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NBR 13932 - Instalacoes Internas de Gas Liquefeito de Petroleo (Glp) - Projeto E Execucao

NBR 13932 - Instalacoes Internas de Gas Liquefeito de Petroleo (Glp) - Projeto E Execucao

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Copyright © 1997,ABNT–Associação Brasileirade Normas TécnicasPrinted in Brazil/ Impresso no BrasilTodos os direitos reservadosSede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 - 28º andarCEP 20003-900 - Caixa Postal 1680Rio de Janeiro - RJTel.: PABX (021) 210-3122Fax: (021) 240-8249/532-2143Endereço Telegráfico:NORMATÉCNICA
ABNT-AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas
NBR 13932
AGO 1997
Instalações internas de gás liquefeitode petróleo (GLP) - Projeto e execução
Sumário
PrefácioIntrodução
1
Objetivo
2
Referências normativas
3
Definições
4
Requisitos gerais
5
Requisitos específicos
ANEXOSA
Exemplos de rede de distribuição
B
Tubo-luva
C
Potência nominal dos aparelhos de utilização
D
Fator de simultaneidade
E
Tabelas de dimensionamento
F
Exemplos de dimensionamentos da instalação de gás
Prefácio
A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é oFórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras,cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasi-leiros (CB) e dos Organismos de Normalização Setorial(ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE),formadas por representantes dos setores envolvidos,delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros(universidades, laboratórios e outros).Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbitodos CB e ONS, circulam para Votação Nacional entre osassociados da ABNT e demais interessados.Para que uma instalação interna de GLP seja consideradade acordo com esta Norma é necessário que atenda a
Palavras-chave: GLP. Instalação predial26 páginasOrigem: Projeto 09:402.01-004:1996CB-09 - Comitê Brasileiro de CombustíveisCE-09:402.01- Comissão de Estudo de Instalações Internas para GasesCombustíveisNBR 13932 - Internal LPG installationsDescriptors: Building installations. LPGVálida a partir de 29.09.1997
todas as exigências e recomendações nela constantes enão apenas parte ou itens dela.Esta Norma contém os anexos A, B, C, D, E e F, de caráterinformativo.
Introdução
Recomenda-se que os requisitos gerais desta Normasejam adequados pela autoridade competente àlegislação específica local.
1 Objetivo
Esta Norma fixa as condições mínimas exigíveis para oprojeto e execução das instalações internas de gásliquefeito de petróleo (GLP) na fase vapor, com pressãode trabalho máxima de 150 kPa (1,5 kgf/cm
2
).Esta Norma se aplica a todas as instalações em que osaparelhos de utilização sejam abastecidos através deum sistema de tubulações.Esta Norma não se aplica a:a) instalações constituídas de um só aparelho de uti-lização, diretamente ligado, através de mangueiraou tubo flexível, a um único recipiente com capa-cidade volumétrica inferior a 32 L (0,032m
3
);b) instalações de prédios industriais, quando o gásfor utilizado exclusivamente em processos indus-triais.
Cópia não autorizada
 
2NBR 13932:1997
A não ser que seja especificada de outra forma pelaautoridade competente, não há intenção de que as pres-crições desta Norma sejam aplicadas às instalações, equi-pamentos, instrumentos ou estruturas que já existiam outiveram sua construção e instalação aprovadas ante-riormente à data de publicação desta Norma. Excluem-se casos em que a situação existente envolva um clarorisco à vida ou às propriedades adjacentes.
2 Referências normativas
As normas relacionadas a seguir contêm disposições que,ao serem citadas neste texto, constituem prescrições paraesta Norma. As edições indicadas estavam em vigor nomomento desta publicação. Como toda norma está sujeitaa revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordoscom base nesta que verifiquem a conveniência de seusarem as edições mais recentes das normas citadas aseguir. A ABNT possui a informação das normas em vigorem um dado momento.NBR 5419:1993 - Proteção de estruturas contra asdescargas atmosféricas - ProcedimentoNBR 5580:1993 - Tubos de aço carbono para roscaWitworth gás para usos comuns na condução defluido - EspecificaçãoNBR 5883:1982 - Solda branda - EspecificaçãoNBR 5590:1995 - Tubos de aço-carbono com ou semcostura, pretos ou galvanizados por imersão a quentepara condução de fluido - EspecificaçãoNBR 6414:1983 - Rosca para tubos onde a vedaçãoé feita pela rosca - Designação, dimensões e tole-rância padronizaçãoNBR 6925:1995 - Conexão de ferro fundido maleávelclasses 150 e 300, com rosca NPT para tubulação -PadronizaçãoNBR 6943:1993 - Conexão de ferro fundido maleávelcom rosca NBR 6414 para tubulações - Padroni-zaçãoNBR 7541:1982 - Tubo de cobre sem costura pararefrigeração e ar condicionado - EspecificaçãoNBR 8613:1984 - Mangueiras de PVC plastificadopara instalações domésticas de GLP - EspecificaçãoNBR 11720:1994 - Conexões para unir tubos de co-bre por soldagem ou brasagem capilar - Especi-ficaçãoNBR 12694:1992 - Especificação de cores de acordocom o sistema de notação Munsell - EspecificaçãoNBR 12912:1993 - Rosca NPT para tubos - Dimen-sões - PadronizaçãoNBR 13103:1994 - Adequação de ambientes resi-denciais para instalação de aparelhos que utilizamgás combustível - ProcedimentoNBR 13127:1994 - Medidor de gás tipo diafragmapara instalações residenciais - EspecificaçãoNBR 13206:1994 - Tubos de cobre leve, médio e pe-sado sem costura para condução de água e outrosfluidos - EspecificaçãoNBR 13523:1995 - Central predial de gás liquefeitode petróleo - Procedimento.ANSI/ASME B16.9:1993 - Factory - Made wroughtsteel buttwelding fittings
3 Definições
Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintesdefinições.
3.1 abrigo de medidores:
Construção destinada à pro-teção de um ou mais medidores com seus complementos.
3.2 alta pressão:
Toda pressão acima de 392 kPa(4 kgf/cm
2
).
3.3 autoridade competente:
Órgão, repartição públicaou privada, pessoa jurídica ou física constituída de auto-ridade pela legislação vigente, para examinar, aprovar,autorizar ou fiscalizar, as instalações de gás, baseadaem legislação específica local. Na ausência de legislaçãoespecífica, a autoridade competente é a própria entidadepública ou privada que projeta e/ou executa a instalaçãopredial de gás.
3.4 baixa pressão:
Toda pressão abaixo de 5 kPa(0,05 kgf/cm
2
).
3.5 capacidade volumétrica:
Capacidade total em volu-me de água que o recipiente pode comportar.
3.6 central de gás:
Área devidamente delimitada quecontém os recipientes transportáveis ou estacionário(s)e acessórios, destinados ao armazenamento de GLP paraconsumo da própria instalação, conforme descrito naNBR 13523.
3.7 densidade relativa do gás:
Relação entre a densi-dade absoluta do gás e a densidade absoluta do ar seco,na mesma pressão e temperatura.
3.8 economia:
Propriedade servindo para qualquer fina-lidade ocupacional, que caracteriza um ou mais con-sumidores de gás. Podem constituir-se em economia:a) residências isoladas;b) apartamentos de um só prédio;c) loja ou subdivisão, de um prédio, tendo cada umasua numeração própria;d) sala ou grupo de salas, constituindo um escritório;e) casa de um conjunto habitacional ou condomínio;f) casa com numeração, construída em terrenocomum a outras, embora de um mesmo proprietário;g) edificações de uso coletivo, desde que seja previstosistema de medição ou rateio proporcional ao consu-mo individual de cada consumidor.
3.9 fator de simultaneidade (FS):
Coeficiente de mino-ração, expresso em porcentagem, aplicado à potênciacomputada para obtenção da potência adotada.
Cópia não autorizada
 
NBR 13932:19973
3.10 gás liquefeito de petróleo (GLP):
Produtos cons-tituídos de hidrocarbonetos com três ou quatro átomosde carbono (propano, propeno, butano, buteno), podendoapresentar-se em mistura entre si e com pequenas fraçõesde outros hidrocarbonetos.
3.11 instalação interna:
Conjunto de tubulações, medi-dores, reguladores, registros e aparelhos de utilizaçãode gás, com os necessários complementos, destinado àcondução e ao uso do gás no interior da edificação, con-forme as figuras do anexo A.
3.12 mangueira flexível:
Tubo flexível, de material nãometálico, com características comprovadas para o usodo GLP.
3.13 média pressão:
Toda pressão compreendida entre5 kPa (0,05 kgf/cm
2
) a 392 kPa (4 kgf/cm
2
).
3.14 medidor:
Aparelho destinado à medição do con-sumo de gás.
3.15 medidor coletivo:
Aparelho destinado à mediçãodo consumo total de gás de um conjunto de economias.
3.16 medidor individual:
Medidor que indica o consumode uma só economia.
3.17 perda de carga:
Perda de pressão do gás devidaao atrito ou obstrução em tubos, válvulas, conexões, regu-ladores e queimadores.
3.18 ponto de utilização:
Extremidade da tubulaçãointerna destinada a receber um aparelho de utilização degás.
3.19 potência adotada (A):
Potência utilizada para dimen-sionamento do trecho em questão.
3.20 potência computada (C):
Somatória das potênciasmáximas dos aparelhos de utilização de gás, que poten-cialmente podem ser instalados a jusante do trecho.
3.21 potência nominal do aparelho de utilização de gás:
Quantidade de calor contida no combustível consumidona unidade de tempo, pelo aparelho de utilização de gás,com todos os queimadores acesos e devidamente re-gulados, indicada pelo fabricante do aparelho.
3.22 prumada:
Tubulação vertical, parte constituinte darede interna ou externa, que conduz o gás por um oumais pavimentos.
3.23 rede de alimentação:
Trecho da instalação predialsituado entre a central de gás e o regulador de primeiroestágio ou estágio único, conforme as figuras do ane-xo A.
3.24 rede de distribuição:
Tubulação com seus aces-sórios, situada dentro do limite da propriedade dos consu-midores, destinada ao fornecimento de gás, constituídapelas redes de alimentação primária e secundária, con-forme as figuras do anexo A.
3.25 rede primária:
Trecho da instalação situado entre oregulador de primeiro estágio e o regulador de segundoestágio, conforme as figuras do anexo A.
3.26 rede secundária:
Trecho da instalação situado entreo regulador de segundo estágio ou estágio único e osaparelhos de utilização, conforme as figuras do anexo A.
3.27 registro de corte de fornecimento:
Dispositivodestinado a interromper o fornecimento de gás para umaeconomia.
3.28 registro geral de corte:
Dispositivo destinado a inter-romper o fornecimento de gás para toda a edificação.
3.29 regulador de primeiro estágio:
Dispositivo destinadoa reduzir a pressão do gás, antes de sua entrada na redeprimária, para o valor de no máximo 150 kPa(1,5 kgf/cm
2
).
3.30 regulador de segundo estágio ou estágio único:
Dispositivo destinado a reduzir a pressão do gás, antesde sua entrada na rede secundária, para um valor ade-quado ao funcionamento do aparelho de utilização degás abaixo de 5 kPa (0,05 kgf/cm
2
).
3.31 tubo-luva:
Tubo no interior do qual a tubulação degás é montada e cuja finalidade é não permitir o confina-mento de gás em locais não ventilados.
3.32 tubo flexível:
Tubo de material metálico, facilmentearticulado com características comprovadas para o usodo GLP.
3.33 válvula de alívio:
Válvula projetada para reduzirrapidamente a pressão a jusante dela, quando tal pressãoexceder o máximo preestabelecido.
3.34 válvula de bloqueio automático:
Válvula instaladacom finalidade de interromper o fluxo de gás sempre quea sua pressão exceder o valor pré-ajustado.
3.35 válvula de bloqueio manual:
Válvula instalada coma finalidade de interromper o fluxo de gás mediante acio-namento manual.
4 Requisitos gerais
4.1 Redes de distribuição
4.1.1
A rede de distribuição pode ser embutida, enterradaou aparente, devendo receber o adequado tratamentopara proteção superficial, quando necessário.
4.1.2
Toda tubulação de gás aparente, deve ser pintadana cor amarela conforme padrão 5Y8/12 do sistemaMunsell, conforme a NBR 12694.
4.1.3
As pressões máximas admitidas para condução doGLP nas redes são:a) para as redes primárias: 150 kPa;b) para as redes secundárias: 5 kPa.
4.1.4
Toda instalação interna deve ter um registro geralde corte situado na rede de distribuição. O registro geralde corte deve ser identificado e instalado em local de fácilacesso.
4.1.5
A tubulação da rede de distribuição não pode passarno interior de:a) dutos de lixo, ar-condicionado e águas pluviais;
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