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divórcio e violencia doméstica

divórcio e violencia doméstica

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CENTRO DE FORMAÇÃO JURÍDICA LÍNGUA PORTUGUESA
2008
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
Divórcio: Bloco defende que veto do PR teve "como base concepçõesconservadoras"
2008-08-20 11:57:09Lisboa, 20 Ago (Lusa) - O Bloco de Esquerda (BE) defendeu hoje que o veto do Presidente daRepública (PR) ao diploma que altera o Regime Jurídico do Divórcio teve "como base concepçõesconservadoras" e que "os motivos alegados não têm eco na lei"."Lamentamos o veto de uma lei que considerávamos ser positiva e encaramos que tem como baseconcepções conservadoras", afirmou à Lusa a deputada do Bloco de Esquerda Helena Pinto. "Nós [Bloco de Esquerda] votámos a favor da lei e esta era uma lei de algum consenso alargado.Além do mais os motivos alegados pelo Presidente da República [Cavaco Silva] não têm eco na lei",acrescentou.A bloquista deu como exemplo o caso da violência doméstica, um dos pontos abordados por CavacoSilva no comunicado divulgado hoje no 'site' da presidência,www.presidencia.pt."A violência doméstica já é crime, não tem a ver com a lei do divórcio, é um crime à parte",justificou Helena Pinto."O Presidente da República sublinha que é no mínimo singular que um cônjuge que violesistematicamente os deveres conjugais previstos na lei - por exemplo, uma situação de violênciadoméstica - possa de forma unilateral e sem mais obter o divórcio e, sobretudo, possa daí retirarvantagens aos mais diversos níveis, incluindo patrimonial", lê-se no comunicado do PR."Nada justifica que continuemos a manter este autêntico calvário a que os casais estão sujeitos",referiu também a deputada do Bloco de Esquerda.O Presidente da República devolveu hoje à Assembleia da República, sem promulgação, o diplomaque altera o Regime Jurídico do Divórcio, utilizando o chamado "veto político".De acordo com o site do chefe do Estado, "o Presidente da República decidiu devolver hoje àAssembleia da República o Decreto nº232/X que aprova o Regime Jurídico do Divórcio, solicitandoque o mesmo seja objecto de nova apreciação, com fundamento na desprotecção do cônjuge que seencontre em situação mais fraca - geralmente a mulher - bem como dos filhos menores a que, naprática, pode conduzir o diploma, conforme explica na mensagem enviada aos deputados". Num comunicado de cinco pontos, divulgado em www.presidencia.pt, Cavaco Silva sublinha que"importa não abstrair por completo da realidade da vida matrimonial no Portugal contemporâneo,onde subsistem múltiplas situações em que um dos cônjuges se encontra numa posição maisdébil,não devendo a lei, por acção ou por omissão, agravar essa fragilidade".No site está também disponível a mensagem que o Presidente da República dirige ao Parlamento,acompanhando o diploma agora devolvido à Assembleia, onde foi aprovado a 04 de Julho com osvotos favoráveis do PS, PCP, BE e Verdes e votos contra do CDS-PP e da maioria da bancada do PSD.Depois da devolução do diploma, a Assembleia da República pode confirmar o seu voto por maioriaabsoluta dos deputados em efectividade de funções - bastando para tal os votos da maioriasocialista - caso em que o Presidente da República terá de promulgar o diploma no prazo de oitodias a contar da sua recepção.
ATF/SMALusa/fim.
 
21 Agosto 2008 - 00h30
 
CENTRO DE FORMAÇÃO JURÍDICA LÍNGUA PORTUGUESA
2008
Divórcio: Presidente da República veta novo regime jurídico
 Veto de Cavaco protege mulheres
O
Presidente da República vetou o novo regime jurídico do divórcio com fundamentono efeito "indesejável" que o diploma possa implicar na "desprotecção do cônjuge que seencontre numa situação mais fraca  geralmente, a mulher , bem como, indirectamente,dos filhos menores". No texto enviado à Assembleia da República, o Chefe de Estadosustenta todos os pareceres com exemplos práticos.Cavaco Silva defende que, "para não agravar a desprotecção da parte mais fraca",devia ser ponderada a manutenção do divórcio culposo. Para o Presidente, "é no mínimosingular que um cônjuge que viole sistematicamente os deveres conjugais previstos na leipossa de forma unilateral e sem mais obter o divórcio e, sobretudo, possa retirar daí vantagens ". Neste sentido, Cavaco traça um cenário passível de ocorrer no âmbito do novoregime: "Numa situação de violência doméstica, em que o marido agride a mulher  umarealidade que não é rara em Portugal  é possível aquele obter o divórcioindependentemente da vontade da vítima de maus tratos " e "exigir o pagamento demontantes financeiros", caso tenha contribuído em exclusivo para a despesa familiar. A estepropósito, o Chefe de Estado revela a necessidade de saber "à luz de que critérioscontabilizarão os tribunais o valor monetário do trabalho desenvolvido por uma mulher noseio do lar".
O
Presidente alerta para o facto de a nova lei poder forçar a uma "visão contabilísticado matrimónio", em que cada um dos cônjuges "é estimulado a manter uma conta correntedas suas contribuições para os encargos da vida conjugal e familiar". Contesta também umponto "extremamente controverso" da nova lei, que prevê que, em caso de divórcio, sejaimposto na partilha de bens um regime diferente do escolhido no acto de matrimónio.
O
 facto de, em Portugal, haver 48 divórcios em cada cem casamentos poderá ser um factor depreocupação acrescido para Cavaco Silva com a lei do divórcio.
O
porta-voz do PS, Vitalino Canas, garante que os socialistas vão analisar osfundamentos de Cavaco para depois "tomarem uma decisão no quadro constitucional".Também o PCP manifesta disponibilidade neste sentido. Helena Pinto, do BE, refere que oveto de Cavaco tem "como base concepções conservadoras".
O
PSD e o CDS-PP, os únicospartidos que votaram contra o diploma, congratularam-se com a atitude do Chefe deEstado.
F
RASES
 - "Numa situação de violência doméstica, em que o marido agride a mulher ao longo dosanos  uma realidade que não é rara em Portugal , é possível aquele obter o divórcioindependentemente da vontade da vítima de maus tratos."- "Em casos-limite, o novo regime, ao invés de promover a igualdade entre cônjuges, podeperpetuar situações de dependência pessoal e de submissão às mais graves violações aosdeveres de respeito, de solidariedade, de coabitação, entre outros. "- "A par desta visão "afectiva" do casamento, pretende-se que a seu lado conviva umaoutra, dir-se-ia contabilística, em que cada um dos cônjuges é estimulado a manter uma conta-corrente das suas contribuições, e apenas a prática poderá dizer qual delas iráprevalecer."
 Janete Frazão in Internet 
 
CENTRO DE FORMAÇÃO JURÍDICA LÍNGUA PORTUGUESA
2008
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É considerada violência sexual as situações de abuso, violação e assédio sexual. Éa passagem ao acto quando o outro não o deseja, é uma agressão focalizada nasexualidade da pessoa, mas que a atinge todo o seu ser, é crime punido pelalei. Alguns artigos do código penal relativos a crimes de índole sexual: art. 163º, art.164º, art. 171º, art. 172º, art. 173º, art. 174º art. 175º e art. 176º, ainda há maisartigos na Legislação portuguesa, só que devido a poder ser muito exaustivo,deixamos apenas alguns exemplos. As marcas físicas e psicológicas da violênciasexual são frequentemente muito grandes e não falamos apenas de ferimentos,infecções sexualmente transmitidas ou gravidezes não desejadas. Não podemosesquecer que o uso da coacção psicológica, da ³chantagem´ enquanto uso dopoder, é também muito frequente, sendo em muitos casos uma forma que oagressor usa para confundir e criar situações de grande ansiedade e angústia navítima.
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Chama-se abuso sexual quando o comportamento de alguém do sexo masculino oufeminino face a um menor, engloba a prática de um acto sexual com penetração,(cópula, coito anal ou coito oral).
 
Consideram-se ainda como situações de abuso, as práticas de carácter exibicionista perante o outro, obscenidade escrita ou oral, obrigatoriedade de assistir a espectáculos pornográficos, o uso de objectos pornográficos, ou ainda se o menor é usado para fins fotográficos ou filmes de índole pornográfica, (Art. 172º e 173º,Código Penal
 A violação é outra forma de violência e abuso sexual, que a maior parte das leisdefine como agressão sexual com penetração sem consentimento mútuo. Oimportante é que se trata de um acto de violência física ou psíquica que condicionaa liberdade do outro, obrigando-o a aceitar comportamentos sexuais que nãodeseja. De uma forma geral existem um maior número de casosde violação praticados por pessoas do sexo masculino, face ao sexo feminino e aomesmo género.
www.juventude.org.pt/portal/outrostemas/saudesexualidadejuvenil/problemassexualidade/A+violencia+sexualida
 
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