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Contabilidade - Prova Resolvida - Concurso Publico Contabilista

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 CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAISESTADO DO PARANÁ
 
CONCURSO PÚBLICOCONTABILISTA05/08/2007
 
INSTRUÇÕES
1. Aguarde autorização para abrir o caderno de prova.2. Confira seu número de inscrição, turma e nome. Assine no local indicado.3. A interpretação das questões é parte do processo de avaliação, não sendo permitidas perguntas aosaplicadores de Prova.4. Nesta prova, as questões são de
múltipla escolha
, com quatro alternativas cada uma, sempre naseqüência
a, b, c, d,
das quais somente uma é correta.5. As provas são iguais em conteúdo, porém, a disposição das alternativas e/ou questões poderá estaralterada.6. Ao receber o cartão-resposta, examine-o e verifique se o número de inscrição e o nome neleimpresso corresponde ao seu. Caso haja irregularidade, comunique-a imediatamente ao aplicador daProva.7. Transcreva para o cartão-resposta a opção que julgar correta em cada questão, preenchendo ocírculo correspondente com caneta de tinta preta. Não ultrapasse o limite do espaço destinado paracada marcação.8. Não haverá substituição do cartão-resposta por erro de preenchimento ou por rasuras feitas pelocandidato. A marcação de mais de uma alternativa em uma mesma questão resultará na anulação daquestão.9. Não serão permitidas consultas, empréstimos e comunicação entre candidatos, tampouco o uso delivros, apontamentos e equipamentos (eletrônicos ou não), inclusive relógio. O não-cumprimentodessas exigências implicará a exclusão do candidato deste Concurso.10. Ao concluir a prova, permaneça em seu lugar e comunique ao aplicador de Prova. Aguardeautorização para devolver, em separado, o caderno de prova e o cartão-resposta, devidamenteassinados.11. O tempo para o preenchimento do cartão-resposta está contido na duração desta prova.12. Anote suas respostas no quadro abaixo e recorte-o na linha pontilhada.
DURAÇÃO DA PROVA PARA CONTABILISTA: 3 HORAS E 30 MINUTOS
N.º INSCRIÇÃO NOME ASSINATURA.............................................................................................................................................1 - 11 - 21 - 31 - 41 -2 - 12 - 22 - 32 - 42 -3 - 13 - 23 - 33 - 43 -4 - 14 - 24 - 34 - 44 -5 - 15 - 25 - 35 - 45 -6 - 16 - 26 - 36 - 46 -7 - 17 - 27 - 37 - 47 -8 - 18 - 28 - 38 - 48 -9 - 19 - 29 - 39 - 49 -10 - 20 - 30 - 40 - 50 -A partir do dia da divulgação do gabarito provisório, previsto para vinte e quatro horas(24h)após a realização da prova, o seu gabarito estará disponível no
site 
 www.fae.edu/concursos. Para obter essa informação, você deverá ter à mão seu
número de inscrição
e a
data de nascimento,
para acessar o
acompanhamento
de sua inscrição.
 
 CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAISESTADO DO PARANÁ
 
CONCURSO PÚBLICOCONTABILISTA05/08/2007
 
LÍNGUA PORTUGUESA
Texto para as questões 1 e 2PAREMOS COM O CARNAVAL DO "JURIDIQUÊS"
Walter Ceneviva 
 A compreensão dos textos jurídicos destinados à divulgação geral, pelo maior número decidadãos, é fundamental para a justiça, para a democracia e até mesmo para a paz social. Pronunciamentosoficiais pelos atuadores do direito, em todos os segmentos, devem levar em conta o público-alvo e, neste, onível de percepção possível. O efeito da obscuridade da lei, da sentença, do pronunciamento do MinistérioPúblico ou do advogado – gerado pelo uso de termos inusitados e nem por isso mais técnicos – é sempreruim. Pode embasbacar alguns, mas facilita a desconfiança de muitos.Há situações nas quais o "juridiquês" chega ao ridículo quando se compara a linguagem jurídica à fala comum do povo. Encontrei, em projeto de lei em curso no Congresso, artigo tratando dedesaforamento em casos de direitos humanos. Pessoa estranha à gramática dos juristas suporia que xingara mãe de alguém (desaforo gravíssimo) poderia ser ofensa aos direitos humanos, pelo "desaforamento".Todavia, no projeto, apenas significava deslocar o processo de um juízo (ou foro) para outro.Situação pior aconteceu comigo – boa para amenizar o comentário neste sábado de Carnaval.Uma neta me perguntou sobre caso ouvido na escola. Entendi de sua narrativa que duas pessoas, em boafé, se casaram sem saber que havia impedimento absoluto para seu matrimônio, pois eram filhos do mesmopai. Minha neta quis saber como o caso seria solucionado. Tomado pelo vício do jargão, cometi o erro decomeçar a resposta assim: "Esse é o que se chama um casamento putativo...". Ela interrompeu-mechocada, para reclamar: "Ei, vô! Você está ficando um boca-suja, hein!"Muitas vezes nem nós mesmos, que criticamos o preciosismo inútil de palavras difíceis,percebemos o erro, dominados pela terminologia das leis. Anticrese, por exemplo, não corresponde a sercontra (anti) alguma coisa, mas a assegurar ao credor o direito de cobrar seu crédito através dos frutos deimóvel do devedor. Vocação hereditária não é o gosto musical da filha da Elis Regina, mas convocação dosherdeiros e legatários para se integrarem ao inventário. Quando a lei permite a reprodução assistidaheteróloga ao casal, não está adotando algum rito do "Kama Sutra", mas a fertilização da mulher por sêmenque não é de seu marido.Nessa matéria, a semana trouxe o oposto do "juridiquês" no discurso de Nelson Jobim,presidente do Supremo Tribunal Federal, na abertura do ano judiciário, a mostrar a possibilidadepermanente de tratar de assuntos do direito sem recorrer a palavras ignoradas pela maioria. Foi ao núcleoda deficiência judicial ao dizer: "Creio que, entre as metas fundamentais, tenhamos que estabelecer aeficácia reclamada pelos clientes" -isto é, pelo povo. Foi mais claro ainda quando se serviu de imagem feliz:"O processo nada mais é do que as regras de trânsito". Entre nós, porém, o trânsito judiciário levou "aoengarrafamento, ao embotamento e à ineficácia do sistema".Jobim provocou reações. Celso Limongi, presidente da Associação Paulista de Magistrados,cumpriu seu dever, criticando algumas expressões do discurso. Limongi é juiz muito qualificado e mereceatenção. Nem ele, porém, afirma que o Judiciário paulista esteja "entregando" a Justiça com eficiência erapidez a seus clientes. Isso reforça a importância do debate e da discordância. São úteis, quandoclaramente enunciados. Ajudam a transmitir ao povo a informação. Sem necessidade de tradução. Dãocampo para afirmar, por estranho que possa parecer, a conveniência de nos livrarmos do carnaval do"juridiquês".
Extraído do Jornal
Folha de São Paulo 
: Caderno/Editorial
Cotidiano 
; 02/02/2005, p. C-02.
 
1.
Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com o texto.
a) O excessivo emprego do “juridiquês” pode provocar a desconfiança das pessoas em relação à eficáciada justiça.b) A clareza nos textos jurídicos é fator importante na constituição da democracia e da harmonia social.c) Com o intuito de comprovar a desnecessidade do emprego da terminologia jurídica, o autor utilizarecorte de discursos em que o “juridiquês” foi empregado.d) Em certos momentos, o distanciamento entre a linguagem dos documentos jurídicos e a linguagemutilizada pelo povo chega ao ridículo.
 
 CÂMARA MUNICIPAL DE PINHAISESTADO DO PARANÁ
 
CONCURSO PÚBLICOCONTABILISTA05/08/2007
 
2.
Os itens a seguir apresentam sinônimos para os termos fornecidos, respectivamente. Lembre que osentido de uma palavra depende, em grande parte, do contexto em que ela esteja inserida. Por isso,sinônimo pertinente é aquele que pode substituir o termo original (no texto) com o menor desviosemântico possível.Assinale (V) somente para os itens que contiverem todos os sinônimos pertinentes; assinale (F) paraos itens que contiverem algum substituto não pertinente.Observação: todos os vocábulos estão grifados na seqüência em que apareceram no texto.
I. ( ) Para
percepção 
e
obscuridade 
são sinônimos:
entendimento 
e
falta de clareza 
.II. ( ) Para
inusitados 
e
embasbacar 
são sinônimos:
incomuns 
e
pasmar 
.III. ( ) Para
amenizar 
e
 jargão 
são sinônimos:
suavizar 
e
gíria profissional 
.IV. ( ) Para
preciosismo 
e
eficácia 
são sinônimos:
 julgamento 
e
eficiência 
.V. ( ) Para
embotamento 
e
enunciados 
são sinônimos:
 justificativa 
e
expostos 
.
A seqüência correta obtida é:
a) V – V – V – F Fb) V – V – F – V Fc) V V V F Vd) F V V F V
3.
O conector destacado na frase II deve substituir adequadamente o conector destacado na frase I.Assinale a opção em que isso NÃO ocorre.
a) I. “Pode embasbacar alguns,
mas 
facilita a desconfiança de muitos.”II.“Pode embasbacar alguns,
porém 
facilita a desconfiança de muitos.”b) I.
Todavia 
, no projeto, apenas significava deslocar o processo de um juiz (ou foro) para outro.”II.“
Entretanto 
, no projeto, apenas significava deslocar o processo de um juiz (ou foro) para outro.”c) I. “Entendi de sua narrativa que duas pessoas em boa fé, se calaram sem saber que havia impedimentoabsoluto para seu matrimônio,
pois 
eram filhos do mesmo pai.”II.“Entendi de sua narrativa que duas pessoas em boa fé, se calaram sem saber que havia impedimentoabsoluto para seu matrimônio,
portanto 
eram filhos do mesmo pai.”d) I. “Entre nós,
porém 
, o trânsito judiciário levou ao engarrafamento, ao embotamento e à ineficácia dosistema”.II.“Entre nós,
contudo 
, o trânsito judiciário levou ao engarrafamento, ao embotamento e à ineficácia dosistema”.
4.
Assinale a palavra que é acentuada pela mesma razão que se acentua a palavra
ridículo 
.
a) nívelb) jurídicoc) alguémd) sêmen
5.
O acento indicativo da crase ocorre quando há fusão da preposição
com um outro
a(s) 
que apareceapós essa preposição.Assinale a alternativa que NÃO está de acordo com a variedade padrão da língua em relação aoemprego desse acento.
a) Todos os candidatos inscritos no concurso foram a Pinhais para a realização da prova.b) Os iraquianos se preparavam para resistir à invasão estadunidense.c) Todos os candidatos estavam aptos a participar do concurso.d) Após sair do concurso, ele voltou à casa onde pode conferir o gabarito da avaliação.

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