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Engenharia Têxtil - Fibras Artificiais

Engenharia Têxtil - Fibras Artificiais

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Published by André Paiva
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Fibras Químicas Artificiais1
Índice 
Introdução.................................................................................................................................................. 2Fibras Químicas Artificiais.......................................................................................................................... 3Viscose........................................................................................................................................................ 7Liocel......................................................................................................................................................... 11Acetato..................................................................................................................................................... 15Triacetato................................................................................................................................................. 18Modal....................................................................................................................................................... 19Cupro........................................................................................................................................................ 21Alginato.................................................................................................................................................... 23Bambu...................................................................................................................................................... 25SeaCell Active........................................................................................................................................... 27Lenpur....................................................................................................................................................... 28Fibra Proteica de Soja (SPF)...................................................................................................................... 29Ingeo......................................................................................................................................................... 32Conclusão................................................................................................................................................. 34Bibliografia................................................................................................................................................ 36 
 
Fibras Químicas Artificiais2
II
NNTTRROODDUUÇÇÃÃOO
 
O mercado das fibras têxteis encontra-se dividido pelas fibras naturais e químicas. As naturaisapresentam-se subdivididas nas fibras animais, vegetais e minerais, enquanto que as químicasestão discriminadas em artificiais e sintéticas.Este trabalho foca-se nas fibras químicas artificiais e visa a exploração destas fibras no sentidode perceber a sua origem e evolução no mercado, o processo de fabricação, as característicasfísicas e químicas, a integração no mercado actual e quais as perspectivas futuras.Neste sentido, as fibras a abordar serão a Viscose, o Liocel, a Modal, o Acetato, o Triacetato, oCupro, o Bambu e o Alginato, estas de origem celulósicas, e a fibra proteica de soja e a Ingeo,ambas geradas a partir de proteínas. Para além destas, ainda serão referenciadas duas outrasfibras celulósicas que surgem recentemente no mercado – a Seacell Active e a Lenpur.De modo a compreender a sua evolução no mercado, para além de uma abordagem em termosabsolutos, também se encontrará, ao longo do trabalho, o desempenho do mercado das fibrasartificiais comparativamente às outras fibras têxteis, principalmente as fibras químicassintéticas, as grandes líderes do mercado de fibras têxteis.De um modo geral, pretende-se uma abordagem global do mercado e particular de cada fibraartificial, de modo a perceber os aspectos acima relegados.
 
Fibras Químicas Artificiais3
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As fibras químicas artificiais provêem da transformação de substâncias macromolecularesnaturais ou da sua solubilidade através da acção de agentes químicos.Estas fibras podem ser derivadas, por um lado, da celulose de várias plantas (árvores, algodão,algas,…) ou, por outro, de proteínas de animais.O processo de produção de fibras artificiais celulósicas consiste, essencialmente, naregeneração desta numa solução da celulose com agentes químicos, que varia entre o pH ácidoe o alcalino. Já as de origem proteica passam por um processo mais complexo, que implica aadição de uma enzima.Os primeiros registos sobre a fabricação de fibras têxteis artificiais foram efectuados peloinglês Robert Hooke, em Londres, 1665, e foi Renee-Antoine de Réaumur
 
que tentou por estateoria em prática, em 1734, mas o resultado não foi o esperado. Portanto, a descoberta sobre afabricação destas fibras deve-se ao químico Christian Friedrich Schönbein, quando, em 1846,conseguiu obter filamentos colocando o algodão num banho de ácido nítrico e clorídrico. Noentanto, as fibras desta forma geradas, eram altamente inflamáveis.Mais tarde, em 1855, George Audemars concebe um processo de extracção da celulose dasárvores, equivalente ao usado para retirar a seda produzida pelo bicho-da-seda. Em sequênciadeste processo, Joseph Swan produz fibras através da inserção da celulose em orifícios muitofinos. O seu principal objectivo era criar filamentos para lâmpadas, mas descobriu que podiaproduzir fibras têxteis através deste processo, reduzindo o seu carácter inflamável. Apresentaum tecido fabricado com estas fibras em Londres, em 1885, mas não consegue atracção porparte do público.
 
Utilizando o processo descoberto por Swan, o químico conde Hilaire de Chardonnet, em 1889,confecciona o primeiro tecido para fins comerciais, então designado por seda artificial ouRaiom.
Fieira
Fonte:
Bomba de engrenagem usada para forçar a Viscosepara os orifícios das feieiras
Fonte:

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