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Doutrina da N. Jerusalém sobre a Caridade

Doutrina da N. Jerusalém sobre a Caridade

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Published by André
"Doutrina da Nova Jerusalém sobre a Caridade", de Emanuel Swedenborg.
"Doutrina da Nova Jerusalém sobre a Caridade", de Emanuel Swedenborg.

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06/26/2012

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DoutrinaDa Nova JerusalémSobre aCaridade
Obra posthunia de E. Swedenborg que não foi concluída.Traduzida do original latino (edição de 1870) LevindoCastro de La Fayette.(Introdutor da Nova Jerusalém no Brasil)
 
Da CaridadeEis os parágrafos em sua série:I.O primeiro da caridade é ter em vista o Senhor e fugir dos males como pecados.II.O segundo da caridade é fazer usos do próximo.III.O próximo a quem devem ser feitos os usos são no sentido natural oconcidadão, a sociedade menor e maior, a pátria e o gênero humano; os usos sãoespirituais e civis.IV.Os usos que devem ser feitos ao próximo são segundo o seu bem espiritual, edepois o seu bem moral, civil e natural, por conseguinte o próximo que se deveamar no sentido espiritual é o bem.V.Aquele que ama o próximo ama pelo bem da caridade em si, por conseguinte tal éa caridade de quem quer que seja, qual é ela própria a caridade.VI.O homem nasceu para se tornar caridade, e isso não é possível dar-se, siperpetuam entre não querer e não fazer o bem da caridade segundo a afeição esegundo o prazer a ela.VII.Todo homem que tem em vista o Senhor e foge dos males como pecados, faz acaridade em forma sincera, justa e fielmente exerce a obra que é de seu oficio eemprego.VIII.Os sinais da caridade são todas as coisas que pertencem ao culto.IX.Os benefícios da caridade são todos os bens que o homem, que é caridade, fazalém de seu ofício livremente.X.Os deveres da caridade são todos além dos supramencionados, que ao homem élícito fazer.XI.As diversões da caridade são os vários prazeres e deleites dos sentidos docorpo úteis para o recreio da alma.XII.A caridade e a fé fazem um.A Igreja não existe onde não estiver o vero dafé, e a religião não existe onde não estiver o bem da caridade.&1."O primeiro da caridade é ter em vista o Senhor e fugir dos males", porquesão pecados, o que se faz pela penitência.Isso será visto nesta ordem.I.Tanto mais alguém não fugir dos males porque são pecados, quanto maispermanece neles.II.Quanto mais alguém não conhecer e não saber quais são os pecados, tanto maisnão vê outra coisa senão que está sem pecados.III.Quanto mais alguém conhece e sabe o que são os pecados, tanto mais podevê-los dentro de si, confessá-los perante o Senhor e fazer penitencia deles.IV.O bem antes da penitencia é um bem natural igualmente a caridade, pois o bemé da caridade.V.Por conseguinte, o primeiro da caridade é ter em vista o Senhor e fugir dosmales porque são pecados. &2.(I).Quanto mais o homem não tem em vista o Senhor e não foge dos males porquesão pecados, tanto mais permanece neles.O homem nasce nos males de todo ogênero, a sua vontade, que é o seu próprio, não é outra coisa senão o mal. Porconseguinte se o homem não se reformar e não se regenerar, permanece não só comonasceu, como também fica pior, pois pelos males recebidos de herança, ele agregapor si os atuais.Tal permanece o homem se não fugir dos males como pecados; fugir deles comopecados é como diabólicos e infernais, e, por conseguinte mortíferos pelo fatoque neles está a dominação eterna.Se o homem assim as considera, então ele crêalcançar o inferno e alcançar o céu, e também que Deus pode afasta-los, se ohomem também como por si próprio se esforçar pode afasta-las.Vê as coisas que naDoutrina de Vida para a Nova Jerusalém (108-113) foram demonstrados a respeito;a qual acrescentarei estas: Todos os males nascem como prazeres, pois umindivíduo nasce no amor de si, e esse amor causa prazer a tudo que é do própriobem, por conseguinte a tudo que ele quer e pensa; e quem quer que esteja nosprazeres dele arraigado desde o nascimento fica nele até a morte, exceto sedomina-los, e só podem ser dominados se os considerar como venenos doces quematam, ou como flores que na aparência são vidas, mas trazem em si o veneno, porconseguinte se não considerar os prazeres dos males como mortífero e isso até
 
que eles se tornem em desprazeres.3. (II).Se alguém não conhece e não sabe o que são os pecados, não vê outracoisa senão que ele está sem pecados.É pelo verbo que se sabe que se é pecador e se está nos males desde a cabeça atéos calcanhares; mas não até que chegue a conhecer, pois não vê pecado algum emsi; porque fala como uma voz que apenas ressoa, e, contudo intimamente dentro desi crê que não é pecador, fé que se manifesta na outra vida. Então diz: puro é,limpo estou, inocente sou, mas quando é reamado ele é impuro, imundo, eprofundamente mortal; pois é como a epiderme que por fora está limpa e macia,mas no interior enferma desde o próprio coração; e é qual o líquido que nasuperfície é líquido, mas no interior está podre pela estagnação.4. (III). Se alguém conhece e sabe o que são os pecados, pode vê-los dentro desi, confessá-los perante o Senhor e fazer penitencia deles.Diz-se que ele pode querer e quer quem crê na vida eterna. Mas enquanto nãopensar a respeito do que ele faz, mas do que ele quer fazer, que ele crêlícitos, então os faz também, e se não os faz é por causa do mundo.O efeito éinterno e externo, ou a obra é interna e externa; o efeito ou a obra externaprocede e existe pelo efeito ou obra interna como o reto procede do esforço; oesforço no homem é à vontade; por isso se ele não faz pelo corpo, se licitamenteo fizer, então o esforço ou a vontade permanece, e isso é o próprio Cristo emespírito. Depois é que reconhece e sabem quais são os seus pecados, e reconhecee sabe os seus pensamentos e por eles o que faz que seja licito, e por isso oque ele deseja e a que pensamento ele é favorável. Por conseguinte se pensar quea exortação é um pecado, e que é grave, se o ódio e a vingança são pecados, seos furtos e coisas semelhantes, se o brilho e o orgulho, se o desprezo pelosoutros e se a avareza são pecados, e então afastar os males que o homemaceitara, isto é, as confirmações, e explorar o verbo, ele verá.&5. Aquele que reconhece que o pecado é pecado pode ver os pecados dentro de sie o que todos vêem; mas quem faz coisas lícitas pelo pensamento, e ilícitas pelocorpo por causa do mundo, esse não pode ver tais coisas é como quem vivia dolado oposto do espelho para ver o seu rosto, ou como quem quer ver o rosto e põepano diante dele.6. (IV). O bem antes da penitencia é um bem natural, e geralmente a caridade,por que o bem é da caridade.Há, porém o mal interior no homem, pois não está manifesto e por isso nãocurado, e do mal não pode provir um bem puro, por ser a fonte impura. O bem quesair do mal pode na forma externa aparecer como bem, mas no interior dele está ohomem qual é quanto ao interno; tudo, pois, que daí um individuo fizer é aimagem dele; ele mesmo diante dos anjos em sua imagem aparece, principalmente emseu exterior, como mil vezes eu vi; pois o bem que alguém faz com o corpo, essepode parecer bem diante dos que vêem unicamente o externo, mas no interiorescondem-se à vontade e a intenção, que podem existir, ele quer fazer crer que ésincero e bom afim de capitar as almas por causa da honra e do lucro; em umapalavra, há o bem nuritorio, o bem hipócrita, o bem diabólico, que é paraenganar, vingar, matar, etc; seu tal bem é arrebatado com a morte, enquanto quenos seus interiores ele perdura e faz manifestar o mal.&7. Todo bem que o homem faz ao próximo é da caridade ou é caridade, por isso acaridade é conhecida qual ela é segundo estes três precedentes, a saber:1.Quando se foge dos males como pecados.2.Quando se sabe e se conhece o que são os pecados.3.E quando eles são vistos dentro de si, e o confessados e se fazpenitencia.São estes os indícios de quem está na caridade.&8. (V)."O primeiro da caridade é ter em vista o Senhor e fugir dos males porquesão pecados".Todo bem que um homem faz ao próximo por causa do próximo, ou por causa dovero e do bem, por conseguinte por ser segundo o Verbo, ou por causa dareligião, assim por causa de Deus, também por amor ou afeição espiritual,

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