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Caderno Economia Criativa SPFW Vol 1

Caderno Economia Criativa SPFW Vol 1

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O SÃO PAULO FASHION WEEK REUNIU 33 ESPECIALISTAS PARA DISCUTIR OS NOVOS DESAFIOS DO BRASIL E REGISTRA AQUI ESTA INICIATIVA

UM CAMINHO DE DESENVOLVIMENTO PARA O PAÍS ATRAVÉS DA MODA E DO DESIGN

http://laladeheinzelin.com
O SÃO PAULO FASHION WEEK REUNIU 33 ESPECIALISTAS PARA DISCUTIR OS NOVOS DESAFIOS DO BRASIL E REGISTRA AQUI ESTA INICIATIVA

UM CAMINHO DE DESENVOLVIMENTO PARA O PAÍS ATRAVÉS DA MODA E DO DESIGN

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Published by: Ricardo Lima de Mello on May 05, 2010
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10/07/2014

 
Adélia Borges
Alfredo Bonduki
Altair Assumpção
Ana Carla Fonseca Reis
Andrea Ciaffone
Andrea Matarazzo
Angela Tamiko Hirata
Aurílio Caiado
Branislav Kontic
Carlos Américo Pacheco
Carlos Jereissati Filho
Celso Marcondes
Cledorvino Bellini
Clovis de Barros Carvalho
Eduardo Rabinovich
Eduardo Rath Fingerl
Eliana Simonetti
Fabio Barbosa
Fernando Pimentel
Francisco Simplício
Graça Cabral
 João Alfredo Meirelles
 João Marcello Bôscoli
Lala Deheinzelin
Lídia Goldenstein
Marcio Utsch
Maria Luiza de Oliveira Pinto
Pedro Passos
Ricardo Guimarães
Ricardo Weiss
Rogério Massaro Suriani
Rosa Alegria
Rose Carmona
Ruy Porto
UM CAMINHO DE DESENVOLVIMENTOPARA O PAÍS ATRAVÉS DA MODA E DO DESIGN 
O SÃO PAULO FASHION WEEK REUNIU33 ESPECIALISTAS PARA DISCUTIR OS NOVOS DESAFIOSDO BRASIL E REGISTRA AQUI ESTA INICIATIVA
 
ECONOMIA CRIATIVA
Aproximar os Brasis e lançar o país no mundo como sinônimo de inovação
GRAÇA CABRAL
A Economia Criativa e a sustentabilidade do crescimento •
LÍDIA GOLDENSTEIN
Economia Criativa, desenvolvimento e cooperação cultural no século 21 •
LALA DEHEINZELIN
Como se constrói o intangível •
RICARDO GUIMARÃES
Pensar grande, começar pequeno e andar rápido •
FABIO BARBOSA
Papel do design e da alta escala de produção •
CLEDORVINO BELLINI
Fortalecer um sistema portador do futuro •
BRANISLAV KONTIC
A sustentabilidade como verdade e diferencial de marca •
MARIA LUIZA DE OLIVEIRA PINTO
Inovação de processos, sistemas e usos •
ROSA ALEGRIA
Estudos e criação de metodologias voltadas para o intangível •
EDUARDO RATH FINGERL
Aspectos-chave para implementar ações em Economia Criativa •
FRANCISCO SIMPLÍCIO
Criatividade e conceitos não são copiáveis •
 ANGELA TAMIKO HIRATA
Gestão criativa e competitividade internacional •
MARCIO UTSCH
Transgressão e eficiência •
CARLOS JEREISSATI FILHO
A importância da convergência nas políticas públicas •
CARLOS AMÉRICO PACHECO
A busca da excelência e da qualidade •
PEDRO PASSOS
Proposta de bairro “criativo” •
ROSE CARMONA
Bem intangível como oferta do setor público•
CLOVIS DE BARROS CARVALHO
Estratégias para se valer de um mercado rico em oportunidades •
EDUARDO RABINOVICH
Panorama da Economia Criativa •
ELIANA SIMONETTI
A cultura do medo promovida pela mídia –
JOÃO ALFREDO MEIRELLES
Exportar marca, e não produto •
RUY PORTO
Formar um grupo forte de articulação •
 ALTAIR ASSUMPÇÃO
Qualidade para concorrer com o “basicão” chinês •
RICARDO WEISS
Criatividade, emoção e experiência •
 ANDREA CIAFFONE
Ênfase na valorização do talento •
 ANDREA MATARAZZO
Investindo em criatividade: riscos e oportunidades •
JOÃO MARCELLO BÔSCOLI
Foco no micro, na formação e na sustentabilidade •
FERNANDO PIMENTEL
Mais atenção ao criativo •
 ADÉLIA BORGES
Desprezo aos meios de produção •
 ALFREDO BONDUKI
Designers e indústria •
ROGÉRIO MASSARO SURIANI
Interação entre o setor e o BNDES •
CELSO MARCONDES
Cidades criativas: da teoria à prática em uma volta pelo mundo •
 ANA CARLA FONSECA REIS
União entre criação e negócio •
 AURÍLIO CAIADO04060810121314182022242627282930323334363839404142434446484950515256
Enquanto uma movimentação fre-nética tomava conta da Bienal, com gente circulando pelas rampas, corredo-res e salas de desfiles, um grupo de em-presários, economistas e profissionaisde diferentes segmentos discutiam o de-senvolvimento econômico do país e ouniverso que fervilhava naquele prédio.Acontecia a semana de desfiles doverão 2007/2008, e o São Paulo FashionWeek, por meio de seu braço institucio-nal, o IN-MOD (Instituto Nacional deModa e Design), se lançava no desafiode promover um debate sobre uma no-va estratégia de crescimento, a chamadaEconomia Criativa _ tida como o toquede Midas de economias desenvolvidas_, e o papel da moda e do design comocondutores desse processo.Nos dias 13, 14, 15, 16, 18 e 19 de junho,o IN-MOD levou à Bienal representantesdo setor público, da moda, do design eda mídia, economistas, empresários, es-pecialistas em Economia Criativa e pro-fissionais ligados à chamada indústriacriativa. Cada um recebeu da organiza-ção do evento uma proposta de abor-dagem para ser desenvolvida – muitos,talvez levados pela criatividade, não sedetiveram a ela, o que não representounenhuma perda; ao contrário, como vo-cê vai conferir. Entretanto os três desa-fios sugeridos para nortear as conversasforam mantidos: qualidade, sustentabi-lidade e convergência.A organização convidou ainda umaseleta platéia, na verdade, uma falsa pla-téia, porque dela esperava-se mais doque simplesmente assistir. E, felizmente,foi o que aconteceu.Nessa publicação, você encontra ostrechos mais significativos das falas detodos que estiveram reunidos nos seisdias de encontro. Algumas participa-ções se deram na forma de diálogos e in-tervenções, mas, para facilitar a leiturae simplificar o entendimento, os textosforam editados separadamente.As inovações promovidas pela sus-tentabilidade adotada como vetor es-tratégico no Banco Real são descritaspela sua diretora de desenvolvimentosustentável, Maria Luiza de Oliveira Pin-to: clientes antigos e bastante rentáveis,mas que não se alinharam ao conceito,tiveram o relacionamento encerrado.“Só existimos em contexto, em re-lacionamento. É a economia do hí-fen, daquilo que está ‘entre’”, afirma oconsultor Ricardo Guimarães em suaapresentação sobre a construção do in-tangível.O debate sobre métricas e metodolo- gias de avaliação de ativos intangíveis éaprofundado por Eduardo Rath Fingerl,do BNDES.Para Rosa Alegria, pesquisadorado Núcleo de Pesquisas do Futuro daPUC-SP, o mundo pede mais do queinovação: “Não basta criar novas coisas,vendáveis, precisamos criar sistema dereinvenção a partir dos sistemas quenos restam, aprender a reutilizar, a res-taurar, a reciclar”.O segmento de moda como um siste-ma portador do futuro, que representabom negócio, de preço baixo e granderetorno, é a tese do sociólogo BranislavKontic. Da ABIT (Associação Brasilei-ra da Indústria Têxtil e de Confecção),Eduardo Rabinovitch alerta para a in-formalidade do mercado como fatorque inviabiliza o possível investidor deanalisar um negócio. “Não há números,as marcas surgem sem projetos, sem sa-ber aonde querem chegar. Falta plane-jamento”. Para combater os asiáticos, édeterminante a existência de uma gran-de escala de produção, destaca Cledor-vino Bellini, presidente da Fiat.São diferentes análises, enfoques eexperiências em 34 textos que conver- gem para um mesmo ponto: a constru-ção de uma visão de futuro.Este é apenas o registro do primeirode uma série de Encontros IN-MOD/SPFW de Economia Criativa. Na próxi-ma estação tem mais.
Bell Kranz
Editora
 
Negóciosna passarela
0302
Índice
 APRESENTAÇÃO
Edição -
BELL KRANZ •
Fotos -
 AGÊNCIA FOTOSITE •
Projeto gráfico -
 AG_407
Uma publicação do
IN-MOD
(Instituto Nacional de Moda e Design), braço institucional do
SPFW
(São Paulo Fashion Week)
IN-MOD
- Rua Tavares Cabral, 102, conj. 84, CEP 05423-030, São Paulo, SP Tel.: (11) 3094-2880
JUNHO DE 2007
EXPEDIENTE
PARTICIPANTE DA PLATÉIA
Convidados discutemEconomia Criativa nolounge oficialdoSPFW, na Bienal; encontros aconteceramdurante seis dias doevento, emjunhode 2007
 
ECONOMIA CRIATIVA
 
ECONOMIA CRIATIVA
caminhos. Um trabalho contínuo querequer cuidado e atenção, que requertempo de maturação e avaliação. Umprocesso
de 
e
em 
construção.Até onde podemos ir?O novo está em cada conexão quefazemos. E o futuro chega cada vez maisrápido, o que faz com que tenhamos quenos reinventar com igual agilidade. Emsetores maiores e tradicionais, como aindústria automobilística, já se tem umacompreensão do papel fundamental queo design exerce como diferencial com-petitivo capaz de reinventar o negócio.No caso das empresas menores, a ino-vação e a tecnologia aliadas à criativi-dade são vitais. Tudo isso custa tempo edinheiro. Que tipo de atenção e investi-mento estamos atraindo? De que formaabrir espaço para discutir questões in-tangíveis no âmbito da economia? Co-mo gerar uma percepção positiva de umsegmento que, muitas vezes, parece só selamentar e não ter projeto de futuro?A intenção deste ciclo de encontrosé exatamente iniciar uma conversa comsetores que normalmente não se conhe-cem e pouco se falam. Abrir um espaçode diálogo entre economia e criativida-de. Um novo ciclo que possa pautar econvergir esforços públicos e privadosem torno de um planejamento de mé-dio e longo prazo para a moda e o designbrasileiros. A revisão de todos os proces-sos é só o início de um movimento maisamplo de qualidade, convergência e sus-tentabilidade. Isso inclui analisar nossosmodelos de gestão, níveis de eficiência,meios de produção, nossos critérios dequalidade e inovação, nossas fontes definanciamento.Como valorar o intangível? Comomapear esse mercado de tamanhos dife-rentes, que vai desde o micro e pequenoempresário que tem uma confecção atéo pequeno e médio industrial, e enten-der quais são as necessidades desse mer-cado? Como beneficiar uma camadamaior da população que vive à margemdo processo, porque ainda está tentandocopiar ou fazer a mesma coisa que todomundo faz? Como impulsionar tudo is-so e trazer inovação, tecnologia?Como reunir inteligências para ace-lerar o salto qualitativo necessário? Esseé o foco do Instituto Nacional de Modae Design (IN-MOD), braço institucionaldo SPFW.Nesse segundo ciclo de inovação,é importante ouvir e aprender comexemplos de empresas brasileiras que játrabalham com o conceito integral de globalização, investindo dentro e forado país para ganhar mercado e compe-titividade e acesso a novas tecnologias.Tudo isso demanda reflexão e inves-timento. É isso que estamos tentandoconstruir. Uma visão de futuro paraatrair novos investimentos e estabele-cer uma interlocução eficiente entre asempresas criativas – e a moda e o designestão inseridos nisso – e a indústria e ossetores econômicos e financeiros, pú-blicos e privados. Queremos estabelecernovas conexões. Relações que nos aju-dem a crescer, e crescer é aceitar mudan-ças, transformações. E por que não?Estamos juntando “cabeças” parapensar como gerar uma nova percep-ção de mercado. É uma segunda etapacrucial para a consolidação do espaçoque foi conseguido nesses primeiros dezanos e que precisa ser aprofundado. Istoquer dizer investir em pesquisas e estu-dos que possam mostrar qual é a realida-de do setor e apresentar oportunidadese riscos, gerando atratividade.A moda tem a liberdade de semprepoder olhar de maneira inesperada parao óbvio e dizer de outros jeitos, múlti-plos e complexos. A sua universalidadereside exatamente nessa capacidade deser única e diversa ao mesmo tempo.À moda cabe propor mudanças, trans-formações, derrubar padrões e criar no-vos hábitos. A responsabilidade de nosreinventarmos dia a dia é um pressupos-to da moda. É essa irreverência que pro-duz um novo olhar.Ao inovar e integrar meios culturaise criativos da economia, o SPFW é visto,em vários lugares do mundo, como umcaso referência de Economia Criativa.Talvez por ter se utilizado de questõesintangíveis, como articulação, marca,idéias e estratégias, para transformar otangível.Tem uma visão de futuro que vemda ordem e do progresso inseridos emnossa bandeira; e tem o futuro que vemda transgressão, do não aceitar fórmulasprontas, de ultrapassar limites, de dei-xar o caminho desimpedido, aberto aodesconhecido, que também faz partedo nosso DNA. Precisamos tomar possedessas duas forças e levá-las até o limitedo que podem produzir.
ESPAÇO DE CRIAÇÃO COLETIVA
Mais do que nunca o futuro é umaexperimentação, uma aventura, uma in-venção. O São Paulo Fashion Week é umespaço para esse exercício. Um espaçoampliado de criação coletiva, onde em-preendemos, divergimos, inventamos,experimentamos, criamos, adminis-tramos, modificamos, aperfeiçoamos,lideramos, inovamos, compartilhamos,trocamos semelhanças e diferenças. Seumaior mérito, ao longo destes anos, temsido o de promover bons encontros.Encontros que geram acontecimentos,que provocam mudanças, que abremperspectivas, que criam novas soluções.Encontros que dá vontade de repetir.
05
O SPFW entra na segunda década devida e inicia mais um ciclo de transfor-mação, em que novos desafios se colo-cam dentro de um projeto de 30 anos– até agora, conseguimos estabelecerum calendário de moda para o país econsolidar um espaço para o design e acriatividade dentro e fora do Brasil. Umprocesso de longo prazo, dinâmico, deconstrução coletiva, algo até então ini-maginável no país do imediatismo e dafalta de planejamento.Está cada vez mais claro que a gran-de estratégia de desenvolvimento parao século 21 está nos negócios criativos.Moda e design desempenham um papelfundamental neste processo, inovando,abrindo portas, adicionando valor aosnegócios, gerando empregos, sintetizan-do tendências, criando redes não só denegócios como de saber e cultura.Quando paramos para pensar o quequeremos projetar para os próximos 10anos, imediatamente pensamos em umasérie de encontros, onde pudéssemos tera oportunidade de conversar e discutircaminhos para a inserção definitiva doBrasil no mundo como país criador demoda e design, sinônimos de inovaçãoe tecnologia. Uma oportunidade únicapara abrir novas possibilidades, multi-plicar nossas imaginações e comparti-lhar conhecimentos.Vivemos um momento importantena moda brasileira. Estamos aprenden-do a trabalhar juntos de forma contínua,preservando diferenças e fortalecendoo que temos em comum. Começamosa enxergar com mais clareza as mudan-ças necessárias para continuar crescen-do e atendendo às novas necessidadesdo mercado. A intenção é aprofundaro conhecimento do setor e determinarníveis reais de crescimento interno eexterno, capazes de promover políticaspúblicas de Estado e gerar atratividadee investimentos que possam garantir asua sobrevivência.Fundamentalmente, temos em men-te a idéia de começar a construir umavisão de futuro em torno de princípiosjá bem estabelecidos da Economia Cria-tiva voltada para o desenvolvimento.Chamo isso de “aproximar os Brasis”.O Brasil do design, da inovação, da tec-nologia com o Brasil da vocação, do ta-lento, da diversidade. Estabelecer novosvínculos com base no reconhecimento,auto-estima e confiança.
DE SUSTENTADA A SUSTENTÁVEL
O São Paulo Fashion Week é, antesde mais nada, um espaço de relações,um ponto de convergência de redescriativas diversas. Quando falamos emredes, falamos em sustentabilidade. Re-des interdependentes com capacidadepara trocar, ampliar, disseminar conhe-cimentos e experiências e inovar. Fala-mos em sair da condição de criatividadesustentada para sustentável, trabalhan-do de forma integrada, onde cada pon-to individual agrega valor e potencialao todo, e todos podem compartilhare usufruir de seus produtos. Falamos deinclusão, de gerar oportunidades parasomar e construir. Para isso é preciso co-nhecer, conversar, prestar atenção, fazercontato de verdade.A moda como comportamento eestilo de vida está inserida em quase to-dos os negócios. São poucas as áreas emque a imagem de moda não é utilizadacomo alicerce de comunicação, venda eposicionamento de marca, ancorandoas grandes estratégias de marketing emtorno dos chamados objetos de desejo.Tudo isto gera bilhões de dólares em ne- gócios extremamente variados.
MODA LANÇA CONCEITOS
O Brasil tem várias caras, inúmerasidentidades e muitas vocações. Modabrasileira é a moda que leva a marcadessa diversidade. Se moda é compor-tamento, e comportamento é atitudee comunicação, a moda não lança sóroupa, lança conceitos. Logo uma pla-taforma como o SPFW tem a obrigaçãode propor novos olhares, dentro de umprocesso de construção de uma culturade moda num país tão rico e diverso etão avesso à reflexão.Inventar novas possibilidades é umdesafio tremendo porque não depen-de de uma única cabeça solitária. É nomeio dos inúmeros encontros entrepessoas, idéias, coisas que isso aconte-ce. É por isso que a moda no Brasil é tãofascinante, porque é movida pelo dese-jo de muitos, o desejo que resulta dosinúmeros cruzamentos e geram umamultiplicidade fantástica. Esse desejoé contagiante, ele provoca novos dese-jos e possibilidades que podem ganharconsistência, desencadear novas manei-ras de cooperar e de se associar, novos
Aproximar os Brasise lançar o país nomundo como sinônimode inovação
Graça Cabral
 Vice-presidente do IN-MOD ediretora de relações corporativas do SPFW
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