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Modelação e Simulação Matemática a partir da 5ª série: uma proposta de uso do MS-Excel e do MS-Paint Brush no Ensino Fundamental

Modelação e Simulação Matemática a partir da 5ª série: uma proposta de uso do MS-Excel e do MS-Paint Brush no Ensino Fundamental

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Neste artigo, escrito em 2003 para uma disciplina do Mestrado, procuro discutir a importância da modelagem e da simulação para a construção do pensamento matemático e para o ensino/aprendizagem de Matemática a partir da 5ª série do Ensino Fundamental, utilizando-se a planilha eletrônica MS-Excel e o editor de desenhos MS-Paint, ambos da Microsoft.
Palavras-chave: Modelagem Matemática, Simulação, Informática Educativa.

Abstract
To argue the relevance of modelling and simulation in building of mathematic thought and the teaching/learning of Mathematics in elemantary school, employing MS-Excel and MS-Paintbrush.
Key-words: Mathematic modelling, simulation, informatic on education
Neste artigo, escrito em 2003 para uma disciplina do Mestrado, procuro discutir a importância da modelagem e da simulação para a construção do pensamento matemático e para o ensino/aprendizagem de Matemática a partir da 5ª série do Ensino Fundamental, utilizando-se a planilha eletrônica MS-Excel e o editor de desenhos MS-Paint, ambos da Microsoft.
Palavras-chave: Modelagem Matemática, Simulação, Informática Educativa.

Abstract
To argue the relevance of modelling and simulation in building of mathematic thought and the teaching/learning of Mathematics in elemantary school, employing MS-Excel and MS-Paintbrush.
Key-words: Mathematic modelling, simulation, informatic on education

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Modelação e Simulação Matemática a partir da 5ª série:uma proposta de uso do MS-Excel e do MS-Paint Brush no Ensino Fundamental
1
Franz Kreüther Pereira
Um método é um truque que funciona mais de uma vezG. Polya
Resumo
Discutir a importância da modelagem e da simulação para a construção do pensamentomatemático e para o ensino/aprendizagem de Matemática a partir da 5ª série do EnsinoFundamental, utilizando-se a planilha eletrônica MS-Excel e o editor de desenhos MS-Paint, ambos da Microsoft.
Palavras-chave
: Modelagem Matemática, Simulação, Informática Educativa.
Abstract
To argue the relevance of modelling and simulation in building of mathematic thought andthe teaching/learning of Mathematics in elemantary school, employing MS-Excel and MS-Paintbrush.
Key-words:
Mathematic modelling, simulation, informatic on education
Apresentação
 Esse artigo quer apenas discutir a importância da modelação
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 matemática e dasimulação para a construção do pensamento matemático e para o ensino/aprendizagem deMatemática a partir da 5ª série do Ensino Fundamental, ao mesmo tempo que apresentauma proposta para o professor de Matemática trabalhar a planilha eletrônica Excel e oeditor de desenho Paint Brush como ambientes de modelagem computacional, enquantotece algumas considerações teóricas e metodológicas. Não vamos tratar aqui dos
1
Artigo escrito como forma de avaliação parcial da disciplina Modelagem Matemática, no Curso de Mestradoem Ensino de Ciências e Matemáticas do NPADC/UFPA/2003.
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Entendemos mais apropriado empregar a expressão “modelação”, posto que se tratar de um processomatemático, em lugar de “modelagem”, que é a forma mais corrente e aceita no Brasil, no entanto faremosuso dos dois termos.
 
 procedimentos necessários para a elaboração de modelos matemáticos; para isso existem osexcelentes trabalhos de Rodney C. Bassanezi e de Maria Sallet Biembengut
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.Recomendamos que, de início, o professor se familiarize como estes trabalhos, mas se já possuir suficientes conhecimentos sobre o assunto pode passar direto para o trabalho nocomputador; contudo é mister que planeje as atividade no Paintbrush e/ou Excel comcuidado e atenção aos detalhes.
Introdução
É da natureza intrínseca do homem compreender como se comportam determinadossistemas, orgânicos ou não; como funciona esse ou aquele fenômeno, natural ou não; deque forma se realiza ou se realizou determinada tarefa humana; como se processoudeterminado evento etc. Para isso ele sempre necessitou construir estruturas físicas oumentais com os quais pudesse vislumbrar as soluções buscadas para as circunstâncias emestudo. Essas estruturas são chamadas de modelos. Para Vergani (2003, p. 44), “o modelo éo suporte capaz de sustentar o trabalho da imaginação. É o modelo, o
objeto abstrato
, queconstitui uma representação suficientemente fiel – embora simplificada – da realidade.” No Aurélio
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lemos que modelo pode ser a “representação em pequena escala de algoque se pretende executar em grande” ou “conjunto de hipóteses sobre a estrutura ou ocomportamento de um sistema físico pelo qual se procuram explicar ou prever, dentro deuma teoria científica, a propriedade do sistema.” Exemplos marcantes são os modelosdesenvolvidos pelos astrônomos para explicar as condições para que o nosso sistema solar funcione como um
organismo
(Ochmann, 2002) e os modelos elaborados po pesquisadores e estudiosos do passado (arqueólogos, paleontólogos etc) para conferiveracidade às suas hipóteses e teorias, nomeadamente: como as civilizações da antiguidadeconseguiram erguer construções megalíticas tão surpreendentes como as pirâmides de Gizé,no Egito ou os monólitos de Stonehenge, na Inglaterra? Como, por exemplo, os antigosegípcios conseguiram talhar, transportar, erguer e encaixar com precisão blocos de granitocom dezenas de toneladas fazendo uso de troncos de palmeira, cordas, planos inclinados e
3
Veja em Referências Bibliográficas.
4
Dicionário Aurélio Escolar da Língua Portuguesa. Nova Fronteira, 1ª ed. RJ. 1988.
 
força humana? Para responder a isso a ciência cria modelos, tenta reproduzir, contudo estase outras tantas obras construídas a milhares de anos continuam sendo um mistério. Na falta de um modelo mais adequado, aceitamos o modelo que nos parece mais plausível. René Descartes, no século XVII, tentou entender o Universo e a natureza dossistemas orgânicos através da analogia desses com máquinas. Naquela época, o mecanismode mais alta tecnológia conhecido e que representava a concepção que o homem tinha de precisão e perfeão era o regio. Assim, Descartes usou o modelo mecânico (oscomplicados mecanismos de relojoaria), estabelecendo
um conjunto de regras quegovernavam o funcionamento do todo e de suas partes
para explicar o comportamento de planetas e satélites, bem como o funcionamento dos organismos biológicos. Ainda hojemantemos algumas dessas analogias cartesianas: comparamos o coração com uma bombahidráulica; consideramos o organismo vivo como um motor rmico que recebe ocombustível (alimento) e o converte em energia, que vai gerar movimento (ação muscular)etc.Estamos, pois, sempre buscando compreender os fenômenos que nos cercam atravésde comparações, de analogias com sistemas cujos padrões já sejam conhecidos e cujas leise regras sejam dominadas. A partir daí elaboramos cenários onde vamos analisar ocomportamento do modelo ante variações determinadas e estabelecemos as relações com ocomportamento do sistema real; construímos protótipos ou modelos prototípicos para testar nossas hipóteses, e nesse processo fazemos inferências, deduzimos, aprendemos...
Modelando, simulando e evoluindo cientificamente
Há milênios o homem observou que determinados fenômenos ocorriam no céusempre nas mesmas condições e circunstâncias: eram o nascer e o pôr-do-sol e as fases daLua. A regularidade com que isso acontecia permitiu a construção do primeiro modelomatemático da história humana: o calendário (solar ou lunar). Com a criação do calendárioo homem pode, então, prever as condições naturais mais favoráveis para atender suasnecessidades básicas de sobrevivência (caça, pesca, plantio e colheita) e assim planejar melhor suas ões. Na tentativa de entender e dominar a natureza ele construiu

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