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Efeitos negativos do álcool sobre o feto e idoso

Efeitos negativos do álcool sobre o feto e idoso

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PSICOLOGIA E CICLO VITAL
Efeitos negativos do álcool sobre o feto e idoso
1
Claudia Soares
2
Fagner 
 
Alfredo Ardisson Cirino Campos
3
RESUMO
O consumo de bebida alcoólica tem trazido sérios problemas à saúdepública, como a quem usufrui do hábito. E infelizmente o Etanol provoca sériosdanos aos bebês de mães que o consomem durante a gravidez (sendo que os doisprimeiros meses mais prejudiciais), porque ele atravessa a placenta, provocando umefeito terrível: O bebê ainda não possui certas estruturas fisiológicas, as quaispoderiam degradá-lo, desta maneira uma pequena dose ingerida pela a mãe, fazcom que se torne uma bomba a feto. Na terceira idade é sabido que o álcool estáassociado a certas doenças psíquicas como a depressão e suicídios. Muitos idososescondem o problema por vergonha ou medo.Palavras-chave: Álcool, gestantes e idosos.1. IntroduçãoO consumo de bebidas alcoólicas por gestantes pode provocar danos acérebro, coração e rins, além de outros órgãos do bebê. Quando bebês nascem comdeformações faciais denomina-se Síndrome Alcoólica Fetal. Eles podem ter baixopeso e ter retardo mental. grande probabilidade de possuírem problemasrelacionados à aprendizagem, memória, fala, audição, atenção e dificuldade parasolucionar problemas, pode ter desvio de comportamento na criança ou quandoadolescente por volta dos 15 anos. Alguns têm dificuldade de se relacionar com
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Artigo apresentado à disciplina de Instrumentalização Científica ministrada pela professora Dalva Felipe deOliveira.
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Acadêmica do primeiro período do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná – CEULJI/ULBRA
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Acadêmica do primeiro período do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Luterano de Ji-Paraná – CEULJI/ULBRA
 
PSICOLOGIA E CICLO VITAL
outras pessoas e problemas na escola. Além disso, deve se explanar que “Criançasexpostas ao álcool, no período pré-natal mostram resultados piores nas escalas dedesenvolvimento neuropsicomotor no primeiro ano de vida. Filhos de mães queusaram álcool durante a gravidez nascem com peso, comprimento e perímetrocefálico menores” (FREIRE et at, p. 379).No ano de 2007, a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeirolançou projeto de lei nº 1224/2007, iniciativa do Deputado Átila Nunes:
Art. 1º
- Tornaobrigatória a presença de informação visível aos consumidores nos rótulos e nascampanhas publicitárias de bebidas alcoólicas sobre os riscos do consumo de álcooldurante a gravidez, em qualquer nível, para geração de crianças com Síndrome doAlcoolismo Fetal (SAF).
 
§2º
- As campanhas publicitárias das bebidas alcoólicas veiculadas, emqualquer dia, no âmbito do Estado, deveo conter o alerta: "PERIGO: AINGESTÃO DE BEBIDA ALCOÓLICA DURANTE A GRAVIDEZ, EM QUALQUERNÍVEL, PODE CAUSAR A SÍNDROME DO ALCOOLISMO FETAL".
§1º
- Os tulos das bebidas alcoólicas engarrafadas e/ou comercializadasno Estado do Rio de Janeiro, deverão conter a frase: "PERIGO: A INGESTÃO DEBEBIDA ALCOÓLICA DURANTE A GRAVIDEZ, EM QUALQUER NÍVEL, PODECAUSAR A SÍNDROME DO ALCOOLISMO FETAL".Pesquisas relacionadas com o consumo de álcool por mulhere grávidascomprovaram que mais de 60% são cientes do fato de que esse consumo, mesmoem doses pequenas, traz malefícios para o bebê e para si própria. Todavia sepercebeu uma defasagem em relação ao profissional de saúde que acompanhaessas gestantes, ao não orientá-las contra os risco do alcoolismo na maioria dasvezes.2.
 
História: Composição e Apresentação
“A cerveja e o vinho foram às primeiras bebidas alcoólicas a seremconsumidas, pois dependiam exclusivamente do processo da fermentação”(MASUR, p. 13, 1988).
 
PSICOLOGIA E CICLO VITAL
Acreditam que as primeiras informações sobre o uso do álcool acontecerampor voltas de 6000 a.C. Não se sabe como se desenvolveu a sua descoberta,todavia é sabido que o seu uso inadequado são antigos e muitos conhecidos pelosos homens. “Beber é um dos costumes mais antigos, que persiste a milhares deanos [...] incontáveis costumes vieram e se foram. Este, entretanto, permaneceu”(MASUR, p. 10, 1988).Entre as subsncias conhecidas como teragenas, o álcool é,provavelmente, o mais estudado. Na Inglaterra da primeira metade do século XVIII,quando o consumo de gim era disseminado, as crianças nascidas de mães etilistasforam descritas como fracas, débeis e desatentas. Mesmo assim, até o início doculo XX a idéia de que beber durante a gravidez poderia prejudicar odesenvolvimento do feto era interpretada como moralista (FREIRE et at, p. 377).O hábito de consumir o álcool no Antigo Testamento (Bíblia) mostra comoessas bebidas eram conhecidas pelos os hebreus e os demais povos antigos de suaépoca. É percebido que Moisés no Pentateuco proibiu o uso de bebidas fermentadasao seu povo. Inclusive é relato que certa vez Deus destruiu Nadabe e Abiu por ministrarem bêbados no santuário. Salomão compara o vinho, em seu aspectoatraente a uma víbora e complementa que é infeliz a terra em que os reis seentregam a embriagueis.A hipótese de o Álcool ter sido eleito como droga de aceitação em massapela a humanidade é devido o fato de ele ser bem “disponível” porque é um produtode fermentação de açucares, sendo facilmente obtido em qualquer região. Opressuposto o é adequado às outras subsncias psicoativas. Outro fatorelevante é o seu baixo custo de aquisição e fabricação.Ele tem um grande poder em liberar energia ao organismo: de cada gramadessa subsncia provem 7 calorias. Devido o alto fornecimento de energia,“sustenta” a pessoa e faz a mesma perder a sensação de fome. Por isso em regiõesonde a fome é constante existe um maior contingente de alcoolizados. Precisa-seconsiderar que alguns indivíduos têm compleição genética alcoolismo (indígenas).

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