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Direito Civil Obrigacoes

Direito Civil Obrigacoes

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11/28/2012

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DIREITO CIVIL – OBRIGAÇÕES
PARTE GERAL
INTRODUÇÃO:- direitos o patrimoniais
- referentes à pessoa humana (direito à vida, àliberdade, ao nome etc.).
- direitos patrimoniais
- de valor econômico.
- reais
- integram o Direito das Coisas; recai sobre a coisa, direta eindiretamente, vinculando-a ao seu titular e conferindo-lhe o “
 jus persequendi 
(direito de seqüela) e o “
 jus praeferendi 
” (direito de preferência), podendo ser exercido contra todos (“
erga omnes
”).
- obrigacionais
- pessoais ou de crédito compõem o Direito das Obrigações;confere ao credor o direito de exigir do devedor uma determinada prestação.
CONCEITO:
é o vínculo jurídico que confere ao credor (sujeito ativo) o direito de exigir dodevedor (sujeito passivo) o cumprimento de determinada prestação; corresponde a umarelação de natureza pessoal, de crédito e débito, de caráter transitório (extingue-se pelocumprimento), cujo objeto consiste numa prestação economicamente aferível; é opatrimônio do devedor que responde por suas obrigações; constitui ele, pois, a garantiado adimplemento com que pode contar o credor; a obrigação nasce de diversas fontes edeve ser cumprida livre e espontaneamente; quanto tal o ocorre e sobrevém oinadimplemento, surge a responsabilidade, que é a conseqüência jurídica patrimonial dodescumprimento da relação obrigacional; malgrado a correlação entre ambas, uma podeexistir sem a outra; as dívidas prescritas e as de jogo constituem exemplos de
obrigaçãosem responsabilidade
; o devedor, nestes casos, não pode ser condenado a cumprir aprestação, isto é, ser responsabilizado, embora continue devedor; como exemplo de
responsabilidade sem obrigação
pode ser mencionado o caso do fiador, que éresponsável pelo pagamento do débito somente na hipótese de inadimplemento daobrigação por parte do afiançado, este sim originariamente obrigado ao pagamento dosaluguéis.
ELEMENTOS CONSTITUTIVOS:
a) o subjetivo, relativo aos
sujeitos
ativo e passivo (credor e devedor);b) o
vínculo jurídico
existente entre eles;c) e o objetivo, atinente ao
objeto
da relação jurídica.
FONTES:
é o seu elemento gerador, o fato que lhe dá origem, de acordo com as regrasde direito; indagar das fontes das obrigações é buscar as razões pelas quais alguém setorna credor ou devedor de outrem; o CC considera fontes das obrigações: a)
oscontratos
, b)
as declarações unilaterais da vontade
(a promessa de recompensa e otítulo ao portador) e, c)
os atos ilícitos
(dolosos e culposos); como é a
lei 
que dá eficáciaa esses fatos, transformando-os em fontes diretas ou imediatas, aquela constitui fontemediata ou primária das obrigações.
MODALIDADES:
 
 JU
 
S
OnLine
 
- de dar 
 
 – divide-se em
obrigação de dar coisa certa
(obriga o devedor a dar coisaindividualizada, que se distingue por características próprias, móvel ou imóvel) e
obrigação de dar coisa incerta
(a obrigação tem objeto indeterminado, mas nãototalmente, porque deve ser indicada, ao menos, pelo gênero e quantidade).
- de faze
– a prestação consiste em atos ou serviços a serem executados pelodevedor.
- de não fazer 
– impõe ao devedor um dever de abstenção: o de não praticar o atoque poderia livremente o fazer, se não houvesse se obrigado - ex.: adquirente que seobriga a não construir, no terreno adquirido, prédio além de uma certa altura.
CLASSIFICAÇÃO:
- simples
 – são as que se apresentam com um sujeito ativo, um sujeito passivo e umúnico objeto, ou seja, com todos os elementos no singular.
- compostas (ou complexas)
 – basta que um deles esteja no plural.
- cumulativas (ou conjuntivas)
– os objetos apresentam-se ligados pela conjunção“e”, como na obrigação de entregar um veículo e um animal, ou seja, os dois,cumulativamente.
- alternativas (ou disjuntivas)
 – trata-se de obrigações compostas pelamultiplicidade de objetos; tem, assim, por conteúdo, duas ou mais prestações, dasquais uma somente seescolhida para pagamento ao credor e liberão dodevedor.
- divisíveis
 – são aquelas cujo objeto pode ser dividido entre os sujeitos.
- indivisíveis
 – são aquelas cujo objeto não pode ser dividido entre os sujeitos.
- solidárias
 – independe da divisibilidade ou da indivisibilidade do objeto daprestação, porque resulta da vontade das partes ou da lei; havendo vários devedores,cada um responde pela dívida inteira, como se fosse único devedor; o credor podeescolher qualquer deles e compeli-lo a solver a dívida toda; se a pluralidade for decredores, pode qualquer deles exigir a prestação integral, como se fosse únicocredor.
- de meio
 – é quando o devedor promete empregar os seus conhecimentos, meios ecnicas para a obteão de um determinado resultado, sem no entantoresponsabilizar-se por ele; é o caso dos advogados, que não se obrigam a vencer acausa, mas a bem defender os interesses dos clientes, bem como o dos médicos,que não se obrigam a curar, mas a tratar bem os enfermos, fazendo uso de seusconhecimentos científicos.
- de resultado
 – o devedor dela se exonera somente quando o fim prometido éalcançado.
- civis
 – é a que encontra respaldo no direito positivo, podendo o seu cumprimentoser exigido pelo credor, por meio de ação.
- naturais
 – o credor não tem o direito de exigir a prestação, e o devedor não estáobrigado a pagar (dívidas prescritas, dívidas de jogo e juros não convencionados).
- puras e simples
 – são as não sujeitas a condição, termo ou encargo.
- condicionais
 – são aquelas cuja eficácia está subordinada a um evento futuro eincerto.
- a termo
 – a eficácia essubordinada a um evento futuro e certo, a umadeterminada data.
- modais ou com encargo
 – são as oneradas com algum gravame.
 
 JU
 
S
OnLine
 
- momentânea ou de execução instantânea
– se consuma num só ato, sendocumprida imediatamente após a sua constituição, como na compra e venda à vista.
- execução diferida
– o cumprimento deve ser realizado também em um só ato, masem momento futuro (entrega, em determinada data, do objeto alienado, p. ex.).
- execução continuada ou de trato sucessivo
 – se cumpre por meio de atosreiterados, como ocorre na prestação de serviços, na compra e venda a prazo ou emprestações periódicas.
- líquidas
 – é a certa, quanto à sua existência, e determinada, quanto ao seu objeto.
- ilíquidas
 – depende de prévia apuração, pois o seu valor, o montante da prestação,apresenta-se incerto.
- principais
 – subsistem por si, sem dependerem de qualquer outra, como a deentregar a coisa, no contrato de compra e venda.
- acessórias
 – tem a sua existência subordinada a outra relação jurídica, ou seja,dependem da obrigação principal; é o caso da fiança, da cláusula penal, dos jurosetc.
- com cláusula penal 
 – é obrigação acessória, pela qual se estipula pena ou multadestinada a evitar o inadimplemento da principal, ou o retardamento de seucumprimento.
- “propter rem” 
é aquela que recai sobre uma pessoa, por foa de umdeterminado direito real.
EFEITOS:
- pagamento
 – é o cumprimento ou adimplemento da obrigação.
- mora
 – é o retardamento ou o imperfeito cumprimento da obrigação.
- enriquecimento sem causa- pagamento por consignação
 – consiste no depósito, pelo devedor, da coisadevida, com o objetivo de liberar-se da obrigação.
- pagamento com subrogação
 – a extinção obrigacional ocorre somente em relaçãoao credor, que nada mais poderá reclamar depois de haver recebido do terceirointeressado (avalista, fiador, coobrigado etc.) o seu crédito; nada se altera, porém,para o devedor, visto que o terceiro, que paga, toma o lugar do credor satisfeito epassa a ter o direito de cobrar a dívida.
- imputação do pagamento
 – consiste na indicação ou determinação da dívida a ser quitada, quando uma pessoa encontra-se obrigada, por dois ou mais débitos damesma natureza, a um só credor, e efetua pagamento não suficiente para saldar todas elas.
- dação em pagamento
 – é um acordo de vontades entre credor e devedor, por meiodo qual o primeiro concorda em receber do segundo, para exonerá-lo da dívida,objeto diverso do que constitui a obrigação.
- novação
 – é a criação de obrigação nova, para extinguir uma anterior; é asubstituição de uma dívida por outra, extinguindo-se a primeira.
- compensação
 – é o meio de extinção de obrigações entre pessoas que são, aomesmo tempo, credor e devedor uma da outra.
 
 JUS
OnLine

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