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Aula02 TiposSO

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Classificação de Sistemas Operacionais
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Sistemas Operacionais – Tecnologias de Informação – Aula 2
Tipos de Sistemas Operacionais
Sistemas em Lote (
 Batch
)Os primeiros computadores eram grandes equipamentos operados a partir de umconsole. Seus dispositivos de entrada mais comuns eram leitores de cartão e unidadesde fita. Os de saída eram impressoras, unidades de fita e perfuradores de cartão. Ousuário (geralmente um programador) interagia com o computador por intermédio deum operador. O usuário prepara uma tarefa (
 job
) composta de programa, dados einformações de controle. Esta tarefa era entregue ao operador sob a forma de umconjunto de cartões perfurados. Após o processamento (que poderia durar mais de umdia) lhe era entregue a saída do processamento: uma impressão (em geral) ou algunsdados para interpretação de erros de execução. Nesta época o sistema operacional ficava residente em memória e sua principal tarefaera transferir o controle de uma tarefa para o subseqüente.Os operadores tentavam otimizar este processo reunindo tarefas em lotes comcaracterísticas semelhantes e executando-as como um grupo.Trabalhando neste regime, era comum a UCP (Unidade Central de Processamento,também conhecida com CPU, de
Central Processing Unit 
) ficar ociosa duranteatividades de entrada ou saída de dados (conhecida como E/S ou I/O, de
 Input/Output 
). Os dispositivos de E/S, geralmente, contém componentes mecânicos,intrisicamente mais lentos do que os dos dispositivos eletrônicos. Melhorias nosdispositivos de E/S tornaram-nos mais rápidos, mas as UCP avançaram ainda maisrápido.A solução deste problema começou a se desenhar com a introdução dos discos rígidosem 1957, pela IBM. O primeiro deles podia armazenar a incrível – para a época – quantidade de 5 MB. Um disco rígido poderia manter todas as tarefas e fornecer acesso direto a todos eles.Isso possibilitou a criação da
multiprogramação
. O sistema operacional pode manter várias tarefas na memória ao mesmo tempo. Estas tarefas são um subconjunto dastarefas matidas em um pool de tarefas. Uma desta tarefas é posta em execução. Emalgum instante esta tarefa pode deixar a UCP ociosa (por estar esperando umaoperação de E/S, por exemplo). Originalmente a UCP ficaria realmente ociosa. Emum ambiente de multiprogramação o sistema operacional passa o controle da UCP para outra tarefa e a executa.Uma das decisões que o sistema operacional precisa tomar pelo usuário é a escolhade quais tarefas do pool devem ser mantidas na memória. Esta tomada de decisão édenominada
escalonamento de tarefas
. Para manter diversas tarefas na memória osistema operacional precisa implementar algum tipo de
gerenciamento de memória
.Outra questão delicada é selecionar qual de diversas tarefas aptas a serem executadasserá alocada para a UCP, o que é conhecido como
escalonamento de processador
ou
de processamento
.
 
Sistemas de Tempo CompartilhadoEstes são uma extensão lógica da multiprogramação e vieram permitir a interação dousuário com o sistema computacional.Um
sistema de computação interativo
permite a comunicação direta entre o usuárioe o sistema. O
tempo de resposta
do sistema deve ser curto, em geral abaixo de 1segundo.Como cada ação destas tende a ser curta, pode-se planejar um sistema com diversosusuários, pois um pequeno tempo da UCP precisa ser alocada a cada um deles. Comoo sistema operacional alterna rapidamente entre um usuário e outro, cada usuário tema impressão de que o sistema computacional está dedicado ao seu uso. Esta é a basedos
sistemas de compartilhamento de tempo
, que são aqueles que compartilham osrecursos de um sistema computacional entre diversos usuários por intermédio damultiprogramação. Este conceito foi desenvolvido em 1957, por Bob Bemer. Neste tipo de sistema cada usuário tem ao menos um programa um programaseparado na memória.Sistemas de computadores pessoaisOs computadores pessoais surgiram na década de 1970. Os primeiros sistemasoperacionais deste tipo de computador não eram multiusuário, nem multitarefa.Contudo, este sistemas operacionais beneficiarem-se com característicasdesenvolvidas para os sistemas operacionais dos
mainframes
.Sistemas paralelosSão cada vez mais comuns os sistemas computacionais que contam com mais de umaUCP. São denominados como
sistemas multiprocessador
. Estes têm mais de umaUCP, ou processador, em comunicação ativa, compartilhando barramento,
clock 
e atémesmo memória e dispositivos periféricos. Estes são chamados
sistemas fortementeacoplados
ou
tightly coupled 
.Com o maior número de processadores, espera-se a execução de mais tarefas, emmenos tempo. Este acréscimo na produtividade dos sistemas
(escalabilidade)
não édiretamente proporcional ao acréscimo de número de processadores. Existem perdasrelacionadas aos esforços necessários para a manutenção harmoniosa do trabalhoentre os processadores e para contornar disputas por recursos compartilhados.Estes sistemas geram economia pelo compartilhamento de periféricos, memória primária e secundária e fontes de alimentação. São convenientes pois possibilitamarmazenamento mais centralizado de dados.Este sistema fornece maior 
disponibilidade
que é a probabilidade de um sistemaestar operando corretamente e disponível para uso em um dado instante de tempo,mesmo na ocorrência de falhas, defeitos físicos ou imperfeições que ocorram emalgum componente de hardware ou de software em um dado sistema.Outro benefício é a confiabilidade. A falha de um processador irá diminuir aeficiência do sistema, mas não o interromperá. Esta capacidade é conhecida como
degradação normal
e os sistemas que a implementam são conhecidos por ser 
tolerantes a falhas
. A operação contínua na presença de falhas requer mecanismosque detectem, façam o diagnóstico e correção das falhas.
 
Convém esclarecer que estas falhas equivalem à expressão em inglês
 fault 
, cujatradução recomendada pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC) é“falha” mas pode ser encontrada na literatura como “defeito”. Trata-se de problemas em um componente de um sistema computacional. Se este problemalevar a geração de um dado incorreto ou inexato, dá-se um erro (
error 
). Aocausar a indisponibilidade de um programa ou mesmo do sistema este erro criauma
 failure
, interpretada como “defeito” pela SBC, “falha” em determinadoscasos, “avaria” em Portugal. Para minimizar possíveis confusões, talvez sejarecomendável utilizar tanto as expressões “falha” ou “defeito” para
 fault 
, “erro” para
error 
e disfunção para as
 failures
.São comuns os sistemas multiprocessadores utilizarem
multiprocessamentosimétrico
ou SMP (de
Symmetric MultiProcessing 
). Nele cada processador executauma cópia idêntica do sistema operacional, que comunicam-se entre si como for necessário e tem tempo uniforme de acesso à memória. Também é possível aarquitetura NUMA (
 Non-Uniform Memory Access
), onde o tempo de acesso àmemória varia em função da localização física dos processadores em relação à damemória. Outra forma de trabalho é a de
multiprocessamento assimétrico
, na qualcada processador recebe uma tarefa específica. Um processador mestre controla osistema e os outros (escravos) recebem instruções dele. A distinção pode ser implementada em
hardware
ou
 software
.Com o barateamento dos processadores, mais responsabilidades podem ser atribuídasaos processadores escravos de um sistemas com multiprocessamento assimétrico. Por exemplo, um processador escravo com sua própria memória pode gerenciar umsistema de disco (até implementando seus próprios algoritmos de
escalonamento
e
filas de disco
) ou controlar 
interfaces
gráficas. É também comum esta arquitetura queela não é mais considerada como multiprocessamento real.Sistemas de Tempo RealEstes são utilizados quando existem requisitos rígidos de tempo na operação de um processador ou no fluxo de dados. Geralmente o sistema operacional, os aplicativosou ambos recebem dados de sensores, analisam estes dados e ajustam controles eatuadores. São Sistemas de Tempo Real alguns que controlam experimentoscientíficos, de imagens médicas, de controle industrial e de injeção de combustíveisem motores de veículos.Os
sistemas de tempo real crítico
garante que as tarefas críticas sejam executadas atempo. Para tanto, todos os atrasos do sistema devem ser limitados. Geralmente oarmazenamento secundário é limitado ou ausente. Sistemas de Tempo Real Crítico podem ser divididos em
Sistemas de Falha Segura
e
de Falha Operacional
. Nos deFalha Segura são garantidos um ou mais estados seguros aos quais estes sistemas podem ser levados em caso de disfunção. Os de Falhas Operacionais não possuemestes estados seguros facilmente identificáveis e devem prover um mínimo deserviços ou funcionalidades mesmo em caso de erros ou disfunções.Os
sistemas de tempo real não-crítico
são os que nos quais as tarefas críticas detempo real recebam prioridade sobre as demais tarefas e mantenham esta prioridade

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