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AULA - Estratégia de Ensino e Aprendizagem na Sala de Aula - Cap IV - fragmento

AULA - Estratégia de Ensino e Aprendizagem na Sala de Aula - Cap IV - fragmento

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Published by Diogo Costa
Fragmento de texto de livro, cujo título e autor eu não consegui identificar. Material utilizado em sala de aula. Se alguém conhecer o autor, favor comunicar, para que eu possa colocar o crédito.
Fragmento de texto de livro, cujo título e autor eu não consegui identificar. Material utilizado em sala de aula. Se alguém conhecer o autor, favor comunicar, para que eu possa colocar o crédito.

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CAPÍTULO IVO ALUNO E O PROFESSOR COMO PESSOAS
 
“Não existe um só método que tenha dado o mesmo resultado com todos os Alunos... O ensino torna-se mais eficaz quando o professor conhece a natureza das Diferenças entre seus alunos.” 
Wilbert J. McKeachie (18)Em Que revelan lãs investigaciones sobre los métodos deEnseñanza universitária
 
I. O PROBLEMA
 
S
e perguntarmos a um professor universitário: “Você conhece realmente seusalunos? Você saberia explicar por que alguns são bons alunos e outros não?” – omais provável é que das duas respostas surja uma patética conclusão: o alunocontinua sendo o Grande Desconhecido.Talvez pelo desejo subconsciente de simplificar seu trabalho docente, o professortende, em geral, a considerar o “corpo discente” como uma massa homogênea eindiferenciada. É possível que apenas três tipos de estudantes escapem desseanonimato: o estudante brilhante, o estudante badalador e o estudanteencrenqueiro. No jogo das relações professor-aluno, com efeito, estes tipos deestudantes fornecem os maiores prêmios e ameaças e, por conseguinte, chamam aatenção do professor.Suponhamos agora que o professor queira, seriamente, olhar e tratar seus alunoscomo pessoas humanas e adequar seus métodos didáticos às diferençasindividuais, visando a uma aprendizagem mais satisfatória e um crescimento integraldas personalidades.O problema é que não contamos ainda com suficiente conhecimento de teoria epesquisa para saber quais são as características pessoais que mais influem sobre aaprendizagem, e de que maneira o fazem. Ora, esse conhecimento seria utilíssimopara o professor. Informa McKeachie que “o ensino torna-se mais eficaz quando oprofessor conhece a natureza das diferenças entre os alunos. Numa experiência emque se deu aos professores de física informação adicional sobre os antecedentespessoais dos seus alunos, estes obtiveram um avanço notável no seuaproveitamento, consideraram seus professores mais eficazes nas aulasexperimentais em que os professores estavam bem informados.”Como interagem tais diferenças de sexo e de personalidade com os métodosdidáticos empregados? A tendência à ansiedade, por exemplo, afetarásignificativamente o resultado de métodos didáticos tais como a discussão emgrupo? Uma prova, ao criar tensão, não colocará em desvantagem os alunos maisansiosos?

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