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Contabilidade - Balanco Patrimonial A Nova Estrutura Lei 6 404 -76

Contabilidade - Balanco Patrimonial A Nova Estrutura Lei 6 404 -76

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A NOVA ESTRUTURA DO BALANÇO PATRIMONIAL PROPOSTA NAREFORMULAÇÃO DA LEI 6.404/76 E SEUS REFLEXOS SOBRE OSINDICADORES ECONÔMICOS E FINANCEIROS DELE EXTRAÍDOS.ÁREA TEMÁTICA: VI – Contabilidade e Controladoria.
 
RESUMO
A análise das demonstrações contábeis propicia a avaliação do patrimônio da empresae ampara o processo de tomada de decisões. Como fonte de elaboração de relatóriosgerenciais avalia o resultado econômico e financeiro da empresa em um momento estático ousua evolução, ou não, em diversos períodos, apresentando-se como uma determinante nacomparação entre os resultados realizados e os planejados, servindo de suporte para ações quemelhorem seu desempenho no futuro.Porém, alguns índices são compostos por grupos do Balanço Patrimonial que serãoextintos após a aprovação do anteprojeto, como Ativo Permanente. Realizável a Longo Prazotornar-se-á subgrupo do Ativo Não Circulante, para tanto, será discutido a necessidade derecomposição dos índices de avaliação do desempenho empresarial ou apenas o ajuste à novarealidade.O presente artigo tem por objetivo demonstrar as mudanças propostas pelo anteprojetode reformulação da Lei 6.404/76 na estrutura do Balanço Patrimonial e discutir qual será,após sua futura aprovação, sua influência na análise das demonstrações contábeis.
 
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INTRODUÇÃO
Em 15 de dezembro de 1976, após 36 anos de regulamentação do Decreto-Lei 2.627de 26 de setembro de 1940, foi aprovada pelo número 6.404 a lei hoje denominada de “Leidas S/A” representando, na época, uma grande evolução. Passados 24 anos de sua aprovação,torna-se necessária a revisão de alguns aspectos nela definidos.
A atual Lei 6.404/76 surgiu num contexto histórico importante, quando oPaís atravessava uma fase de crescimento e modernização, sobretudo emrelação às empresas aqui sediadas; e mais do que isso, foi talvez o únicodiploma legal sujeito à discussão pública no regime autoritário, o queensejou várias polêmicas, inclusive acirradas. (BULGARELLI, 1997, p. 1)
A necessidade de adequar a legislação brasileira à nova realidade mundial, a evoluçãoocorrida nos anos de vigência da Lei 6.404/76, a influência da legislação do Imposto deRenda na contabilização, levando a uma distorção do proposto pela teoria contábil e atentativa de harmonizar as práticas contábeis adotadas no país com as exigidas nos principaismercados financeiros do mundo, obrigaram a apresentação do anteprojeto de alteração da Lei6.404/76, entregue ao Ministro da Fazenda em 05 de julho de 1999.O anteprojeto propõe alterações em demonstrações, como no Balanço Patrimonial eDemonstração do Resultado do Exercício, a substituição da Demonstração de Origens eAplicações de Recursos, DOAR, pela Demonstração dos Fluxos de Caixa, DFC, e daDemonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados, DLPA, pela Demonstração das Mutaçõesdo Patrimônio Líquido, também a inclusão da Demonstração do Valor Adicionado, DVA,todas com obrigatoriedade de publicação.Destaca-se a inclusão da Demonstração do Valor Adicionado como DemonstraçãoContábil, como um dos avanços que o anteprojeto propõe, pois é um relatório onde édemonstrado quanto foi produzida e como foi distribuída a riqueza da entidade, além de já ser exigido em alguns países da Europa, principalmente a Inglaterra.A substituição da Demonstração de Origens e Aplicações de Recurso pelaDemonstração do Fluxo de Caixa, deve-se ao fato da última melhor atender às necessidadesdos usuários das Demonstrações Contábeis.A Demonstração do Fluxo de Caixa, demonstrará as alterações ocorridas nasdisponibilidades em um determinado exercício.A substituição da Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados pelaDemonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, objetiva a apresentação de um relatório
 
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mais completo, que não evidencia apenas um grupo, mas todas as alterações ocorridas noPatrimônio Líquido. Cabe lembrar que esta demonstração já é obrigatória para as empresas decapital aberto.Dentre as alterações propostas pelo anteprojeto, este artigo visa demonstrar aquelasrelacionadas com a estrutura do Balanço Patrimonial bem como os critérios de avaliação deseus componentes e suas possíveis influências nos índices econômicos e financeiros.Cabe ressaltar que o termo “Demonstração Financeira” será substituído, nestedocumento, por “Demonstração Contábil”, como uma forma de adequar à nova terminologia proposta pelo anteprojeto.
AS ALTERAÇÕES PROPOSTAS NO BALANÇO PATRIMONIAL
Segundo HENDRIKSEN (1999, p. 282), Balanço Patrimonial é “um resumo dosrecursos e das obrigações de uma empresa aos acionistas e outros investidores, a intervalosregulares, sob a forma de uma demonstração da posição financeira”, ou seja, é umademonstração contábil estática, que informa em um determinado momento, a posiçãofinanceira e patrimonial de uma empresa.O anteprojeto, em seu artigo 178, cita que “no balanço, as contas serão classificadassegundo os elementos do patrimônio que registrem, e agrupadas de modo a facilitar oconhecimento e a análise da situação patrimonial e financeira da companhia.”As alterações propostas pelo anteprojeto de lei iniciam propondo mudanças na própriaestrutura desta Demonstração Contábil.O Ativo, que hoje é dividido em circulante, realizável a longo prazo e permanente, eeste sub dividido em investimentos, imobilizado e diferido, limitar-se-á a dois grupos, o ativocirculante e o ativo não circulante, este dividido em realizável a longo prazo, investimentos,imobilizado, intangível e diferido.As contas neste grupo, continuarão a serem dispostas em ordem decrescente de graude liquidez. Na mesma linha do Ativo, o Passivo, que atualmente é dividido em circulante, exigívela longo prazo e resultado de exercícios futuros, também será dividido em dois grupos, o passivo circulante e o passivo não circulante, o último composto pelo exigível a longo Prazo eresultados não realizados, em substituição ao grupo resultado de exercícios Futuros. No

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