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ARGUMENTOS QUE SE PODEM INVOCAR PARA AS PRIVATIZAÇÕES valendo

ARGUMENTOS QUE SE PODEM INVOCAR PARA AS PRIVATIZAÇÕES valendo

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Published by mirorajao
Altamiro rajão, argumentos que se podem invocar para as privatizações, Finanças públicas, direito económico, teoria macroeconómica, Privatização, privatização formal ou legal, privatização económico-financeira , privatização material, privatização organizativa, privatização funcional, trinta gloriosos anos, consenso keynesiano, doutrina da privatização, margaret thatcher, fundo monetário internacional (fmi), banco mundial, consenso keynesiano, john m. Keynes, empresas públicas, gastos públicos, o estado liberal, estado mínimo, inglaterra, frança, países do leste europeu, méxico, argentina, brasil, chile, mário soares, prémio de ciênciais económicas, milton friedman, aumento das receitas do estado, aumento da concorrência e da eficiência, maior distribuição das acções, vital moreira, teresa luso soares.
Altamiro rajão, argumentos que se podem invocar para as privatizações, Finanças públicas, direito económico, teoria macroeconómica, Privatização, privatização formal ou legal, privatização económico-financeira , privatização material, privatização organizativa, privatização funcional, trinta gloriosos anos, consenso keynesiano, doutrina da privatização, margaret thatcher, fundo monetário internacional (fmi), banco mundial, consenso keynesiano, john m. Keynes, empresas públicas, gastos públicos, o estado liberal, estado mínimo, inglaterra, frança, países do leste europeu, méxico, argentina, brasil, chile, mário soares, prémio de ciênciais económicas, milton friedman, aumento das receitas do estado, aumento da concorrência e da eficiência, maior distribuição das acções, vital moreira, teresa luso soares.

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ECONOMIAPOLÍTICA-ARGUMENTOSQUESEPODEM INVOCARPARAASPRIVATIZAÇÕES
2010
ALTAMIRO RAJÃO -
|
DIREITO
1
ARGUMENTOSQUESEPODEM INVOCARPARAASPRIVATIZAÇÕESINTRODUÇÃO
A presente temática das privatizações apresenta-se, pois, como assunto dodia no campo das Finaas Públicas, do Direito Ecomico e da TeoriaMacroeconómica em geral.É um tema fluido e movediço, pois asalteraçõeslegislativas se sucedema umritmo veloz, bemcomo, cada Estado possui especificidadeseconómicas próprias emrelação a este tema.Nesta matéria, os contributos doutrinários mais importantes provêm deautores anglo-saxónicos, franceses, italianos e alemães, a que não será porventuraestranho o facto de nestes países se terem desenvolvido vastos programas deprivatizaçãode empresas públicas.Entretanto, a perspectiva do presente trabalho é apresentar o tema numpanorama geral e especificamente, aos
“argumentosquesepodeminvocar para as privatizações” 
. Então, vamos a eles:
CONCEITO
O termo “privatização” é uma designação genérica de vários programas epolíticas públicas que podem ser globalmente definidos como
“a transferência de actividades, provisão e responsabilidades do governo/instituições e organizações públicasparaindivíduoseorganizaçõesprivadas” 
.Também, pode ser entendida como um processo por meio do qual umacompanhia ouempresa pública é adquirida por uma empresa privada.
 
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Tornou-se uma tendencia na maioria dos países a partir da década de 1980 erepresentou um dos instrumentos na política de abertura da economia dos paísesem desenvolvimento, que reduziu substancialmente a actividade empresarial doEstado.A privatizaçãode uma empresa ocorre, na maioria das vezes:1) quando ela passa a apresentar lucros a curto ou médio prazo, após a maturaçãodo investimento pioneiro feito pelo Estado, tornando-se então umempreendimento atraente para a empresa privada;2) depois de um trabalho saneador do Estado, quando se trata de empresa falida,absorvida pelo poder público.Muitas vezes a privatização é vista também como uma “liberalização” –quando os agentes o libertados das regulações governamentais e uma“mercantilização” quando são criados novos mercados que proporcionamalternativas aos serviçosdo governo ouaos sistemasde distribuição estatal.
TIPOS
Como mencionando anteriormente, entende-se aqui, por processo deprivatização, a transferência parcial ou total do patrimônio pertencente ao Estado,na condição de proprietário de uma empresa, para a iniciativa privada através deuma operação de venda e compra, normalmente realizada em forma de leilãopúblico. Outra forma de efetuar esse processo é através da concessão, pelo Estado,da exploração de um serviço, seja de transporte, fornecimento de energia elétricaou distribuiçãode água para a iniciativa privada, por exemplo.Evidentemente que cada Estado adoptaa classificão de tipos, osmétodos e as técnicas de privatização de empresas públicas que são mais indicadosa sua situação específica. Entretanto, para efeito de mera ilustração, abordaremos aclassificação de Luis Morais, senão vejamos:a.
PRIVATIZAÇÃOFORMALOU LEGAL
: é aquela que se traduz unicamente namudança de forma legal, transformando empresas públicas stricto sensu emsociedades anónimas de capitais públicos. Tal não implica desnacionalizarvisto que continuaremos a estar em presença de empresas públicas latosensu ouempresas públicasde estrutura societária.b.
PRIVATIZAÇÃO ECONÓMICO-FINANCEIRA
– é aquela que se traduz pelaabertura das empresas ao capital privado, mas sem o Estado abdicar docontrole jurídico que lhe advém de uma participação maioritária, superior a50 %.c.
PRIVATIZAÇÃO MATERIAL
subdividindo-se esta em
PrivatizaçãoOrganizativa,
que compreende essencialmente a figura da concessão, e em
 
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PrivatizaçãoFuncional
, na qual a função empresarial em causa é controladapela parte privada. Esta Privatização Funcional pode ainda ser
Parcial
, se aparte privada detiver mais de 50 % do capital social, mas não a totalidade domesmo, ou
Total
, se os privados forem titularesdessa totalidade.
ANTECEDENTES
 
Para compreender corretamente as privatizações, é necessárioretrocedermos alguns séculos às doutrinas económicas de Adam Smith, uma vezque as privatizações são uma re-leitura moderna daquela doutrina. Embora a
 
"privatização
possa ter-se constitdo num novo burburinho é importantereconhecer que ela nãoé umfenómenonovo.Enquanto para os economistas ortodoxos a privatização representa um
 
conceito hegemonico, outras disciplinas vêem esse fenómeno sob diversos ângulos.Assim, a privatização pode ser vista como um fenómeno fundamentalmente político- e não económico, administrativo ou fiscal.Em apertada síntese, a privatização é antagónica ao intervencionismo
 
estatal. Foram nos conhecidos
“trinta gloriososanos” 
(três décadas seguidas) quesucederam a II Guerra Mundial, o mundo assistiu e experimentou uma crescenteintervenção do Estado na economia e na sociedade, contrariando os preceitosaprovados no grande acordo de Bretton Woods. Ironicamente, foram as idéias deM. Keynes, justamente o perdedor de Bretton Woods, que orientaram, em grandeparte, asrelações fundamentaisentre Estado e Mercadodurante todoesse período,marcado pelo chamado
consensokeynesiano” 
. Entretanto, não foi apenas a forçadas idéias de Keynes que se encarregou de moldar essas relações. Somaram-se aisso o grande esforço de reconstrução da Europa e Japão acrescentado do esforço
 
de construção dos estados nacionais nos países descolonizados no período pós-
 
guerra. Todos esses esforços exigiram grandes e profundas intervenções do Estadona vida das pessoase das empresas.Está comprovado que a
"doutrinadaprivatização" 
foi ativamente praticada epromovida pelas administrações Ford, Carter e Reagan nos EUA, e pela
 
administração Thatcher no Reino Unido.O interesse pelas privatizações no mundo emanou originalmente dasiniciativas de desregulamentação proclamadas e esposadas por essas
 
administrações, que particularmente favoreciam a minimização do papel e das
 
responsabilidades do Estado ou do sector blico da economia, e assimtransferiramessa responsabilidade ao sector privado.Modernamente, esse processo iniciou-se no Chile de Augusto Pinochet em1973 e atingiu seu ápice na década de 1980 nos países desenvolvidos como no ReinoUnido, por exemplo, sob o governo da primeira-ministra Margaret Thatcher.Estendeu-se, na década de 1990, à América Latina, onde foi incentivada pelo FundoMonetário Internacional (FMI) e pelo Banco Mundial, sendo uma estratégia

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