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Dimensionamento de grade caixa de areia e calha parshall

Dimensionamento de grade caixa de areia e calha parshall

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Dimensionamento inicial de uma ETE
Dimensionamento inicial de uma ETE

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Published by: Silvio Antonio Paceco Filho on Apr 23, 2010
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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIAESCOLA POLITÉCNICADEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTALENG 276 – TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS
Dimensionamento de uma Estação de Tratamento de ÁguasResiduárias e Lodo.1º Etapa: Sistema de remoção de sólidos grosseiros(grade, calha Parshall e caixa de areia).Professor: Luciano MatosAlunos: Ricardo OliveiraSilvio PachecoSalvador2010
 
APRESENTAÇÃOEste trabalho foi realizado visando dimensionar uma Estação de Tratamentode Esgotos (ETE). Nesta primeira etapa do trabalho, será apresentado oprimeiro processo de uma ETE que é a remoção de sólidos grosseiros. Assim,nesta etapa consta o dimensionamento de uma grade, uma calha Parshall ede uma caixa de areia representando o tratamento preliminar.INTRODUÇÃOA elaboração e o dimensionamento dos equipamentos de uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE), e os cuidados dados aos rejeitos sólidos (lodo)resultantes deste tratamento, são de extrema importância. A destinaçãoadequada desses rejeitos além de auxiliar o controle de doenças, evita acontaminação do solo, dos mananciais de abastecimento de água, além de“propiciar a promoção de novos hábitos higiênicos na população e promovero conforto e atender ao senso estético” (Brasil, 2006).Segundo o IBGE pelo PNSB (2000) o serviço de esgotamento sanitário no anode 1989 abrangia apenas 47.3% dos municípios brasileiros. Em 2000 esseíndice era de 52,2%, mas mesmo havendo um ligeiro crescimento, percebe-se ainda a insuficiência de saneamento do país, já que em muitos municípiosnão são atendidos com tratamento ou até mesmo coleta de esgoto. Estasituação tende a ser revertida com os projetos do Programa de Aceleraçãodo Crescimento (PAC), que muitos munipios estão recebendofinanciamento para realizar o saneamento nos mesmo.OBJETIVODiante das diversas dificuldades que possam existir, o objetivo dessetrabalho, além de preparar os alunos da disciplina ENG- 276, Tratamento deÁguas Residuárias, ministrado pelo professor Luciano Matos, é dedimensionar os diversos equipamentos que podem fazer parte de uma ETE,conhecendo a importância de cada componente no sistema, bem como, deelaborar projetos adequados com a realidade do munipios buscandoprojetos bons e baratos sem fugir da eficiência e do compromisso com aresponsabilidade social.DIMESIONAMENTODe acordo com a tabela-01 que foi cedido aos alunos, foi requisitado odimensionamento de uma grade, seguido de uma Calha Parshall e de umacaixa de areia que atendesse um período de 20 anos e foram dadas asvazões máximas, média e de infiltração (ver no anexo-B, a disposição dosequipamentos).Dessa forma, com o apoio da fórmula: Q
mínima
= Q
infiltração
+ 0,5 Q
média
; foipossível achar a vazão inicial de fim de projeto que será fundamental para odimensionamento do conjunto.
 Tabela 01 – Horizonte e vazões de projeto:
AnQ
máxima
Q
média
Q
infiltração
 
o(L/s)(L/s)(L/s)
201021,514,01,0202038,624,71,7203059,337,42,7Portanto, as vazões iniciais e finais para 2010, 2020 e 2030 estão na tabela-02:
 Tabela 02 – Vazões máxima e mínima de projeto:
AnoQ
máxima
(L/s)Q
mínimo
(L/s)
201021,58202038,614,05203059,321,4Com o objetivo de manter uma velocidade “constante”- regime laminar, paraa vazão afluente variável, será utilizado uma calha Parshall precedido de umrebaixo. Para isso utilizaremos as vazões:
Q
máxima
(L/s) = 59,3 e Q
mínimo
(L/s) = 8.
Para determinar o rebaixo Z, senecessário considerar a velocidadeconstante e então:
Q
mínimo
= Q
máximo
(H
Amin
Z) (H
Amax
– Z)
Devido aos pequenos valores de vazão, escolhemos como largura nominalda Calha Parshall
1
:
Ln = 15
e
W=15,2
cm.E conseqüentemente para achar
H
A
 
utilizamos a equação
2
:
Q = 0,381 H
1,58
.
 
 Tabela 03 – Vazão e H
A.
Q(L/s)
H
A
(m)
8 0,086
21,5
0,162
1
Esses valores foram obtidos na tabela 8.5 do livro Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário(TSUTIYA E SOBRINHO, 1999).
2
Essa fórmula foi obtida na tabela 8.6 do livro Coleta e Transporte de Esgoto Sanitário(TSUTIYA E SOBRINHO, 1999).

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