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NBR 12266 - (NB 1349) - Projeto E Execucao de Valas Para Assentamento de Tubulacao de Agua Esgoto Ou Drenagem Urbana

NBR 12266 - (NB 1349) - Projeto E Execucao de Valas Para Assentamento de Tubulacao de Agua Esgoto Ou Drenagem Urbana

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Copyright © 1990,ABNT–Associação Brasileirade Normas TécnicasPrinted in Brazil/ Impresso no BrasilTodos os direitos reservadosSede:Rio de JaneiroAv. Treze de Maio, 13 - 28
º
andarCEP 20003 - Caixa Postal 1680Rio de Janeiro - RJTel.: PABX (021) 210-3122Telex: (021) 34333 ABNT- BREndereço Telegráfico:NORMATÉCNICA
ABNT-AssociaçãoBrasileira deNormas Técnicas
Palavras-chave: Vala. Tubulação. Água. Esgoto. Drenagem17 páginasABR./1992
Projeto e execução de valas paraassentamento de tubulação de água,esgoto ou drenagem urbana
NBR 12266
Origem: Projeto 02:009.72-001/90CB-02 - Comitê Brasileiro de Construção CivilCE-02:009.72 - Comissão de Estudo de Valas para Assentamento de Tubulaçõesde Água, Esgoto e Águas PluviaisNBR 12266 - Design and construction of ditches for laying of water, sewerage anddrainage pipelines - Procedure
SUMÁRIO
1 Objetivo2 Documentos complementares3 Definições4 Condições geraisANEXO - Tabelas e figuras
1 Objetivo
1.1
Esta Norma fixa as condições exigíveis para projeto eexecução de valas para assentamentos de tubulações deágua, esgoto ou drenagem urbana.
1.2
Estabelece também critérios para posicionamento davala na via pública e dimensionamento do escoramento.
2 Documentos complementares
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:NBR 7188 - Carga móvel em ponte rodoviária e pas-sarela de pedestre - ProcedimentoPortaria do Ministério do Trabalho n
º
17, de 07/07/83Leis, regulamentos e posturas municipais
3 Definições
Para os efeitos desta Norma são adotadas as definiçõesde 3.1 a 3.15.
3.1 Escavação
Remoção de solo, desde a superfície natural do terrenoaté a cota especificada no projeto.
3.2 Escoramento
Toda a estrutura destinada a manter estáveis os taludesdas escavações.
3.3 Esgotamento
Operação que tem por finalidade a retirada da água davala, de modo a permitir o desenvolvimento dos trabalhosem seu interior.
3.4 Faixa de domínio
Aquela de propriedade do poder público, adquirida me-diante compra, incorporação, permuta, desapropriação,doação ou usucapião, destinada a obra ou serviço públi-co ou de utilidade pública.
3.5 Faixa de servidão
Aquela sobre a qual pesa o encargo de servir de passa-gem, escoamento, realização e conservação de obras eserviços públicos ou de utilidade pública, podendo serutilizada pelo proprietário, com as restrições decorrentesda servidão.
3.6 Fecho
Grade de proteção, cerca ou tapume, que se destina a
Procedimento
Cópia não autorizada
 
2NBR 12266/1992
isolar a
á
rea de trabalho ou conter materiais escavados,tais como areia, pedras, etc.
3.7 Ficha
Parte vertical do escoramento, cravada abaixo do fundoda vala.
3.8 Fundo da vala
Parte inferior da vala, sobre a qual a tubula
çã
o
é
apoiadadiretamente ou atrav
é
s de um ber
ç
o adequado.
3.9 Leito carro
çá
vel
Espa
ç
o compreendido entre dois meios-fios.
3.10 Profundidade da vala
Diferen
ç
a de n
í
vel entre o fundo da vala e a superf
í
cie doterreno.
3.11 Reaterro da vala
Recomposi
çã
o de solo desde o fundo da vala at
é
asuperf
í
cie do terreno.
3.12 Rebaixamento de len
ç
ol
Opera
çã
o que tem por finalidade eliminar ou diminuir ofluxo de
á
gua do len
ç
ol fre
á
tico para o interior da vala,atrav
é
s de sistema apropriado.
3.13 Cobrimento da tubula
çã
o
Diferen
ç
a de n
í
vel entre a superf
í
cie do terreno e a geratrizsuperior externa da tubula
çã
o.
3.14 Vala
Abertura feita no solo, por processo mec
â
nico ou manual,com determinada se
çã
o transversal, destinada a recebertubula
çõ
es.
3.15 Via p
ú
blica ou rua
Espa
ç
o compreendido entre dois alinhamentos e que a-brange o leito carro
çá
vel e os passeios laterais.
4 Condi
çõ
es gerais
4.1 Projeto
4.1.1 Projeto hidr
á
ulico
O projeto hidr
á
ulico deve conter desenhos em planta eperfil, onde sejam assinalados:a) di
â
metro nominal e declividade da tubula
çã
o;b)
 
posicionamento da tubula
çã
o na via p
ú
blica, fai-xas ou vielas;c) profundidades ou cobrimentos m
í
nimos;d) pontos de passagem obrigat
ó
ria;e) natureza da tubula
çã
o e tipos de junta previstos;f) n
ú
mero de tubula
çõ
es (rede simples ou dupla);g) interfer
ê
ncias de qualquer natureza;h) tipo de pavimento.
4.1.2 Relat
ó
rio de projeto
O relat
ó
rio deve conter, no m
í
nimo:a) tipo e se
çã
o do pavimento;b)
 
relat
ó
rio geot
é
cnico, incluindo perfil geol
ó
gico efre
á
tico;c)
á
reas sujeitas a inunda
çõ
es ocasionais;d) indica
çõ
es sobre o tipo de ocupa
çã
o e utiliza
çã
oda
á
rea onde ser
á
implantada a tubula
çã
o;e) leis, normas, regulamentos e posturas oficiais oude concession
á
rias interferentes com o projeto.
4.1.3 Posicionamento da vala
O posicionamento deve ser feito no projeto de acordo comas normas municipais de ocupa
çã
o das v
á
rias faixas da viap
ú
blica. Quando o posicionamento n
ã
o estiver bem definidoou for inexeq
üí
vel, deve ser observado o seguinte:a)
 
as valas devem ser localizadas no leito carro
çá
-vel quando:- os passeios laterais n
ã
o tiverem a largura m
í
ni-ma necess
á
ria ou existirem interfer
ê
ncias de dif
í
-cil remo
çã
o;- resultar em vantagem t
é
cnica ou econ
ô
mica;- a vala no passeio oferecer risco
à
s edifica
çõ
esadjacentes;- os regulamentos oficiais impedirem sua execu-
çã
o no passeio;b) as valas devem ser localizadas no passeio quando:- o projeto previr rede dupla;- os passeios tiverem espa
ç
o dispon
í
vel;- houver vantagem t
é
cnica e econ
ô
mica;- a rua for de tr
á
fego intenso e pesado;-
regulamentos municipais impedirem sua execu-
çã
o no leito carro
çá
vel da rua.
4.1.3.1
Para as valas localizadas no leito carro
çá
vel darua, devem ser cumpridas as seguintes condi
çõ
es:a)
a dist
â
ncia m
í
nima entre as tubula
çõ
es de
á
gua e
de esgoto deve ser de 1,00 m, e a tubula
çã
o de
Cópia não autorizada
 
NBR 12266/19923
á
gua deve ficar, no m
í
nimo, 0,20 m acima datubula
çã
o de esgoto;b) nas redes simples, as tubula
çõ
es devem ser loca-lizadas em um dos ter
ç
os laterais do leito, ficandoa de esgoto no ter
ç
o mais favor
á
vel
à
s liga
çõ
esprediais;c) nas redes duplas, as tubula
çõ
es devem ser loca-lizadas o mais pr
ó
ximo poss
í
vel dos meios-fios,uma em cada ter
ç
o lateral do leito.
4.1.3.2
Para as valas localizadas nos passeios, devem sercumpridas as seguintes condi
çõ
es:a)
 
o eixo das tubula
çõ
es de
á
gua deve ser locali-zado a uma dist
â
ncia m
í
nima de 0,50 m do ali-nhamento dos lotes;b)
 
o eixo das tubula
çõ
es de esgoto deve ser locali-zado a uma dist
â
ncia m
í
nima de 0,80 m do ali-nhamento dos lotes;c) a dist
â
ncia m
í
nima entre as tubula
çõ
es de
á
guae de esgoto deve ser de 0,60 m, e a tubula
çã
o de
á
gua deve ficar, no m
í
nimo, 0,20 m acima da tu-bula
çã
o de esgoto.
Notas: a) As recomenda
çõ
es estabelecidas nas al
í
neas a) e b) de4.1.3.1 e na al
í
nea c) de 4.1.3.2 devem ser estendidasquando da execu
çã
o dos ramais de
á
gua e esgoto.b) No caso de redes simples, de
á
gua ou de esgoto, estasdevem ser localizadas no passeio mais favor
á
vel.
4.1.4 Dimensionamento da vala
No projeto, devem ser fixados a se
çã
o-tipo, os valoresm
á
ximos e m
í
nimos para a largura do fundo e a profun-didade da vala.
4.1.4.1
Para cada trecho, o projeto deve indicar o tipo dese
çã
o mais conveniente, t
é
cnica e economicamente, emfun
çã
o das condi
çõ
es do solo e do local da obra. As se-
çõ
es-tipos mais indicadas s
ã
o:a) a se
çã
o retangular, indicada para valas simplescom at
é
1,30 m de profundidade ou para valasmais profundas, desde que convenientemente es-coradas: - Portaria do Minist
é
rio do Trabalho n
º
17,de 07/07/83 - item 18.6.4;b) se
çõ
es trapezoidais ou mistas dispensam o usode escoramento e dever
ã
o ser indicadas quandohouver ocorr
ê
ncia de solo est
á
vel, espa
ç
o dispon
í
-vel ou vantagem t
é
cnica e/ou econ
ô
mica.
Nota: No projeto, devem ser indicados os taludes e se
çã
o-tipoadequados.
4.1.4.2
A largura do fundo da vala deve ser fixada em fun-
çã
o do solo, profundidade, processo de execu
çã
o, di
â
me-tro do tubo e espa
ç
o necess
á
rio
à
execu
çã
o das juntas.
Notas: a)
Quando houver vantagem t
é
cnica e econ
ô
mica, o as-
sentamento poder
á
ser por se
çõ
es de tubo, juntadas ouemendadas na superf
í
cie do terreno; neste caso, alargura pode ser reduzida, executando-se alargamen-tos (cachimbos) somente nos pontos de jun
çã
o dentroda vala.b) Nas Tabelas 1 e 2 (no Anexo) s
ã
o sugeridas larguras devalas usualmente adotadas no assentamento de tuboscom juntas ou emendas feitas na vala.
4.1.4.3
A
profundidade da vala deve ser determinada a par-tir das cotas do projeto hidr
á
ulico e acrescida da espessu-ra dos eventuais elementos necess
á
rios ao apoio da tubu-la
çã
o.
4.1.5 Escava
çã
o4.1.5.1
O memorial descritivo do projeto deve sugerir ou in-dicar, entre outros, os seguintes itens:a) m
é
todos e equipamentos a serem utilizados;b)
 
alternativas para a supera
çã
o das interfer
ê
nciasque ser
ã
o encontradas durante a escava
çã
o;c) locais mais adequados para a deposi
çã
o do ma-terial proveniente da escava
çã
o.
4.1.6 Escoramento4.1.6.1
O projeto deve indicar o tipo mais adequado paracada trecho. Os tipos mais usados s
ã
o:a) pontaleteamento (Figura 4 do Anexo);b)
 
escoramento comum, descont
í
nuo (Figura 5 doAnexo) ou cont
í
nuo (Figura 6 do Anexo);c) escoramento especial (macho-f
ê
mea) (Figura 7 doAnexo);d)
escoramentos met
á
licos (estruturas, pranchas, per-
fis met
á
licos, etc.) (Figuras 8 e 9 do Anexo).
4.1.6.2
Na travessia de faixas de servid
ã
o ou de dom
í
nio, oescoramento deve ser projetado de acordo com as exi-g
ê
ncias das concession
á
rias.
4.1.6.3
A necessidade ou n
ã
o de escoramento nas valas ea determina
çã
o das dimens
õ
es e posi
çõ
es das pe
ç
as aserem utilizadas devem basear-se no c
á
lculo das pres-s
õ
es m
á
ximas sobre esses escoramentos.
4.1.6.4
O c
á
lculo das press
õ
es m
á
ximas sobre o escora-mento a c
é
u aberto pode ser feito atrav
é
s de qualquerm
é
todo de c
á
lculo devidamente consagrado pela t
é
cni-ca, devendo a mem
ó
ria de c
á
lculo acompanhar o pro- jeto.
4.1.6.5
Quando nenhum dos tipos comuns de escoramen-to satisfizer
à
s exig
ê
ncias dos c
á
lculos, o projeto deveapresentar detalhadamente o escoramento a ser utili-zado.
4.1.7 Esgotamento4.1.7.1
O projeto deve sugerir ou indicar o processo de es-gotamento a ser adotado.
Cópia não autorizada

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