Welcome to Scribd, the world's digital library. Read, publish, and share books and documents. See more
Download
Standard view
Full view
of .
Look up keyword
Like this
3Activity
0 of .
Results for:
No results containing your search query
P. 1
Rotulagem - Legislacao Portuguesa - 1999/12 - DL nº 560 - QUALI.PT

Rotulagem - Legislacao Portuguesa - 1999/12 - DL nº 560 - QUALI.PT

Ratings: (0)|Views: 146|Likes:
Published by Qualipt
N.o 293 — 18-12-1999

DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-A

9049

A Convenção foi aprovada, para ratificação, pelo Decreto n.o 764/74, de 30 de Dezembro, publicado no Diário do Governo, 1.a série, n.o 302, de 30 de Dezembro de 1974, e estendida ao território de Macau pelo Decreto do Presidente da República n.o 196/99, de 22 de Outubro, publicado no Diário da República, 1.a série-A, n.o 247, de 22 de Outubro de 1999. Para ser publicado no Boletim Oficial de Macau. Comissão Interministerial sobre...
N.o 293 — 18-12-1999

DIÁRIO DA REPÚBLICA — I SÉRIE-A

9049

A Convenção foi aprovada, para ratificação, pelo Decreto n.o 764/74, de 30 de Dezembro, publicado no Diário do Governo, 1.a série, n.o 302, de 30 de Dezembro de 1974, e estendida ao território de Macau pelo Decreto do Presidente da República n.o 196/99, de 22 de Outubro, publicado no Diário da República, 1.a série-A, n.o 247, de 22 de Outubro de 1999. Para ser publicado no Boletim Oficial de Macau. Comissão Interministerial sobre...

More info:

Published by: Qualipt on Mar 29, 2010
Copyright:Attribution Non-commercial

Availability:

Read on Scribd mobile: iPhone, iPad and Android.
download as PDF, TXT or read online from Scribd
See more
See less

06/27/2014

pdf

text

original

 
9049
 N.
 o
 293 18-12-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A
 A Convenção foi aprovada, para ratificação, peloDecreto n.
o
764/74, de 30 de Dezembro, publicado no
 Diário do Governo,
1.
a
série, n.
o
302, de 30 de Dezembrode1974,eestendidaaoterritóriodeMacaupeloDecretodo Presidente da República n.
o
196/99, de 22 de Outu-bro, publicado no
Diário da República,
1.
a
série-A,n.
o
247, de 22 de Outubro de 1999.Para ser publicado no
Boletim Oficial de Macau.
Comissão Interministerial sobre Macau, 3 de Dezem-bro de 1999. —
João Maria Rebelo de Andrade Cabral.
Aviso n.
o
264/99
Por ordem superior se torna público que, por notade 26 de Novembro de 1999, o director-geral da Orga-nização Internacional de Telecomunicações Marítimaspor Satélite (INMARSAT), na sua qualidade de depo-sitário do Acordo Internacional sobre a Utilização deEstações Terrenas de Navio da INMARSAT, nos Limi-tes do Mar Territorial e nos Postos, de 16 de Outubrode 1985, comunicou ter o Governo de Portugal noti-ficado, em 16 de Novembro, que o referido AcordofoiestendidoaoterritóriodeMacau,nosmesmostermosem que a ele está vinculado o Estado Português.Portugal é parte do Acordo, que foi aprovado, paraadesão, pelo Decreto n.
o
16/94, publicado no
Diário da República,
1.
a
série-A, n.
o
124, de 28 de Maio de 1994,e estendido ao território de Macau pelo Decreto doPresidente da República n.
o
205/99, de 9 de Novembro,publicado no
Diário da República,
1.
a
série-A, n.
o
261,de 9 de Novembro de 1999.Para ser publicado no
Boletim Oficial de Macau.
Comissão Interministerial sobre Macau, 3 deDezembro de 1999. —
João Maria Rebelo de AndradeCabral.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA,DO DESENVOLVIMENTO RURAL E DAS PESCAS
Decreto-Lei n.
o
560/99
de 18 de Dezembro
Tendo em conta as últimas directivas comunitáriasadoptadas em matéria de rotulagem dos géneros ali-mentícios Directiva n.
o
97/4/CE, do ParlamentoEuropeu e do Conselho, de 27 de Janeiro, e Directivan.
o
1999/10/CE, da Comissão, de 8 de Março —, que vieram introduzir alterações à Directiva n.
o
79/112/CEE,de 18 de Dezembro, relativa à aproximação das legis-lações dos Estados membros respeitantes à rotulagem,apresentação e publicidade dos géneros alimentíciosdestinados ao consumidor final, importa proceder àtransposição dessas directivas para o ordenamento jurí-dico nacional. As alterações ora introduzidas visam uma rotulagemmaispormenorizadanosentidodereforçarainformãodo consumidor, designadamente melhorando as regrasrelativasànaturezaeàscaracterísticasdoproduto.Essasmodificações dizem essencialmente respeito à denomi-nação de venda dos géneros alimentícios e dos ingre-dientes e à obrigatoriedade de indicar a quantidade decertos ingredientes ou categoria de ingredientes.Procurou-seigualmentemelhoraraharmonizaçãodasregras relativas à rotulagem com a legislação comuni-tária de forma a não criar obstáculos à indústria nacionale à liberdade do comércio, procedendo à revogação dealgumas disposições que não tinham correspondênciacom o direito comunitário.Com a publicação do presente diploma procede-se,por outro lado, à consolidação e simplificação da legis-lação existente sobre esta matéria, que se encontra bas-tante dispersa e algo desactualizada, de modo a torná-lamais clara e acessível aos agentes económicos.Foram ouvidos os órgãos de governo próprio dasRegiões Autónomas dos Açores e da Madeira. Assim:Nos termos da alínea
a
) do n.
o
1 do artigo 198.
o
daConstituição, o Governo decreta, para valer como leigeral da República, o seguinte: Artigo 1.
o
 Âmbito de aplicação
1 — O presente decreto-lei estabelece as regras a quedeve obedecer a rotulagem, apresentação e publicidadedos géneros alimentícios, sejam ou não pré-embalados,a partir do momento em que se encontram no estadoem que vão ser fornecidos ao consumidor final, bemcomo as relativas à indicação do lote.2 O presente diploma aplica-se igualmente aosgéneros alimentícios destinados a ser fornecidos a res-taurantes, hotéis, hospitais, cantinas e outras entidadessimilares adiante denominadas «colectividades».3 — Na rotulagem dos géneros alimentícios deverãoainda observar-se, quando for o caso, as regras especiaisrelativas aos:
 a
) Géneros alimentícios produzidos a partir deorganismos geneticamente modificados;
 b
) Géneros alimentícios tratados por radiação ioni-zante;
 c
) Géneros alimentícios com denominações de ori-gem e indicações geográficas protegidas e agro--biológicos;
 d
) Géneros alimentícios com rotulagem nutricio-nal. Artigo 2.
o
Definições
Para efeitos do disposto neste decreto-lei, entende-sepor:
 a
) Rotulagem conjunto de menções e indica-ções, inclusive imagens, símbolos e marcas defabrico ou de comércio, respeitantes ao géneroalimentício, que figuram quer sobre a emba-lagem, em rótulo, etiqueta, cinta, gargantilha,quer em letreiro ou documento acompanhandoou referindo-se ao respectivo produto;
 b
) Género alimentício — toda a substância, seja ounão tratada, destinada à alimentação humana,englobando as bebidas e produtos do tipo das
 
9050
DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N.
 o
 293 — 18-12-1999
pastilhas elásticas, com todos os ingredientesutilizados no seu fabrico, preparação e tra-tamento;
 c
) Género alimentício pré-embalado unidadede venda destinada a ser apresentada como talao consumidor final e às colectividades, cons-tituída por um género alimentício e pela emba-lagem em que foi acondicionado, antes de serapresentado para venda, quer a embalagem ocubra na totalidade, quer parcialmente, mas demodo que o conteúdo não possa ser alteradosem que aquela possa ser violada;
 d
) Ingrediente — toda a substância, inclusive aditivoalimentar, utilizada no fabrico ou preparação degénero alimentício e presente no produto aca-bado, eventualmente sob forma modificada;
 e
) Aditivo alimentar — toda a substância, tenha ounão valor nutritivo, que por si só não é nor-malmente género alimentício nem ingredientecaracterístico de um género alimentício, mascuja adição intencional, com finalidade tecno-lógica ou organoléptica, em qualquer fase deobtenção, tratamento, acondicionamento, trans-porte ou armazenagem de um género alimen-tício, tem como consequência quer a sua incor-poração nele ou a presença de um seu derivado,quer a modificação de características dessegénero, não abrangendo as substâncias adicio-nadas aos géneros alimentícios com a finalidadede lhes melhorar as propriedades nutritivas;
 f 
) Auxiliar tecnológico — toda a substância utili-zada intencionalmente para desempenhar umadada função tecnológica durante a obtenção,tratamento ou transformação de matérias-pri-mas, géneros alimentícios ou seus ingredientese que pode ocasionar a presença involuntária,mas inevitável, de resíduos ou de seus derivadosno produto acabado;
 g
) Data da durabilidade mínima — data até à qualse considera que os géneros alimentícios con-servam as suas propriedades específicas nas con-dições de conservação apropriadas;
 h
) Data limite de consumo — data a partir da qualnão se possa garantir que os géneros alimen-tícios facilmente perecíveis, do ponto de vistamicrobiológico, estejam aptos para consumo;
i
) Data de fabrico — data em que o produto setornou no género alimentício mencionado narotulagem;
 j
) Quantidade líquida quantidade de produtocontido na embalagem;
 l
) Líquido de cobertura — o produto líquido,estreme ou misturado, ainda que se apresenteno estado congelado ou ultracongelado, cons-tituído designadamente por água, soluçõesaquosas de sais, salmouras, soluções aquosas deácidos alimentares, vinagre, soluções aquosas deaçúcares,soluçõesaquosasdeoutrassubstânciasou matérias edulcorantes, sumos de frutos oude produtos hortícolas, no caso das frutas ouprodutos hortícolas, desde que o líquido sejaapenas acessório em relão aos elementosessenciais do preparado e, por conseguinte, nãoseja decisivo para a compra;
 m
) Peso líquido escorrido — a massa de produtosólido contido na embalagem, isento do respec-tivo líquido de cobertura;
 n
) Embalagem — recipiente ou invólucro de umgénero alimentício que se destina a contê-lo,acondicioná-lo ou protegê-lo;
 o
) Lote — conjunto de unidades de venda de umgénero alimentício produzido, fabricado ouacondicionado em circunstâncias praticamenteidênticas. Artigo 3.
o
Menções obrigatórias na rotulagem
1 — Sem prejuízo das excepções previstas no presentediploma, na rotulagem dos géneros alimentícios devemfigurar, no mesmo campo visual, as seguintes menções:
 a
) A denominação de venda;
 b
) A quantidade líquida;
 c
) A data de durabilidade mínima ou a data limitede consumo;
 d
) A referência ao teor alcoométrico adquirido,para as bebidas com um teor alcoométrico supe-rior a 1,2 % vol.2 Para além das menções referidas no númeroanterior, devem ainda constar, nas condições referidasno presente diploma, as seguintes indicações:
 a
) O nome ou firma ou denominação social e amorada do fabricante ou do embalador, ou deum vendedor estabelecido na União Europeia;
 b
) A lista de ingredientes;
 c
) A quantidade de determinados ingredientes oucategoria de ingredientes;
 d
) As condições especiais de conservação, quandofor caso disso, nomeadamente quando se tratede géneros alimentícios com data limite deconsumo;
 e
) Modo de emprego ou de utilização quando asua omissão não permitir fazer um uso ade-quado do género alimentício;
 f 
) O local de origem ou proveniência, nos casosem que a omissão dessa menção seja susceptívelde induzir o consumidor em erro quanto à ori-gem ou proveniência do género alimentício.3 — São ainda obrigatórias, para os tipos e categoriasde géneros alimentícios a seguir identificados, as men-ções complementares adiante referidas:
 a
) Géneros alimentícios cuja durabilidade foi pro-longada por gases de embalagem — «Acondi-cionado em atmosfera protectora»;
 b
) Géneros alimentícios que contenham um oumais edulcorantes — «Contém edulcorante(s)»,menção esta que deve acompanhar a denomi-nação de venda;
 
9051
 N.
 o
 293 18-12-1999 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A c
) Géneros alimentícios que contenham simulta-neamente um ou mais açúcares de adição e umou mais edulcorantes — «Contém açúcar(es) eedulcorante(s)», menção esta que deve acom-panhar a denominação de venda;
 d
) Géneros alimentícios que contenham aspár-tamo — «Contém uma fonte de fenilalanina»;
 e
) Géneros alimentícios que contenham mais de10 % de polióis de adição — «O seu consumoexcessivo pode ter efeitos laxativos».4 — Para além das menções referidas nos númerosanteriores, deve sempre figurar na embalagem ou reci-piente que acondicione os géneros alimentícios ou nosrespectivos documentos de venda a indicação que per-mita identificar o lote, nas condições estabelecidas noartigo 25.
o
 Artigo 4.
o
Géneros alimentícios não pré-embalados
1 — Para efeitos do presente diploma, são conside-rados géneros alimentícios não pré-embalados:
 a
) Os géneros alimentícios apresentados para vendaa granel ou avulso;
 b
) Os géneros alimentícios embalados nos postosde venda, a pedido do comprador;
 c
) Os géneros alimentícios pré-embalados para venda imediata.2 — Nos géneros alimentícios referidos no númeroanterior, as indicações obrigatórias a constar na rotu-lagem são as referidas no artigo 3.
o
, com as seguintesexcepções:
 a
) As indicações referidas nas alíneas
c
) do n.
o
1e
a
) do n.
o
2 do artigo 3.
o
não são obrigatórias;
 b
) A indicação referida na alínea
b
) do n.
o
1 doartigo 3.
o
também não é obrigatória, no casodos produtos vendidos a avulso e embalados nospostos de venda, a pedido do comprador;
 c
) A lista de ingredientes dos géneros alimentíciosreferidos na alínea anterior poderá constar, paraalém dos locais previstos no artigo 21.
o
, naembalagem colectiva ou outro local, desde queessa informação seja acessível ao consumidor,ou dada a conhecer, verbalmente, pelo agente vendedor, a pedido do consumidor.3 Os géneros alimentícios pré-embalados para venda imediata, para além das indicações obrigatóriasa que estão sujeitos, nos termos do número anterior,deverão:
 a
) Ser claramente identificados, de modo a dis-tingui-los dos pré-embalados em geral e nãoinduzirem o consumidor em erro quanto à suanatureza e durabilidade;
 b
) Indicar a data do dia em que são expostos à venda;
 c
) Ser retirados no final do dia, não podendo sernovamente expostos à venda. Artigo 5.
o
Dispensa de indicações em determinadas embalagens
Para as embalagens a seguir referidas é apenas obri-gatória a denominação de venda, a quantidade líquidae a data de durabilidade nima ou data limite deconsumo:
 a
) Embalagens cuja face maior tenha uma super-fície inferior a 10 cm
2
;
 b
) Embalagens de fantasia, tais como pequenasfiguras ou lembranças;
 c
) Garrafas de vidro destinadas a ser reutilizadasque estejam marcadas de modo indelével e que,por esse facto, não exibam rótulo, nem anel nemgargantilha. Artigo 6.
o
Denominação de venda
1 — A denominação de venda de um género alimen-tício é a denominação prevista nas disposições legis-lativas da União Europeia aplicáveis a esse género.2 — Na ausência de disposições da União Europeia,a denominação de venda de um género alimentício seráa prevista em disposição legal ou norma portuguesa e,na sua falta, a consagrada pelo uso ou por uma descriçãodo género alimentício e, se necessário, da sua utilização,suficientemente precisa para permitir ao compradorconhecer a verdadeira natureza do género alimentícioe distingui-lo dos produtos com os quais possa serconfundido.3 — Será igualmente permitida a utilização da deno-minação de venda sob a qual o produto é legalmentefabricado e comercializado no Estado membro de pro-dução, mas, quando o consumidor final não possa conhe-ceranaturezarealdeumneroedistingui-lodosneroscom os quais poderiam ser confundidos, a denominaçãode venda será acompanhada de outras informações descri-tivas que devem figurar próximo da mesma.4 Em casos excepcionais, quando as disposiçõesdo número anterior não forem suficientes para garantiruma informão correcta do consumidor porque ogénero designado pela denominação de venda em Por-tugal, pela sua composição ou fabrico, difere substan-cialmente do género conhecido sob esta denominação,não deverá ser utilizada a denominação de venda deEstado membro de produção.5 — A denominação de venda não pode ser substi-tuída por uma marca de fabrico ou comercial ou umadenominação de fantasia.6 — A denominação de venda deve constar do rótulode forma evidente e facilmente legível, destacada dosrestantes dísticos ou imagens que o componham, nãopodendo ser dissimulada ou encoberta.7 A denominação de venda deve incluir ou seracompanhada da indicação do estado físico em que seencontra o género alimentício ou do tratamento espe-cífico a que o mesmo foi submetido, nomeadamentefumado, concentrado, reconstituído, recombinado, empó, liofilizado, congelado ou ultracongelado e semicon-servado, pasteurizado ou ultrapasteurizado, nos casosem que a falta desta indicação seja susceptível de induziro consumidor em erro.

Activity (3)

You've already reviewed this. Edit your review.
1 thousand reads
1 hundred reads
Trishia_k liked this

You're Reading a Free Preview

Download
scribd
/*********** DO NOT ALTER ANYTHING BELOW THIS LINE ! ************/ var s_code=s.t();if(s_code)document.write(s_code)//-->