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Cancro da mama 2

Cancro da mama 2

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10/06/2012

 
Em 1952, Teresa Lasser, uma americana que vivia em NovaIorque sofreu uma mastectomia e porque conseguiu comfacilidade vencer as dificuldades e traumas que daí surgiram,resolveu, com a sua presença, os seus conselhos e,principalmente, com a sua imagem de mulher perfeitamenteadaptada, pôr-se ao serviço de outras operadas.Assim nasceu o movimento “REACH TO RECOVERY” que em1969 foi integrado na “AMERICAN CANCER SOCIETY”. Co-meçou, assim, a ser reconhecido ser preciso haver um apoio avários níveis à mulher operada à mama, que sai do hospital efica entregue a si mesma, quantas vezes sem saber como re-solver os problemas que inevitavelmente surgem.Este movimento dá apoio a outros espalhados em cerca de 45países da Europa e de outros continentes e organiza umaconferência a nível europeu de dois em dois anos.Nos países de língua francesa o movimento chama-se “VIVRECOMME AVANT”, em Itália, “ATTIVA COME PRIMA”, no Brasil“ALCANÇAR A RECUPERAÇÃO”, etc.O Dr. Francisco Gentil Martins, nessa data Presidente doNúcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro,deu início à criação do Movimento “VENCER E VIVER” inaugu-rado em 1982, em Lisboa.Esta iniciativa do Dr. Francisco Gentil Martins que conheceuTeresa Lasser em Nova Iorque e aí contactou com o “REACHTO RECOVERY”, deveu-se ao seu interesse e carinho pelosproblemas que enfrentam as mulheres com cancro da mama.Funciona num edifício pré-fabricado no Centro de Lisboa doIPOFG. Aí, um grupo de Voluntárias, procura com a sua expe-riência ajudar todas as mulheres com cancro da mama quenecessitem do seu apoio.Está ao serviço de todas as mulheres: antes e depois daoperação ou outro tipo de tratamentos, quer venham de clínicasprivadas ou hospitais civis, quer sejam doentes do IPOFG.
 
 Este pequeno livro é para si.É-lhe entregue pelo
Movimento “Vencer e Viver”
do NúcleoRegional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro, fundadoem Dezembro de 1982, em Lisboa, para dar apoio moral, anível individual, a todas as mulheres que se submeteram ou vãosubmeter a uma cirurgia da mama.Todas as voluntárias que trabalham neste Movimento
sofreramde cancro na mama
: também foram operadas, fizeram todo otipo de tratamentos necessários – por isso,
podemcompreendê-la e sabem como a ajudar.
 Queremos partilhar consigo todas as suas dúvidas, as suasangústias e as suas interrogações.Procure-nos para uma pequena conversa, um conselho, umolhar e saberá que encontra alguém que sofreu o mesmo queestá agora a sofrer, que sabe o que é o trauma psicológico deuma cirurgia da mama, mas porque ultrapassou todos os mo-mentos difíceis com atitude de aceitação nessa fase da suavida, venceu, e está agora apta a ajudar outras mulheres namesma situação.Um diagnóstico de cancro da mama traz muitas alterações ànossa vida. Tudo o que está a acontecer é bastante confuso enovo e poderá sentir que está a perder o controlo da sua vida.Nesse período, torna-se bastante difícil controlar os aconteci-mentos. Por exemplo, preocupamo-nos com:As perguntas a fazerO que nos vai acontecerO que devemos fazer.Em todo o mundo, mulheres como nós vêem-se confrontadascom um diagnóstico de cancro da mama.Apesar de pensarmos que só a nós acontece, muitas mulherestêm as mesmas dúvidas e preocupações.Este folheto ajudará a lidar com algumas dessas dúvidas epreocupações.Lembremo-nos de que conhecimento é poder. Saber tudoquanto é possível sobre o
nosso 
cancro da mama ajudar-nos-áa tomar decisões quanto ao seu tratamento. Nem toda a infor-mação contida neste livro se aplica directamente a todos oscasos, mas a maior parte ajudará a recuperar o controlo de quenecessitamos quando iniciarmos a nossa recuperação.Quando existirem dúvidas deve consultar o seu médicooncologista ou o seu médico de família.

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