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GIP_Escrita_Abril

GIP_Escrita_Abril

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01/23/2013

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Documento reservado à formação 
0
 
Guião de Implementação doNovo Programa de Português
Ivone
 
Niza
 
Joaquim
 
Segura
 
Irene
 
Mota
 
Versão 1.0, Abril de 2010
 
Documento reservado à formação 
1
 
IntroduçãoP
ARTE
I
1. Escola e produção escrita: evolução de concepções2. O papel da produção da linguagem escrita no Programa de Português
2.1. Função da escrita no desenvolvimento da fala e da leitura2.2. A produção da linguagem escrita como uma actividade intrínseca àcomunicação e à aprendizagem
3. O que os professores devem saber sobre o processo de produção dalinguagem escrita
3.1. Perspectivas sobre a actividade de produção da linguagem escrita3.1.1. Dimensão cognitiva da actividade de escrever: produçãomonológica3.1.2. Dimensão cognitiva e social da actividade de escrever: produçãode tipos de texto por negociação dialógica3.2. O desenvolvimento da produção escrita numa perspectivasociocultural e dialógica3.2.1. Ambientes promotores do desenvolvimento e da aprendizagemda linguagem escrita: produção contextualizada e significativa3.2.2. Estratégias de produção interactiva na sala de aula, na escola,na comunidade alargada3.2.3. O trabalho de revisão3.3. Papel do professor no desenvolvimento da produção escrita dosalunos: redactor, mediador, modelo
Referências bibliográficasP
ARTE
II
 
1. Propostas para o desenvolvimento da linguagem escrita
1.1. Escrever para contar/narrar1.1.1. Actividades para o 1º Ciclo (2º ano)1.1.2. Actividades para o 1º Ciclo (3º/4º ano)1.1.3. Actividades para o Ciclo1.1.4. Actividades para o Ciclo1.2. Escrever para expor informação1.2.1. Actividades para o Ciclo1.2.2. Actividades para o 2º/3º Ciclo1.2.3. Actividades para o Ciclo1.3. Escrever para dar opiniões1.3.1. Actividades para o Ciclo1.3.2. Actividades para o Ciclo1.3.3. Actividades para o Ciclo
Bibliografia de apoio
p. 2p. 5p. 12p. 13p. 15p. 17p. 17p. 21p. 24p. 31p. 31p. 34p. 36p. 50p. 53p. 59p. 60p. 60p. 68p. 76p. 82p. 90p. 90p. 97p. 107p. 115p. 115p. 121p. 127p. 135
 
Documento reservado à formação 
2
 
Introdução
Este Guião de Implementação do Programa pretende sensibilizar os docentespara a importância do desenvolvimento da competência de escrita dos seusalunos.De acordo com as recomendações programáticas, pretende-se que o professor
oriente o apoio directo aos processos de
 
escrita dos alunos
.Preconiza-se a criação de ambientes favoráveis à produção escrita, emcomunidades de linguagem, onde o professor pode funcionar como o mediadormais proficiente.Ao longo de todo o currículo, e não apenas na aula de língua materna, defende-seo trabalho estratégico de produção da linguagem escrita pelos alunos, numaperspectiva de interlocução funcional.O aluno deve ser desafiado a escrever a partir de intenções comunicativascriadas em contexto e a partir de contextos específicos, de modo a que,seguindo o fluxo discursivo e a “
voz 
” que lhe dá corpo, possa experimentarmúltiplas situações de representação do mundo pela escrita. Terá de começarpor fazê-lo em linguagem incipiente, ainda incorrecta, ainda pouco clara quantoao que quer significar. Terá de se confrontar com a imprecisão, a inadequação,a insuficiência das primeiras tentativas.Importante é que o professor não exerça sobre a escrita acabada de produzirum juízo final marcado por exigências de ordem morfossintáctica ou porexigências de clareza semântica a que o aluno não pode ainda corresponder.Os alunos precisam que a sua escrita seja apreciada pelos seus pares e pelosprofessores (Cardinet, 1988), porque só em ambiente
acolhedor
e de
apoio
seconsegue criar a liberdade psicológica na qual os alunos podem crescer comoescritores (Foster, 1992).À
produção
, preferencialmente decorrente
 
da
interacção dialógica
, segue-seo
trabalho sistemático de revisão.
Estes dois processos constituem o cerne do trabalho pedagógico dedesenvolvimento da escrita a acontecer em comunidades de aprendizagemque o professor de língua materna deverá constituir com cada uma das suasturmas.

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