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Satanás ou Satã (do hebraico שָטָן, adversário/acusador,[1] no koiné Σατανάς Satanás; no aramaico צטנא, em árabe شيطان) é um termo originário da tradição judaico-cristã e geralmente aplicado à encarnação do Mal em religiões ditas monoteístas. São Jerônimo traduziu a palavra hebraica Elohim (אֱלוֹהִים, אלהים) para o latim como Deus Os ateus não creem na existência de Deus algum, portanto para eles qualquer ensinamento religioso, venha da Bíblia ou do Alcorão é falso, desnecessário e até mesmo prejudicial. Há também ateus, que aceitam e acreditam no teor filosófico de tais livros, porém, não atribuem a eles nenhum sentido santo e/ou divino, não os considerando obra de nenhum deus, mas sim de homens. Nas religiões monoteístas atuais (judaísmo, zoroastrismo, cristianismo, islamismo, sikhismo e a Fé Bahá'í), o termo "Deus" refere-se à idéia de um ser supremo, infinito, perfeito, criador do universo, que seria a causa primária e o fim de todas as coisas. Os povos da mesopotâmia o chamavam

Satanás ou Satã (do hebraico שָטָן, adversário/acusador,[1] no koiné Σατανάς Satanás; no aramaico צטנא, em árabe شيطان) é um termo originário da tradição judaico-cristã e geralmente aplicado à encarnação do Mal em religiões ditas monoteístas. São Jerônimo traduziu a palavra hebraica Elohim (אֱלוֹהִים, אלהים) para o latim como Deus Os ateus não creem na existência de Deus algum, portanto para eles qualquer ensinamento religioso, venha da Bíblia ou do Alcorão é falso, desnecessário e até mesmo prejudicial. Há também ateus, que aceitam e acreditam no teor filosófico de tais livros, porém, não atribuem a eles nenhum sentido santo e/ou divino, não os considerando obra de nenhum deus, mas sim de homens. Nas religiões monoteístas atuais (judaísmo, zoroastrismo, cristianismo, islamismo, sikhismo e a Fé Bahá'í), o termo "Deus" refere-se à idéia de um ser supremo, infinito, perfeito, criador do universo, que seria a causa primária e o fim de todas as coisas. Os povos da mesopotâmia o chamavam

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Satanás ou Satã (do hebraico שָטָן, adversário/acusador,[1] no koiné Σατανάς Satanás; no aramaico צטנא, em árabe شيطان) é um termo originário da tradição judaico-cristã e geralmente aplicado à encarnação do Mal em religiões ditas monoteístas.

São Jerônimo traduziu a palavra hebraica Elohim (אֱלוֹהִים, אלהים) para o latim como Deus

Os ateus não creem na existência de Deus algum, portanto para eles qualquer ensinamento religioso, venha da Bíblia ou do Alcorão é falso, desnecessário e até mesmo prejudicial. Há também ateus, que aceitam e acreditam no teor filosófico de tais livros, porém, não atribuem a eles nenhum sentido santo e/ou divino, não os considerando obra de nenhum deus, mas sim de homens.

Nas religiões monoteístas atuais (judaísmo, zoroastrismo, cristianismo, islamismo, sikhismo e a Fé Bahá'í), o termo "Deus" refere-se à idéia de um ser supremo, infinito, perfeito, criador do universo, que seria a causa primária e o fim de todas as coisas. Os povos da mesopotâmia o chamavam pelo Nome, escrito em hebraico como יהוה (o Tetragrama YHVH). Mas com o tempo deixaram de pronunciar o seu nome diretamente, apenas se referindo por meio de associações e abreviações, ou através de adjetivos como "O Salvador", "O Criador" ou "O Supremo", e assim por diante.

Outros especulam que as religiões e mitos são derivados do medo. Medo da morte, medo das doenças, medo das calamidades, medo dos predadores, medo do desconhecido. Com o passar do tempo, essas religiões foram subjugadas sob a tutela das autoridades dominantes, as quais se transformaram em governantes divinos ou enviados pelos deuses.
Dessa forma, a religião é simplesmente um meio para se dominar a massa. Napoleão Bonaparte disse que: "o povo não precisa de Deus, mas precisa de religião", o que quer dizer que a massa necessita de uma doutrina que lhe discipline e lhe estabeleça um rumo, sendo que Deus é um detalhe meramente secundário.

Eu fui expulso de todas as comunidades religiosas do Orkut que participei… O povo lá me aturava, no máximo, um mês. Bem mais que minha última namorada católica foi capaz de aguentar: três semanas. Mas, enfim… Ponto. Parágrafo.

Estado laico é aquele que não sofre influência ou controle por parte de alguma religião. Democracia não é a ditadura da maioria. 51% da população não podem escravizar os 49% restantes, é certo. Existem cláusulas pétreas, como a liberdade religiosa, respeito a todas as crenças e à descrença. O juiz William cria um espantalho para depois esgrimi-lo. Afirmar que aqueles que são contra crucifixos em paredes de repartições públicas entendem a laicidade como dever de eliminar símbolos religiosos é uma pueril falácia da pressuposição. Paredes nuas da Câmara de Vereadores de uma cidade qualquer significam intolerância religiosa? Se o juiz quiser ter um crucifixo sobre sua mesa, pendurado no pescoço, tudo bem. Mas o poder público não pode estar associado a uma religião específica.

Hitchens defende que a religião envenena tudo quer pelas suas consequências quer pelos seus princípios. Não há nenhum acto que se reconheça como bom que seja exclusivo dos religiosos e, para ser uma pessoa boa e ter valores louváveis, não é preciso ter religião. Por outro lado, facilmente nos ocorrem actos e valores condenáveis associados a práticas religiosas, desde os sacrifícios humanos e a inquisição aos ataques bombistas e à mutilação genital de raparigas. Ele não o mencionou mas, antecipando já as criticas costumeiras, saliento que isto não quer dizer que todos os ateus sejam boas pessoas. O ponto aqui é que a religião é desnecessária para se ser bom e é motivo para muitos actos condenáveis. Pesando os prós e os contras, mais vale não a ter.

Mesmo entre os que são ateus, num sentido estrito, o mau comportamento institucionalizado vem da aceitação acrítica de superstições e ideologias estranhas ao ateísmo. Na Coreia do Norte, um exemplo comum dos terrores do ateísmo, a Constituição foi alterada em 1998 para nomear Kim Il-Sung o Presidente Eterno
Satanás ou Satã (do hebraico שָטָן, adversário/acusador,[1] no koiné Σατανάς Satanás; no aramaico צטנא, em árabe شيطان) é um termo originário da tradição judaico-cristã e geralmente aplicado à encarnação do Mal em religiões ditas monoteístas.

São Jerônimo traduziu a palavra hebraica Elohim (אֱלוֹהִים, אלהים) para o latim como Deus

Os ateus não creem na existência de Deus algum, portanto para eles qualquer ensinamento religioso, venha da Bíblia ou do Alcorão é falso, desnecessário e até mesmo prejudicial. Há também ateus, que aceitam e acreditam no teor filosófico de tais livros, porém, não atribuem a eles nenhum sentido santo e/ou divino, não os considerando obra de nenhum deus, mas sim de homens.

Nas religiões monoteístas atuais (judaísmo, zoroastrismo, cristianismo, islamismo, sikhismo e a Fé Bahá'í), o termo "Deus" refere-se à idéia de um ser supremo, infinito, perfeito, criador do universo, que seria a causa primária e o fim de todas as coisas. Os povos da mesopotâmia o chamavam pelo Nome, escrito em hebraico como יהוה (o Tetragrama YHVH). Mas com o tempo deixaram de pronunciar o seu nome diretamente, apenas se referindo por meio de associações e abreviações, ou através de adjetivos como "O Salvador", "O Criador" ou "O Supremo", e assim por diante.

Outros especulam que as religiões e mitos são derivados do medo. Medo da morte, medo das doenças, medo das calamidades, medo dos predadores, medo do desconhecido. Com o passar do tempo, essas religiões foram subjugadas sob a tutela das autoridades dominantes, as quais se transformaram em governantes divinos ou enviados pelos deuses.
Dessa forma, a religião é simplesmente um meio para se dominar a massa. Napoleão Bonaparte disse que: "o povo não precisa de Deus, mas precisa de religião", o que quer dizer que a massa necessita de uma doutrina que lhe discipline e lhe estabeleça um rumo, sendo que Deus é um detalhe meramente secundário.

Eu fui expulso de todas as comunidades religiosas do Orkut que participei… O povo lá me aturava, no máximo, um mês. Bem mais que minha última namorada católica foi capaz de aguentar: três semanas. Mas, enfim… Ponto. Parágrafo.

Estado laico é aquele que não sofre influência ou controle por parte de alguma religião. Democracia não é a ditadura da maioria. 51% da população não podem escravizar os 49% restantes, é certo. Existem cláusulas pétreas, como a liberdade religiosa, respeito a todas as crenças e à descrença. O juiz William cria um espantalho para depois esgrimi-lo. Afirmar que aqueles que são contra crucifixos em paredes de repartições públicas entendem a laicidade como dever de eliminar símbolos religiosos é uma pueril falácia da pressuposição. Paredes nuas da Câmara de Vereadores de uma cidade qualquer significam intolerância religiosa? Se o juiz quiser ter um crucifixo sobre sua mesa, pendurado no pescoço, tudo bem. Mas o poder público não pode estar associado a uma religião específica.

Hitchens defende que a religião envenena tudo quer pelas suas consequências quer pelos seus princípios. Não há nenhum acto que se reconheça como bom que seja exclusivo dos religiosos e, para ser uma pessoa boa e ter valores louváveis, não é preciso ter religião. Por outro lado, facilmente nos ocorrem actos e valores condenáveis associados a práticas religiosas, desde os sacrifícios humanos e a inquisição aos ataques bombistas e à mutilação genital de raparigas. Ele não o mencionou mas, antecipando já as criticas costumeiras, saliento que isto não quer dizer que todos os ateus sejam boas pessoas. O ponto aqui é que a religião é desnecessária para se ser bom e é motivo para muitos actos condenáveis. Pesando os prós e os contras, mais vale não a ter.

Mesmo entre os que são ateus, num sentido estrito, o mau comportamento institucionalizado vem da aceitação acrítica de superstições e ideologias estranhas ao ateísmo. Na Coreia do Norte, um exemplo comum dos terrores do ateísmo, a Constituição foi alterada em 1998 para nomear Kim Il-Sung o Presidente Eterno

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eísmo. Na Coreia do Norte, um exemplo comum dos terrores do ateísmo, a Constituição foi alterada em 1998 para nomear Kim Il-Sung o Presidente Eterno da República. O homem já tinha morrido quatro anos antes. O estalinismo, o maoismo e a ditadura em Cuba, apesar de não seguirem algo que oficialmente seja considerado divino, assentam também numa teimosia ideológica que o ateísmo não exige mas que é fundamental em qualquer religião. As religiões consideram-se acima das limitações, da falibilidade e até da contestação humana, e é essa atitude que facilmente tem consequências trágicas.Além disso, as religiões declaram-nos todos servos dos deuses. Não somos donos de nós próprios nem os responsáveis pelos nossos valores. Somos instrumentos criados por outrem para servir os seus propósitos e cujo mérito é função da submissão a esse desígnio. Isto desumaniza as pessoas.Questions to AskFor many years, I have used the following questions in pamphlets because of their simplicity and effectiveness:Why are we being punished for Adam's sin? After all, he ate the forbidden fruit, we didn
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