ ________ _________
Receitas
Serviços prestados 67.976 66.883 3.387.330 2.951.577
Insumos adquiridos de terceiros
Custos dos serviços prestados (19.034) (23.731) (430.323) (308.787)Materiais, energia, serviços de terceiros e outros (20.919) (47.068) (179.453) (250.201)________ _________ ________ _________
Valor (reduzido) adicionado bruto
28.023 (3.916) 2.777.554 2.392.589________ _________ ________ _________
Depreciação e amortização
(7.177) (8.178) (425.551) (353.829)
Valor (reduzido) adicionado líquido (consumido)gerado pela Companhia
20.846 (12.094) 2.352.003 2.038.760________ _________ ________ _________
Valor adicionado recebido em transferência
Resultado de equivalência patrimonial 695.718 765.195 - -Receitas financeiras 118.752 48.956 365.826 187.954________ _________ ________ _________
Valor adicionado total a distribuir
835.316 802.057 2.717.829 2.226.714________ _________ ________ _________________ _________ ________ _________
Distribuição do valor adicionadoEmpregados
Remuneração direta 49.651 37.786 201.082 172.738Benefícios 6.652 5.392 44.560 35.129FGTS 1.704 1.626 10.835 9.452Outras 315 582 3.172 4.002
Tributos
Federais 9.238 8.284 608.810 539.619Estaduais - - 397 356Municipais 336 498 160.168 98.231
Remuneração de capitais de terceiros
Juros 130.743 32.562 762.698 437.513Aluguéis 2.113 1.741 17.021 3.915Outorga - - 267.213 202.983
Remuneração de capitais próprios
Dividendos 439.370 544.187 439.370 544.187Lucros retidos do exercício 195.194 169.399 195.194 169.399Participação de acionistas não controladoresnos lucros retidos - - 7.309 9.190________ _________ ________ _________835.316 802.057 2.717.829 2.226.714________ _________ ________ _________________ _________ ________ _________As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Demonstrações do Valor Adicionado
Exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de Reais)
Controladora
Consolidado
____________________ _____________________
2009 2008 2009 2008
________ _________ _________ _________
(Reclassi-ficado)Fluxo de caixa das atividades operacionaisLucro líquido do exercício
634.564 713.586 634.564 713.586Ajustes por:Imposto de renda e contribuição social diferidos - - (13.559) 17.810Apropriação de despesas antecipadas - - 54.524 10.121Ganho na alienação de investimento - - (3.714) -Depreciação e amortização 433 467 384.736 323.037Baixa do ativo imobilizado, intangível e diferido 13 2 2.969 15.328Amortização do ágio 6.744 7.711 40.815 30.792Variação cambial sobre empréstimos,financiamentos e derivativos - - (107.219) 50.869Variação monetária das obrigaçõescom o poder concedente - - 304 165Juros e variação monetária sobre debêntures,empréstimos e financiamentoscirculantes e não circulantes 126.295 27.026 419.708 320.558Juros sobre arrendamento mercantil financeiro 2 - 270 -Resultado de operações com derivativos - - 62.104 (42.884)Constituição e juros sobre contingências - - 8.032 1.997Provisão para devedores duvidosos - - 7.071 7.534Juros e variação monetária sobre mútuocom partes relacionadas (31.922) - 331 -Juros sobre impostos parcelados - - 3.405 3.002Juros, multa e outros encargos sobreimpostos parcelados - Lei 11.941 126 - 217.474 -Descontos obtidos sobre impostosparcelados - Lei 11.941 (38) - (111.828) -Participação dos minoritários - - 8.396 8.142Equivalência patrimonial (695.718) (765.195) - -
Variações nos ativos e passivos(Aumento) redução dos ativos
Contas a receber 82 (59) (38.600) (28.145)Partes relacionadas 3.604 (2.983) (23.304) (9.819)Impostos a recuperar (28.495) (9.387) (27.010) (27.653)Despesas antecipadas outorga fixa - - (1.082.848) (840.166)Despesas antecipadas e outras (221) (841) 7.473 (9.070)
Aumento (redução) dos passivos
Fornecedores (1.902) 2.907 68.798 44.369Partes relacionadas 3.159 4.432 37.309 8.755Obrigações sociais e trabalhistas 338 (18) (1.765) 12.735Impostos e contribuições a recolher e parcelados eprovisão para imposto de renda e contribuição social 26 131 (23.929) 94.922Contingências - - (3.255) (1.361)Obrigações com o poder concedente - - 1.750 3.885Outras contas a pagar (1) (25.699) (8.781) (17.808)________ _________ _________ _________
Caixa líquido proveniente (usado nas)das atividades operacionais
17.089 (47.920) 514.221 690.701________ _________ _________ _________
Fluxo de caixa das atividades de investimentos
Aquisição de investimentos (340.681) (307.137) 7.727 (18.300)Baixa pela alienação de investimento - - 59.586 -Pagamento pela compra de 45% da Controlar S.A.,líquido do caixa adquirido - - (137.029) -Pagamento pela compra de 40% da RenoviasConcessionária S.A., líquido do caixa adquirido - - - (263.954)Aquisição de ativo imobilizado (862) (244) (978.037) (931.872)Aquisição de ativo intangível (13) (19) (5.249) 204.634Adiantamento para aquisição de imobilizado - - (322) (61.801)Reclassificação (constituição) de ativo diferido - - 392 (40.843)________ _________ _________ _________
Caixa líquido usado nas atividades de investimentos
(341.556) (307.400) (1.052.932) (1.112.136)________ _________ _________ _________
Fluxo de caixa das atividades de financiamento
Resgates / Aplicações (conta reserva) - - 889 (598)Liquidação de operações com derivativos - - (2.711) (11.097)Contratação de derivativos - - (18.530) -Mútuos com partes relacionadasCaptações (899.802) - 28.198 -Pagamentos 390.870 - (1.255) -Arrendamento Mercantil financeiroCaptações 353 - 1.380 -Pagamentos - - (761) -Empréstimos, financiamentos e debêntures:Captações 593.418 781.423 5.158.302 2.566.487Pagamentos (454.368) (52.571) (4.185.418) (1.274.953)Apropriação do custo da transação 2.598 551 10.929 3.743Aumento de capitalIntegralização 1.263.734 - 1.263.734 -Custo de captação (29.387) - (29.387) -Dividendos:Pagos (608.682) (604.653) (603.385) (604.653)Recebidos 797.780 453.744 - -Juros sobre capital próprio recebidos 3.758 - - -________ _________ _________ _________
Caixa líquido proveniente dasatividades de financiamento
1.060.272 578.494 1.621.985 678.929________ _________ _________ _________
Aumento das Disponibilidades
735.805 223.174 1.083.274 257.494________ _________ _________ _________
Demonstração do aumento das disponibilidades
No início do exercício 775.133 551.959 1.037.871 780.377No final do exercício 1.510.938 775.133 2.121.145 1.037.871________ _________ _________ _________735.805 223.174 1.083.274 257.494________ _________ _________ _________________ _________ _________ _________Divulgação suplementar às informações do fluxo de caixaCaixa pago durante o exercícioJuros 86.690 15.071 383.235 258.033Imposto de renda e contribuição social - - 420.338 250.934As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras.
Demonstrações dos Fluxos de Caixa - Método Indireto
Exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de Reais)
Notas Explicativas às Demonstrações Financeiras
Exercícios findos em 31 de dezembro de 2009 e 2008 (Em milhares de Reais, exceto quando indicado de outra forma)
3. RESUMO DAS PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS
Apuração do resultado
O resultado das operações é apurado em conformidade com o regime contábil de competência do exercício.A receita operacional é reconhecida quando da utilização pelos usuários das rodovias e da ponte e quando da pres-tação de serviços. Uma receita não é reconhecida se há incerteza significativa na sua realização.
Estimativas contábeis
A elaboração das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil requer que aAdministração da Companhia use de julgamentos na determinação e no registro de estimativas contábeis. Ativose passivos sujeitos a estimativas e premissas incluem valor residual do ativo imobilizado, intangível e diferido,provisão para redução ao valor recuperável, provisão para devedores duvidosos, imposto de renda diferido ativo epassivo, provisão para contingências, mensuração de instrumentos financeiros e pagamentos baseados em ações.A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores diferentes dos estimados emrazão de imprecisões inerentes ao processo da sua determinação. A Companhia, suas controladas e controladas emconjunto revisam as estimativas e as premissas trimestralmente.
Instrumentos financeiros
Os instrumentos financeiros são classificados em:• Mensurados ao valor justo por meio do resultado: referem-se a ativos e passivos financeiros que são mantidospara negociação ou que são instrumentos financeiros derivativos (exceto instrumentos de
hedge
de fluxo de caixadefinidos como efetivos) e que, no reconhecimento inicial, tenham sido assim classificados;• Mantidos até o vencimento: são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos ou determináveis e comvencimentos definidos, para os quais a Companhia tem a intenção positiva e capacidade financeira de manter até ovencimento. São valorizados pelo custo amortizado em contra partida do resultado;• Empréstimos e recebíveis: são ativos financeiros não derivativos com pagamentos fixos e determináveis, quenão são cotados em mercado ativo e não estejam classificados como mantidos para negociação, disponíveis paravenda, ou que tenham sido classificados inicialmente como mensurados ao valor justo por meio do resultado e sãovalorizados pelo custo amortizado em contra partida do resultado;• Disponíveis para venda: são ativos financeiros não derivativos que estão disponíveis para venda e não são classifi-cados nas outras categorias. Esses instrumentos são valorizados pelo seu valor justo, sendo as receitas decorrentesda valorização reconhecidas no resultado e o ajuste a valor de mercado em contas destacadas de patrimônio líquido,líquido dos efeitos fiscais.
Custo de transação na emissão de títulos
Os custos incorridos na captação de recursos junto a terceiros estão sendo apropriados ao resultado em funçãoda fluência do prazo, com base no método do custo amortizado, que considera a taxa interna de retorno (TIR) daoperação para a apropriação dos encargos financeiros durante a vigência da operação. A utilização do custo amor-tizado faz com que os encargos financeiros reflitam o efetivo custo do instrumento financeiro e não somente a taxade juros contratual, ou seja, incluem-se neles os juros e os custos de transação da captação, bem como prêmiosrecebidos, ágios, deságios, descontos, atualização monetária e outros. Assim, a taxa interna de retorno consideratodos os fluxos de caixa, desde o valor líquido recebido pela concretização da transação até todos os pagamentosefetuados ou a efetuar para a liquidação dessa transação.
Moeda estrangeira
A Administração da Companhia definiu que sua moeda funcional é o real, de acordo com as orientações do CPC02 - Efeitos nas Mudanças nas Taxas de Câmbio e Conversão de Demonstrações Contábeis, aprovado pela Deli-beração CVM nº 534.As transações em moeda estrangeira, isto é, todas aquelas não realizadas na moeda funcional, são convertidas pelataxa de câmbio das datas de cada transação. Ativos e passivos monetários em moeda estrangeira são convertidospara a moeda funcional pela taxa de câmbio da data do fechamento. Os ganhos e as perdas de variações nas taxasde câmbio sobre os ativos e os passivos monetários são reconhecidos na demonstração de resultados. Ativos epassivos não monetários adquiridos ou contratados em moeda estrangeira são convertidos com base nas taxasde câmbio das datas das transações ou nas datas de avaliação ao valor justo, quando este é utilizado, e passa acompor o valor de registro contábil em reais destas transações, não se sujeitando a variações cambiais posteriores.Os ganhos e as perdas, decorrentes de variações de investimentos no exterior, são reconhecidos diretamente nopatrimônio líquido na conta de ajustes acumulado de conversão e reconhecidos no demonstrativo de resultadoquando esses investimentos forem alienados total ou parcialmente.As demonstrações financeiras das controladas no exterior são ajustadas às práticas contábeis do Brasil e posterior-mente convertidas para a moeda funcional local, pela taxa de câmbio da data do fechamento.
Ativos circulante e não circulante
Contas a receber de clientes
As contas a receber de clientes referem-se, substancialmente, a receitas de pedágio eletrônico e acessórias, asquais são registradas pelo valor faturado, incluindo os respectivos impostos incidentes sobre o faturamento.A provisão para devedores duvidosos foi constituída em montante considerado suficiente pela administração parasuprir as eventuais perdas na realização dos créditos.
Investimentos
Os investimentos em controladas com participação no capital votante, superior a 20% ou com influência signi-ficativa e em demais sociedades que fazem parte de um mesmo grupo ou que estejam sob controle comum sãoavaliados por equivalência patrimonial.Outros investimentos que não se enquadrem na categoria acima são avaliados pelo custo de aquisição, deduzido deprovisão para desvalorização, se aplicável.As informações sobre os investimentos estão divulgadas na nota explicativa nº 12.
Ativo imobilizado
O imobilizado é demonstrado ao custo de aquisição ou construção, deduzido das depreciações acumuladas. Asprincipais melhorias são capitalizadas e os gastos com manutenção e reparos, quando incorridos, são debitadosno resultado. Os custos com projetos de expansão, construção e melhorias, enquanto não finalizados, são contabi-lizados como imobilizações em andamento. A depreciação é computada pelo método linear, às taxas consideradascompatíveis com a vida útil e/ou o prazo de concessão, dos dois o menor.Outros gastos são capitalizados apenas quando há um aumento nos benefícios econômicos desse item do imobili-zado. Qualquer outro tipo de gasto, quando incorrido, é reconhecido no resultado como despesa.As principais taxas de depreciação estão demonstradas na nota explicativa nº 13.
Ativos intangíveis
Os direitos de uso e custos de desenvolvimento de sistemas informatizados são demonstrados ao custo de aquisi-ção, deduzido da amortização, a qual é calculada pelo método linear.Os ágios gerados na aquisição e aumento das participações em investidas com vida útil definida e fundamentadoscom base na expectativa de rentabilidade futura, são amortizados linearmente até o limite do prazo da concessão / contrato. Os ágios gerados na aquisição ou aumento de participações em negócios que não tenham vida útildefinida não são amortizados.As taxas de amortização do intangível estão divulgadas na nota explicativa nº 14.
Gastos Pré-operacionais
A partir de 1º de janeiro de 2009, os gastos pré-operacionais não podem mais ser capitalizados e, consequente-mente, passaram a ser registrados como despesas operacionais, com exceção daqueles que se qualificam comocomposição do custo dos ativos, a exemplo de custos de pessoal diretamente vinculado ao processo de aquisição epreparação dos ativos para funcionamento, bem como os juros de empréstimos relacionados à aquisição dos ativosenquanto estes estiverem em construção.
Arrendamento mercantil
• Arrendamento mercantil operacional
Os pagamentos efetuados sob um contrato de arrendamento operacional são reconhecidos como despesas nodemonstrativo de resultados em bases lineares pelo prazo do contrato de arrendamento, conforme nota explicativanº 21.
• Arrendamento mercantil financeiro
Determinados contratos de arrendamento mercantil transferem substancialmente para a Companhia os riscos ebenefícios inerentes a propriedade de um ativo. Esses contratos são caracterizados como contratos de arrenda-mento financeiro e os ativos são reconhecidos pelo valor justo ou pelo valor presente dos pagamentos mínimosprevistos em contrato. Os bens reconhecidos como ativos são depreciados pelas taxas de depreciação aplicáveis acada grupo de ativo. Os encargos financeiros relativos aos contratos de arrendamento financeiro são apropriadosao resultado ao longo do prazo do contrato, com base no método do custo amortizado e da taxa de juros efetiva,conforme nota explicativa nº 21.
Ativo Diferido
O ativo diferido refere-se às despesas pré-operacionais. A controlada RodoAnel e a controlada em conjunto Via-Quatro optaram por manter o saldo do ativo diferido existente até 31 de dezembro de 2008 até a sua realizaçãototal por meio de amortização ou baixa contra o resultado. Esses ativos são amortizados linearmente pelo prazomáximo de dez anos.
Redução ao valor recuperável
Os ativos imobilizados e intangíveis têm seu valor recuperável testado, no mínimo, anualmente, caso haja indicado-res de perda de valor. O ágio (
goodwill
) e ativos intangíveis com vida útil indefinida têm a recuperação do seu valortestada anualmente, independentemente de haver indicadores de perda de valor.
Passivos circulante e não circulante
Os passivos circulante e não circulante são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis acrescidos,quando aplicável, dos correspondentes encargos, variações monetárias e/ou cambiais incorridas até a data dobalanço patrimonial.
Provisões
Uma provisão é reconhecida no balanço patrimonial quando a Companhia, suas controladas e controladas emconjunto possuem uma obrigação legal ou constituída como resultado de um evento passado, e é provável queum recurso econômico seja requerido para saldar a obrigação. As provisões são registradas tendo como base asmelhores estimativas do risco envolvido.
Pagamentos baseados em ações
Os efeitos de pagamentos baseados em ações são calculados com base no valor justo e reconhecidos no balançopatrimonial e demonstração de resultados, à medida que as condições contratuais sejam atendidas.
Imposto de renda e contribuição social
O imposto de renda e a contribuição social do exercício corrente e diferido são calculados com base nas alíquotasde 15%, acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 para imposto de renda e 9%sobre o lucro tributável para contribuição social sobre o lucro líquido, considerando a compensação de prejuízosfiscais e base negativa de contribuição social, limitada a 30% do lucro real.Para as empresas tributadas no regime de lucro presumido, as alíquotas são as mesmas citadas acima, porém abase de cálculo é de 32% sobre a receita operacional bruta, acrescida das receitas financeiras.A Companhia considerou a adoção do Regime Tributário de Transição (RTT) para a apuração de imposto de renda econtribuição social. A opção definitiva e irretratável foi formalizada por ocasião da entrega da declaração do Impostode Renda da Pessoa Jurídica em 2009 (ano base 2008).Os impostos ativos diferidos, decorrentes de prejuízo fiscal, base negativa da contribuição social e diferenças tem-porárias, foram constituídos em conformidade com a Instrução CVM nº 371, de 27 de junho de 2002, e consideramo histórico de rentabilidade e a expectativa de geração de lucros tributáveis futuros, fundamentados em estudotécnico de viabilidade aprovado pelos órgãos da administração.
Direito de concessão
A Companhia segue a prática contábil de não ativar o direito de outorga, tratando-o como uma espécie de arrenda-mento operacional (aluguel), não reconhecendo o passivo relativo às obrigações futuras de pagamentos de direitode outorga ao Poder Concedente, conforme divulgado nas notas explicativas nº 9 e nº 27. Essa prática, assimcomo a contabilização de todos os eventos contábeis relacionados, está sob a égide de decisão do Colegiado daCVM, ocorrida em novembro de 2002. As divulgações requeridas pelo Comunicado Técnico nº 03/03 do IBRACON,referendado pelo Ofício-Circular/CVM/SNC/SEP nº 01/2007 encontram-se descritas na nota explicativa nº 27. ACompanhia adotará norma específica relativa a contratos de concessão, quando emitida pelo Comitê de Pronuncia-mentos Contábeis e homologada pela Comissão de Valores Mobiliários.
Novos pronunciamentos, interpretações e orientações emitidos
Dentro do processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil para as normas internacionaisde relatórios financeiros (IFRS) diversos pronunciamentos, interpretações e orientações foram emitidos duranteo ano de 2009 com aplicação mandatória para os exercícios encerrados a partir de dezembro de 2010 e para asdemonstrações financeiras de 2009 a serem divulgadas em conjunto com as demonstrações de 2010 para fins decomparação.A Companhia está em processo de avaliação dos potenciais efeitos relativos a esses pronunciamentos, interpre-tações e orientações, os quais poderão ter impacto relevante nas demonstrações financeiras relativas ao exercíciofindo em 31 de dezembro de 2009 a serem apresentadas comparativamente às demonstrações financeiras relativasao exercício a findar-se em 31 de dezembro de 2010, bem como sobre os próximos exercícios.As demonstrações financeiras consolidadas do próximo exercício serão elaboradas conforme o CPC 37 - AdoçãoInicial das Normas Internacionais de Contabilidade, conforme Instrução CVM 457 de 13.07.2007.
4. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS
As demonstrações financeiras consolidadas incluem as demonstrações da Companhia, suas controladas e contro-ladas em conjunto a seguir relacionadas:
Porcentagem de participação
__________________________
2009 2008
________ _______
Controladas
•
Concessionária da Rodovia Presidente Dutra S.A. 100,00 100,00Concessionária do Sistema Anhanguera - Bandeirantes S.A. 100,00 100,00Concessionária da Rodovia dos Lagos S.A. 100,00 100,00Concessionária da Ponte Rio-Niterói S.A. 100,00 100,00RodoNorte - Concessionária de Rodovias Integradas S.A. 85,92 85,92Concessionária de Rodovias do Oeste de São Paulo - ViaOeste S.A. 100,00 100,00Companhia de Participações em Concessões (*) 99,00 99,00Concessionária do Rodoanel Oeste S.A. 95,00 95,00Parques Serviços Ltda. 85,92 85,92Actua Serviços Compartilhados Ltda. 99,90 99,90Actua Assessoria Ltda. 99,90 99,90Engelog Centro de Engenharia Ltda. 99,90 99,90CPCI - Companhia de Participações em Concessões de Infra-Estrutura 99,00 99,00CPCSP - Companhia de Participações em Concessões de Serviços Públicos 99,00 99,00Companhia de Concessões Rodoviárias México S. de R.L de C.V. 100,00 100,00CCR - USA, LLC 100,00 100,00(*) Detém 40% da Renovias Concessionária S.A. e 45% da Controlar S.A.,sob a forma de controle em conjunto
Controladas em conjunto
•
Concessionária da Linha 4 do Metrô de São Paulo S.A. 58,00 58,00Serviços e Tecnologia de Pagamentos S.A. 38,25 38,25
O Consórcio Operador Parques foi considerado como uma extensão das atividades da investidora e está sendoapresentado na proporção de 84,20% de seus ativos, passivos e resultados integrados às demonstrações financeirasindividuais da Companhia de Concessões Rodoviárias (controladora).
As políticas contábeis foram aplicadas de maneira uniforme em todas as empresas consolidadas e são consistentescom aquelas utilizadas no exercício anterior.
Descrição dos principais procedimentos de consolidação
a.
Eliminação dos saldos das contas de ativos e passivos entre as empresas consolidadas;
b.
Eliminação das participações no capital, nas reservas e nos prejuízos acumulados das empresas controladas;
c.
Eliminação dos saldos de receitas e despesas, bem como de lucros não realizados, decorrentes de negóciosentre as empresas;
d.
Eliminação dos encargos de tributos sobre a parcela de lucro não realizado apresentados como tributos diferidosno balanço patrimonial consolidado;
e.
As participações dos minoritários da Rodonorte - Concessionária de Rodovias Integradas S.A., da ParquesServiços Ltda. e da Concessionária do Rodoanel Oeste S.A., no patrimônio líquido e no resultado, foram destacadase registradas na rubrica “Participação de acionistas não controladores”;
f.
A prática contábil adotada pela Companhia é de não reconhecer no ativo intangível e no passivo o direito deoutorga, como descrito na nota explicativa nº 3, no item Direito de Concessão. Por esse motivo, as demonstraçõesfinanceiras da controlada em conjunto Renovias, para fins desta demonstração, foram ajustadas para consideraresta prática contábil;