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10/07/2012

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original

 
 
Declara
çã
o Universal dos Direitos Humanos
Pre
â
mbulo
Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membrosda fam
í
lia humana e dos seus direitos iguais e inalien
á
veis constitui ofundamento da liberdade, da justi
ç
a e da paz no mundo;Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do Homenconduziram a actos de barb
á
rie que revoltam a consci
ê
ncia da Humanidade eque o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar ede crer, libertos do terror e da mis
é
ria, foi proclamado como a mais altainspira
çã
o do Homem;Considerando que
é
essencial a prote
çã
o dos direitos do Homem atrav
é
s de umregime de direito, para que o Homem n
ã
o seja compelido, em supremo recurso,
à
revolta contra a tirania e a opress
ã
o;Considerando que
é
essencial encorajar o desenvolvimento de rela
çõ
esamistosas entre as na
çõ
es;Considerando que, na Carta, os povos das Na
çõ
es Unidas proclamam, de novo,a sua f 
é
nos direitos fundamentais do Homem, na dignidade e no valor dapessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e sedeclaram resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhorescondi
çõ
es de vida dentro de uma liberdade mais ampla;Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, emcoopera
çã
o com a Organiza
çã
o das Na
çõ
es Unidas, o respeito universal eefectivo dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais;Considerando que uma concep
çã
o comum destes direitos e liberdades
é
damais alta import
â
ncia para dar plena satisfa
çã
o a tal compromisso: A Assembl
é
ia Geral proclama a presente Declara
çã
o Universaldos Direitos Humanoscomo ideal comum a atingir por todos os povos e todas as na
çõ
es, a fim de quetodos os indiv
í
duos e todos os org
ã
os da sociedade, tendo-a constantemente no
 
 esp
í
rito, se esforcem, pelo ensino e pela educa
çã
o, por desenvolver o respeitodesses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordemnacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplica
çã
o universais eefectivos tanto entre as popula
çõ
es dos pr 
ó
prios Estados membros como entreas dos territ
ó
rios colocados sob a sua jurisdi
çã
o.
Artigo 1
°
 
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.Dotados de raz
ã
o e de consci
ê
ncia, devem agir uns para com os outros emesp
í
rito de fraternidade.
Artigo 2
°
 
Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamadosna presente Declara
çã
o, sem distin
çã
o alguma, nomeadamente de ra
ç
a, de cor,de sexo, de l
í
ngua, de religi
ã
o, de opini
ã
o pol
í
tica ou outra, de origem nacionalou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situa
çã
o. Al
é
m disso,n
ã
o ser 
á
feita nenhuma distin
çã
o fundada no estatuto pol
í
tico, jur 
í
dico ouinternacional do pa
í
s ou do territ
ó
rio da naturalidade da pessoa, seja esse pa
í
sou territ
ó
rio independente, sob tutela, aut
ô
nomo ou sujeito a alguma limita
çã
o desoberania.
Artigo 3
°
 
Todo indiv
í
duo tem direito
à
vida,
à
liberdade e
à
seguran
ç
a pessoal.
Artigo 4
°
 
Ningu
é
m ser 
á
mantido em escravatura ou em servid
ã
o; a escravatura e o tratodos escravos, sob todas as formas, s
ã
o proibidos.
Artigo 5
°
 
 
 Ningu
é
m ser 
á
submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cru
é
is,desumanos ou degradantes.
Artigo 6
°
 
Todos os indiv
í
duos t
ê
m direito ao reconhecimento, em todos os lugares, da suapersonalidade jur 
í
dica.
Artigo 7
°
 
Todos s
ã
o iguais perante a lei e, sem distin
çã
o, t
ê
m direito a igual protec
çã
o dalei. Todos t
ê
m direito a protec
çã
o igual contra qualquer discrimina
çã
o que viole apresente Declara
çã
o e contra qualquer incitamento a tal discrimina
çã
o.
Artigo 8
°
 
Toda a pessoa direito a recurso efectivo para as jurisdi
çõ
es nacionaiscompetentes contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidospela Constitui
çã
o ou pela lei.
Artigo 9
°
 
Ningu
é
m pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.
Artigo 10
°
 
Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa sejaequitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial quedecida dos seus direitos e obriga
çõ
es ou das raz
õ
es de qualquer acusa
çã
o emmat
é
ria penal que contra ela seja deduzida.
Artigo 11
°
 

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